segunda-feira, maio 11, 2020

Eu quero ser sua mãe - Davi Vianna

Ontem, no dia das mães, o Lucas Fidelis tinha feito a Mamãe
me adora pra mim, em homenagem às mães, porque sou um filho da mãe ou eu sou um
pobre filhinho da mamãe, na verdade, nem sei, eu tou muito dentro desse tema,
que é uma coisa que eu sei de cor e tal. Mamãe não era feliz, mas a do Cazuza
ou, como me disse o Rafael, a do Kerouac, eram!
E, ontem, ainda, o Davi Vianna tinha feito a Eu quero ser
sua mãe, em homenagem às mães, mas também pra mim, eu vi isso, agora, que estou
atoladinho no tema. E pelos motivos que já disse aqui, ontem, coloquei no meu
canal.


Vejam:

Eu quero ser sua mãe - Davi Vianna

Ontem, no dia das mães, o Lucas Fidelis tinha feito a Mamãe
me adora pra mim, em homenagem às mães, porque sou um filho da mãe ou eu sou um
pobre filhinho da mamãe, na verdade, nem sei, eu tou muito dentro desse tema,
que é uma coisa que eu sei de cor e tal. Mamãe não era feliz, mas a do Cazuza
ou, como me disse o Rafael, a do Kerouac, eram!
E, ontem, ainda, o Davi Vianna tinha feito a Eu quero ser
sua mãe, em homenagem às mães, mas também pra mim, eu vi isso, agora, que estou
atoladinho no tema. E pelos motivos que já disse aqui, ontem, coloquei no meu
canal.


Vejam:

domingo, maio 10, 2020

Lucas Fidelis - Mamãe me adora

Para o dia das mães, há poucos dias, o lucas fidelis havia
me mandado um áudio lindo dele mesmo cantando a minha Mamãe me adora, que foi
uma música que fiz na década de noventa e que, por conta dela, estive erroneamente
chamado de o Jean Genet da MPB. Me lembro de ter ficado, na época,
verdadeiramente feliz com o epíteto, essas coisas sempre alçam a gente, por
associação, a um lugar ainda sem nome e, por agora, têm me resumido no
escaninho dos malditos, e aí, finalmente estou chegando a um nome, quer dizer,
a um lugar de preconceito e tal. Enfim, esse é um assunto sempre difícil.
Mas, voltando ao lucas, eu lhe pedi que me mandasse um video
dele cantando a Mamãe me adora, eu sempre peço, sou um pidão, todo mundo sabe, que,
aí, era pra eu colocar no meu canal e falar de mamãe, e homenagear as mães,
minha mãe é meu pai e tudo. Aí, ele me disse que tinha pensado a mesma coisa e,
generoso demais, me mandou.
Mãe, é foda!
Mãe, é tudo!
Mãe, é lindo!
Mãe, é beleza!
Mãe, é emoção!

Vejam:







sexta-feira, maio 08, 2020


Eu tenho os discos e tenho os livros e tenho As Vizinhas de Trás, o que mostra que tenho um senso grande de organização. Eu tenho isso desde os meus brinquedos de criança, quando eu gostava, por exemplo, de colecionar selos, ou porque, quando eu ganhava aquelas sacolinhas de bichos de plástico, gostasse de organizá-los em zoológicos e tudo. Mas, na real, sou extremamente bagunçado e fico feliz demais, quando consigo alguma ordem.. he he he.
Enfim:

quinta-feira, fevereiro 27, 2020

Antigamente - luís capucho

Bem no finalzinho, acho que foi o Tulio Buffe quem fez a
Rocha Julia, numa das mesas.
O Walter Bello e um outro rapaz do Nordeste, de quem não me
lembro o nome adoram essa música, que eu sei.
É um registro que o Pedro fez, em Limeira, meio um Limeira
Colorida, com essa nossa banda sudestina, que fomos, eu, Fernando Bocaletto,
Felipe aboud e Vitor Wutzki.
Eu me lembro de ter pedido ao Mitchel que fizesse o som que
ele achasse que fosse o melhor, portanto esse é o som dele.


Também, ao fim, alguém retumbou um “Bravo!” e a banda se
animou. A próxima foi a “Inferno”:

quinta-feira, fevereiro 13, 2020

Enquanto isso, estou a fazer ess'As Vizinhas de Trás - Dolores, para Vitória da Conquista, na Bahia. Gosto muito do jeito como elas olham, cheias de vigilância e pensamento. Vocês sabem que todas são assim e que todas são a mesma. Além disso, quando elas aparecem pra mim, é arregaçante como o nascer do sol aqui no vale, como a flor que se arregaça no vaso da Therezinha, lá embaixo. Mas tem a diferença de ser um arregaço que fui eu quem quis:

quarta-feira, fevereiro 12, 2020

Vovô Bebê - Briga de Família

Eu fico feliz demais, acho incrível, mesmo uma maravilha,
que outro artista que considero de verdade, me chame pra participar de um som
seu, que tenha afinidade artística comigo, que veja isso na minha forma, no meu
miolo e no meu fluxo. Isso traz verdade também pra mim, que fico escorregando
nela, perguntando pra sempre nela, sempre ali na sua corda bamba, ela escapando
pela janela, assombrando a madrugada, sei lá, essas coisas loucas que no fim
são certas, porque é onde estamos, junto do seu emaranhado.
Aconteceu pela primeira vez, quando o Rogério Slylab me
chamou pra participar de uma música linda que ele fez, chamada Deixa, no disco Desterro
e Carnaval. Dessa vez foi o Vovô Bebê quem me deu a alegria. Me chamou pra
participar da Saparada, no seu Briga de Família.
E quero mostrar pra vocês o disco, saiu, ontem:


sexta-feira, fevereiro 07, 2020

Cinema Íris

O ídolo Ney Matogrosso depois de ter por muitas vezes que gravaria uma de minhas músicas, desistiu da “Cinema Íris”, meio que numa previsão do pouco alcance desse pessoal, dos Bozo, que chegou legitimando o pavor, a tortura, o assassinato, a cuspida, a burrice da ignorância, tudo, tudo, enfim, com a grosseria natural deles, de quem não enxerga um palmo sequer diante do próprio nariz, essa gente pavorosa, amedrontadora, destruidora, que não tem plano pra todo mundo e, aí, está instalado uma vida plana, que não seria possível pra nós, sem plano de voo pra nós e tal.
Só que, não. A gente vai continuar existindo na frente, atrás, em cima, embaixo, dos lados, à esquerda, direita, o sol nascendo e morrendo.
O Bruno Cosentino mesmo fez um show com o repertório do Ney, em homenagem a ele, e incluiu a “Cinema Íris”, quer dizer, colocou dentro. E isso é apenas pretexto pra mostrar esse registro do Pedro que fizemos em Limeira-SP, mês passado e que adorei demais. Porque, ao vivo, dentro de mim, estava tudo sem fluxo e quebrado no chão, mas olhando o registro do Pedro, fluía super no céu, com o Fernando Bocaletto na guitarra, o Felipe Abou na bateria e o Vitor Wutzki no baixo.
Vejam: