sexta-feira, janeiro 19, 2018

Luís Capucho - Poema Maldito (full album)

Sobre o Poema Maldito:

Pedro:
bom diaaaaa luisss

Eu:
 bom dia.... tudo
certo aí?

Pedro:
tudo bem, tudo bem. Estou ouvindo Poema Maldito na integra
rs

Eu:
ha ha ha... vc ta dirigindo?

Pedro:
não... estou no atelier

Eu:
o que ta achando do disco?...rs.

Pedro:
estou achando lindo luis. Minha cara!

Eu:
vc ta achando triste?

Eu:
Não acho triste e nem alegre, acho lindo. Acho tudo lindo,
letra, melodia, sua voz, seu modo de conduzir as canções, enfim, minha cara.






“Máquina de Escrever” com Murilo Almeida e Otávio Almeida

Descobri esses rapazes lindos cantando minha Máquina de Escrever(com Mathilda Kóvak), no facebook. Pedi-lhes que eu colocasse-os cantando aqui no meu canal. É emocionante demais pra mim, essa formação, duas vozes e violão. Pedro disse que eles são gêmeos. E parece que a música encontrou uma forma gêmea sua.

quinta-feira, janeiro 18, 2018

quarta-feira, janeiro 17, 2018

Diário da Piscina no Sesc Gloria - Vitória - ES.

Neguinho tem descoberto que ouvir disco no toca-discos é
melhor que ouvir música de outro jeito. Eu também tenho essa fantasia, então, o
meu próximo disco, quando ficar pronto, gostaria de ter um pouco de vinil dele
também.
Fora isso, peguei do face um ao vivo do Pedro Paz de minha
apresentação em Vitória, para o lançamento do Diário da Piscina. Nele eu leio
um trecho do Diário e depois, canto Antigamente, com Vitor Wutski na guitarra.


Vejam:

quarta-feira, janeiro 10, 2018

Fico me sentindo muito orgulhoso, quando outro artista enxerga o meu trabalho inteiro de uma vez só. Vi o Maurício Kiffer pela segunda vez, no sábado, quando ele me presenteou com o Máquina de Escrever, um trabalho modesto e lindo demais dele, de janeiro de 2016. Era uma festa embaixo de chuva e, no meio dela, achei uma brecha pra lhe dizer que eu tava emocionado, orgulhoso, envaidecido e, por isso, eu gostaria de saber o que tinha motivado fazer uma obra temática, assim, As Vizinhas de Trás, os livros, as músicas.
Aí, ele me disse o lance mais singelo e bonito, que foi por causa de uma rosa pequenina. É que, na primeira vez em que nos vimos, acho que em 99, eu tinha levado florezinhas miúdas de plástico para os amigos que assistiam, comigo e mamãe, ao show da Cassia Eller, onde ela cantaria a minha Maluca – o Maurício é amigo de meu amigo, Marcio, por isso recebeu uma florzinha. Também me explicou que era amigo do pai do Felipe e, aí, eu vi que estamos todos, mais ou menos, embaixo da mesma chuva e tudo – existirmos, a que será que se destina.
Fora isso, há muitos anos, quando eu era rapazinho, os amigos, vez ou outra, diziam que eu não gostava de nada, só gostava daquilo que eu próprio fizesse. E eu achava esse um grande erro de observação de meus amigos, porque, comigo mesmo, sou inseguro demais com o que faço. Daí, pensava que não me viam direito. Apesar de serem tão próximos, meus amigos estavam muito errados, porque gosto de coisas mais seguras que as minhas.
Eu sei que eu faço postagens aqui sempre voltadas para mim, que sempre estou envolvidíssimo com as minhas próprias coisas e, daí, meus amigos, numa primeira vista, podem ter toda a razão. Mas só numa primeira vista, porque depois, não vou dizer, é um grande foda-se pra mim?
Também pra eles, ne, não vou ficar sozinho nisso.
Pedro tirou foto na vidraçaria. Vai ficar mais lindo.
Vejam:


quinta-feira, dezembro 28, 2017

Depois de a Fernanda ter avisado que Diário da Piscina estava na lista dos melhores de 2017 para a revista de livros, a 451, e que o Tive Martínez teve ele na sua lista pessoal dos melhores de 2017, o Diário da Piscina entrou em mais uma lista dos melhores lidos neste ano.
Sentindo-se muito orgulhoso: Com Rocha Júlia João Santos Rafael Saar Paulo Barbeto Pedro Paz Diêgo Deleon
Em um ano há tempo para ler muita coisa, não é mesmo? Pelo menos para aqueles que fazem da leitura um hábito constante, é difícil passar muitos meses sem livros. …
NOTATERAPIA.COM.BR

terça-feira, dezembro 26, 2017

Faz um tempinho que Bob morreu. E outro dia conversando com minha Vizinha de Baixo, ela me contou de outros cachorros que morreram na mesma época em que ele, inclusive o Bethoven, da Vizinha do Lado. Foram quatro ou cinco cães, ao mesmo tempo. E ela contou isso, como um modo de conformar-se à partida de Bob. Como se as mortes dos cães aqui na Martins Torres, delimitassem o final de uma era. E que isso fizesse parte das nossas modificações, que vamos nos tornando cada vez mais outras pessoas e tal.
Eu também acredito assim, no final das eras, como se existissem vários tempos e vários mundos e vários eus, com cães e sem eles. Eu estou escrevendo isto aqui, mas querendo dizer outra coisa, estou cavando, cavucando aqui com as palavras, quem sabe eu chegasse nos lugares que o Manuel Gomes chegava, onde por exemplo, ele nos levou com a letra da La Nave Vá e onde o Felipe fez uma coisa linda, segundo ele, depois de ouvir Velvet Underground.
A gente decidiu colocar essa música do Manuel pra abrir o disco. E, depois, viu que ela, junto da foto da capa, decide um modo de ouvir as dez músicas seguintes, num esqueleto possível do Poema Maldito. São muitas as vezes em que eu estou na janela do apezinho, sentindo como é preciso ter força e coragem pra tudo isso: