quinta-feira, julho 30, 2026

O Tony Lopes – Reverendo T, d’os elefantes elegantes’- me mandou cinco bases eletrônicas e cinco dos poemas que fez e, então, coloquei a melodia deles sobre as bases. Tony colocou na capa um autorretrato meu e nomeou as cinco faixas de “Psiu!” e, isso, o Ricardo Schott, no Pop Fantasma, junto aos poemas e à voz chamou de sombrio, o que faz sentido com o clima todo de apelo do “psiu!”. Vale, apenas, ouvir... 

 

quinta-feira, julho 23, 2026

Hoje, fui surpreendido por um direct com a postagem do perfil da Poro Aberto divulgando os melhores discos - até agora - de 2026. A seleção, feita pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), tem o “Homens Machucados” nela. Não tem como, fiz um print da imagem do post do Poro, com todas as capas. Muito contente do reconhecido “Homens Machucados”. Quem quiser ver a postagem original, tem os detalhes aqui: https://www.instagram.com/p/DbI7-QHRuXF/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==



quinta-feira, julho 16, 2026

A Poema Maldito (luís capucho/Tive Martinez) está no álbum de mesmo nome e achei esse registro, aqui no meu computador, dela ao meio, quer dizer, um terço dela. Não sei porque fiz assim. Não faria isso, mas, por algum motivo, fiz...

 

quarta-feira, julho 15, 2026

Então, não sou o mesmo. Nem o violão é o mesmo, nem a foto, nem a máquina da foto, nem fotógrafo. Somente isto, que juntei, uma imagem na outra, está absoluto dentro desse momento. Enfim, sou um pobre filósofo.


 

terça-feira, julho 14, 2026

O Camponês é uma música dos anos 80, que fiz sobre poema do Marcos Sacramento, quando morava na cabeça de porco, cenário para meu segundo livro Rato (Rocco/2007).

Em outubro do ano passado, imagino que para o show no Salão, a gente ensaiou no Felipe e Pedro fez esse fragmento de registro.

Fico feliz com isso, porque eu mesmo não lembraria tão vivo, vendo por fora da gente.

Além do Pedro no celular, estamos Guilherme e Felipe. 


 

segunda-feira, julho 13, 2026

Não vou me esquecer do bar mamãe.
Do entorno todo dele: livros (Cinema Orly), músicas (Inferno), Clemente (show solo), o apartamento em que ficamos dando pra o chuvisco na cidade de prédios, o roubo do celular, os amigos artistas paulistas que chegaram pra nos ver, o Walter que deu surpresa, Felipe e Maria... Pedro!




 

domingo, julho 12, 2026

Achei esse trecho de música no meu celular de agosto de 2023, cujo nome, depois de já ter sido Serpente, Espelho... é, agora, Cabrisa.

Na época, sonhei com esse nome pra esse texto na melodia da canção. E, de manhã, googuei pra ver o sentido. Então, na minha pesquisa, apareceu uma cabeleireira cujo nome era esse, Cabrisa. Pronto, dei o nome.

É uma música que estará num disco que estou fazendo com o Clemente. As coisas são lentas, vão se agarrando pelo caminho até um momento em que formam. Também estamos formando, eu e Felipe Abou, outro disco que vai se agarrando nos cabelos até se formar.

Pronto, Cabrisa.