sexta-feira, novembro 08, 2019

fala pra ele que eu mandei um abraço - língua bifurcada

O Língua Bifurcada (Tulio e Felipe) uma dupla pós-punk,
pós-pornô, queer, pós-maldito que tocou no Centro Flutuante – Vitória, comigo.
Estou nomeando-os dessas palavras modernas e ainda os nomearia de outras palavras
e tudo. Mas sem palvras também é bom.
Vejam no sentido:
https://www.youtube.com/watch?v=AhNL1pcJO4I&feature=youtu.be

quinta-feira, novembro 07, 2019

Fonemas

Eu tinha pedido a meus parceiros que me dessem letras muito
simples, pra que eu pudesse traduzir num acorde só, que eu tinha conseguido
reaprender no violão. Pedi letras que não tivessem emoção nem pensamento com
curvas ou altura, pra que eu pudesse traduzir na minha voz reta, causada pela
incoordenação motora de minha língua, sequela de um coma por neurotoxoplasmose,
por HIV.
Aí, quando eu consegui fazer dois acordes, Marcos Sacramento
me deu a Fonemas.


Vejam:

quarta-feira, novembro 06, 2019

A música do sábado

A Música do Sábado (Kali C Conchinha/luís capucho) foi de onde brotou a Mais uma Canção do Sábado ( luís capucho/Alexandre Magno), a primeira do Cinema Íris(2012) e a segunda do Poema Maldito(2014). Esse é o último registro dela, no celular do Pedro, em nossa apresentação de Finados no Centro Flutuante, Vitória – ES.

terça-feira, novembro 05, 2019

As duas apresentações que fizemos em Vitória no fim de semana – sexta, no Thelema ct e sábado, no Centro Flutuante, tiveram um grande sentido pra gente e Vitória, além desse nome lindo é uma cidade com uns recantos que são uma maravilha, quer dizer, Vitória não deve em nada às cidades de sonho, uma coisa que tenho comigo, alucinação e amor.
Agradecido demais ao Thelema CT e ao Centro Flutuante - Felipe Abou Mourad, Tulio (Língua Bifurcada), David Rocha, Ruth-Léa Souza Rangel e Fabricio Fernandez pelo papo sempre cada um na sua e juntos!

quarta-feira, outubro 30, 2019

A gente ta se preparando para ir à Vitória – ES para falar dos livros, no Thelema CT dia 1º de novembro e mostrar as músicas no Centro Flutuante no dia 2. O Fabricio Fernandez já tinha conversado comigo sobre os livros, na Biblioteca do SESC GLORIA, numa outra vez em que estivemos na cidade. Foi uma conversa muito legal, acho que antes ou depois de eu apresentar as músicas. Eu fico muito feliz de ir nas cidades grandes, nas capitais, apresentar a minha música e meus livros. Por que eu sou da roça e essas cidades - Vitória, Rio, SP, BH - estão relacionadas no meu fundo com a riqueza. Eu sei que esse papo parece uma bobagem, mas não é tiração de onda. Eu, de verdade, tenho esse olhar em que as cidades grandes brilham cheias de glória.
Fora isso, além dos outros amigos, vou rever Vitor Wutzki e Felipe Abou Mourad no Centro Flutuante das músicas, do tótem, do circo armado delas, do peito, da mão, do pé.
Rumenick Ococha, vc vai?

sábado, outubro 19, 2019

É uma alegria pra mim ter reconhecida a força e importância social dos livros que fiz até agora. Isso é uma coisa que me surpeende e que, em alguma medida, me atemoriza, porque mesmo que a literatura faça de minha vida um livro aberto ou a música, eu mesmo, que habito nesse corpo onde estou, não sou seguro assim, fixo assim, amarrado assim, como um livro ou música é fixo e pode ser decorado, duramente decorado. Eu sou a parte macia da coisa, mole, derretida... he he he!
https://sesc-sc.com.br/site/cultura/os-escritores-luis-capucho-es-e-celso-borges-ma-aportam-em-sc-pelo-projeto-arte-da-palavra-sesc