sábado, janeiro 23, 2021

Mais duas calçolas de Crocodilo. Encomendas com @oratulio no Instagram:



 

sexta-feira, janeiro 22, 2021

Saiu a primeira calçola de Crocodilo, de Túlio.
Interessados nas encomendas, um box!


 

quinta-feira, janeiro 21, 2021

 O Tulio borda. Quando estivemos em Limeira e Nova Odessa ele bordou nas camisas frases do meu repertório de músicas: A vida é livre, a transcendência da matéria, a substância da ilusão. E agora, ele tinha postado no Instagram o que ele chama de suas calçolas, que elogiei. Ele perguntou se eu queria uma. Então, leit@r, vêm aí, as calçolas de Crocodilo, de Tulio:




quinta-feira, janeiro 14, 2021

 Eu era criança e mamãe trabalhava na casa do Seu Eulâmpio e da Dona Dinalva, em Magalhães Bastos, muito perto da Vila Militar. Foi nessa época que aprendi a dizer oi para alguém que se aproximasse. Ou, pelo menos, que isso era o que as pessoas faziam. Seu Eulâmpio ou Dona Dinalva, tinha um irmão com filhos de minha idade que moravam na mesma rua, então, quando ía para lá brincar, ouvia o oi. Eu me lembro da primeira vez, uma menina, sobrinha do Seu Eulâmpio ou de Dona Dinalva, entrou na sala onde eu estava e disse: oi.

Ainda demorei muitos anos, muitos anos depois, é que disse meu primeiro oi, porque eu nunca dizia nada ao chegar perto de alguém. Ainda hoje não digo tanto o oi ou o bom dia. Não sou de dar bom dia com facilidade. Devo ser o tipo sisudo, talvez. Mas, não. Quer dizer, tenho algum juízo.

Bom dia!

 

quarta-feira, janeiro 13, 2021

 Fazia um bom tempo que não ía ao centro da cidade. Fui fazer um exame de sangue para saber melhor sobre o meu rim. No laboratório fiquei um pouco na dúvida sobre qual das partes, se os clientes ou as atendentes, estavam a lidar melhor com o mau humor da manhã. Leit@r, fiquei na dúvida sobre qual das partes desarmava o mal humor da outra. No fim, cheguei a ter dúvida, se havia mal humor.

Moral da estória: É nóis!

terça-feira, janeiro 12, 2021

 Chegaram pra mim mais quatro dos Cadernos de Música, dos quais o número 4 – recebi desta vez os números 10, 11, 12, 13 - foi um presente pra mim, quer dizer, sou o seu assunto. Eu estava me lembrando nesta semana da vez em que morei com a tia Maria e com meus primos no Caiçara, em Cachoeiro do Itapemirim. Nós morávamos em nove pessoas, entre adultos e crianças, numa casa de um cômodo, um barraco de pau-a-pique, sem móvel algum, um fogão a lenha do lado de fora da casa – era uma casa – e me lembro de muitas coisas dessa época, mas o que eu estava me lembrando era o modo como eu olhava para a situação, o modo louquíssimo como eu olhava pra tudo aquilo, quer dizer, sem ver. Porque eu estava posicionado num lugar de fantasia, que era o olho de mamãe na minha vida. Então, eu estava ali na minha tia com meus primos, mas estava separado daquele lugar, porque eu tinha mamãe, que era de todos os meus primos e que era de minha tia. Mas a minha posição era mais poderosa, se liga, então, o poder que vinha de mamãe me subia na cabeça e eu não via mais nada. Porque minha mãe sempre me tinha numa posição protegida e eu não via mais nada. E era mesmo uma época de loucura cega, ninguém via aquilo, estávamos abandonados ali, na época do Pra Frente Brasil!

Então, essas lembranças têm a ver com ser o assunto, pra mim, de um dos Cadernos de Música em par com o Tom Zé, porque é a mesmo posição cega essa a minha de ser artista. Eu sempre falo assim nas vezes em que penso nisso, dessa posição cega e de fantasia em que estou, quer dizer, todas as coisas estão rodeadas de outros mundos possíveis.

Essa foto é da Ruth:



segunda-feira, janeiro 11, 2021

Triste

Engraçado, por todo esse tempo de covid-19 não apareceu mosquito aqui no apezinho para atrapalhar o sono. Sempre me lembro disso com alegria. Mas, agora, mais cedo o fumacê deu três voltas no quarteirão espirrando um líquido no ar com muito barulho. Tomara funcione!

Fora isso, a próxima música mais ouvida do Crocodilo, e que é a preferida de muitos, é a Triste. Foi produzida pelo Marcos Campello e fiquei surpreendido em ver como a melhorou tanto, modificando o acento dela no meu violão. Ele trocou esse meu acento colocando uma guitarra que faz ele em outro lugar, ausente leit@r, entre as outras coisas, a cigarra e a caixa de fósforo, o cavalo, charrete, floresta: