quinta-feira, maio 25, 2017

Um Cinema Orly para Goiânia:

Paêbirú - Album Completo - Lula Côrtes e Zé Ramalho (1975)

Os objetos de arte são melhores do que o que diríamos sobre
eles. Mas enquanto a canalhada usurpadora vai devastando o pouquinho de
conquista política da gente mais pobre e humilhada, fui dar uma olhada no que
se tem na internet sobre o caminho paebiru, antes de ouvir outra vez o disco
Paebiru, do lula cortes e zé ramalho.
E, aí, as imagens de céu e de inferno que se abriram pra
mim, enquanto era levado pelo som do disco, há muito que, aqui no apezinho, não
me emocionava tanto de ouvir um disco, assim.
Daí, que a pista que o nome deu, esse caminho gramado pelo
interior da floresta pré-colombiana, pelo interior das américas, foi importante
demais para completar a beleza do som e isso me fez ficar pensando em falar pro
meu velho amigo Ciro, que tem feito postagens sobre viajar por aí, sair pelo
mundo assim como sem motivo, apenas sacando o convite da estrada e tudo.


Vejam:

quarta-feira, maio 24, 2017

podcast de programa de rádio em que Bruno Cosentino fala e ouve seu disco ainda a ser lançado, dia 29. Quando conheci o Bruno, ele fazia uma apresentação dentro de um projeto chamado Gancho, no teatro café pequeno no Leblon. E me chamou pra apresentar uma de minhas músicas com ele. Depois, o gancho continuou e seu disco Babies tem Homens Flores. E gancho outra vez: eu sou feliz demais apenas por ouvir o corinho que tem em Eu quero ser sua mãe. Que faz a música ir se enlevando, se enlevando, pra que se veja que ela é mesmo assim: louca.
Ouçam com o carinho do Bruno:

quinta-feira, maio 18, 2017

Cópia de Maluca no Estômago et le théâtre Lupanar

Depois que se seguiram os shows em que anunciamos o Diário
da Piscina(É selo de língua – editora É) aqui no Rio de Janeiro, é a vez de
começar tudo de novo. Quando de novo os meninos Vitor Wutzki e Tulio Freitas,
já de volta às suas vidas, puderem se juntar às músicas outra vez, a gente faz
outro enxurro de apresentações delas, outra - como eu me vi falando na volta
pra casa de nosso último show juntos – outra experiência de quase morte.
É que vínhamos na noite pela ponte, de carona com Simon,
vindos do Escritório, onde dividimos show com Bruno Cosentino. Aí, eu vinha
enumerando as coisas lindas vistas à noite da ponte e o Simon falou das luzes
dos automóveis que ele seguia na estrada dela, da ponte. Aí, eu brinquei com
ele, disse que como na experiência de quase morte, a gente não poderia entrar
na luz, porque, aí, era uma batida e estaríamos mortos. Daí, os shows me
lembram isso, se liga, e agora estou aqui de volta no apezinho, começando tudo
outra vez.
Pedro me mandou hoje a Maluca que ele fez no celular, no estômago
et le théâtre lupanar. O Gustavo, do estômago, me deu uma fita – pedaço da
cortina de entrada – que não supus poder se transformar na asa em que se
transformou.
No dia seguinte, quando fizemos a apresentação no
Escritório, a última delas, e quando se passou a estória da experiência de
quase morte, pedi a Jack que fizesse a asa que faltava, do lado direito da
camisa, com uma sacola de plástico amarela.
Moral da estória: começo tudo outra vez, agora, com asas.


Vejam nosso singelo #Fora Temer:

terça-feira, maio 16, 2017

Muito emocionado pra ouvir a entrevista com Fabio Shiraga. Me fez olhar de onde não costumo me ver. E especialmente agora que os meninos se foram, depois de tantas apresentações mergulhadas na gente mesmo, se olhar assim de fora, na contraluz da entrevista, foi bonito:




segunda-feira, maio 15, 2017

Limeira Colorida

Segunda-feira pós dia das mães o INTERVENÇÃO URBANA traz o músico, compositor, pintor e escritor Luís Capucho para falar de seu trabalho em entrevista cedida a Fabio Shiraga.


Autor dos livros Cinema Orly (1999), Rato (2007), Mamãe Me Adora (2012) e Diário da Piscina (2017), Capucho está fazendo uma série de shows para divulgar este último lançamento. Em suas apresentações toca as músicas dos discos Lua Singela (2003), Cinema Íris (2012) e Poema Maldito (2014).
Luís Capucho ajuda a escolher as músicas do programa, que também conta com depoimentos dos grandes Péricles Cavalcanti sobre música que escreveu para Cássia Eller e Wado sobre Capucho.
Agradecimento especial ao amigo Júnior Bocão, da banda Divina Supernova, apresentador do Balaio da Garça.

INTERVENÇÃO URBANA #18
Apresentação e produção: Fabio Shiraga
Direção: Ricardo Drago
Onde: MutanteRadio
Segunda-feira, dia 15.05 às 18:00, na Mutante Mecânica
Ouça também pelo app TuneIn


Eu quero ser sua mãe - Bruno Cosentino [Clipe Oficial]

Minha camisa de fazer show, ganhou asas, que mamãe diria ser
asas de barata.
Quando o Guilherme, depois do show que fizemos no “Estômago
Lupanar”, me presenteou com um pedaço de fita de plástico fosca, transparente,
para que eu colocasse na minha camisa de fazer shows, não fazia ideia da asa
linda que ela era. Depois que vi que era uma asa para o meu lado esquerdo –
mamãe diria ser uma asa de barata – no dia seguinte, para o show com o Bruno
Cosentino, no Escritório, a Jack me ajudou a fazer a asa para meu lado direito.
Fez com uma sacola amarela, plástica, de mercado. Lindíssima!
Então, terminar esse ciclo com asas - de shows que fizemos
com Vitor Wutski e Tulio Freitas, shows que junto ao prêmio municipal, celebram
o lançamento do Diário da Piscina(É selo de língua – editora É/2017) é muito
demais pra mim.
E não é só isso.
Hoje às 18 horas participarei do programa virtual de músicas
Intervenção Urbana, do Shiraga. Um programa cheio de perguntas também e que
estou louco pra ver, pra saber o que eu disse...rs.
E tem “Eu quero ser sua mãe” chamando para o novo trabalho
do Bruno.
Puta que pariu!


Vejam:

quarta-feira, maio 10, 2017

Daqui a pouco, terei o grande prazer de apresentar minhas composições no Bar Semente, um bar íntimo e com um som maravilhoso, onde tenho me apresentado desde que fizemos o Poema Maldito. Dessa vez, no embalo do recebimento da medalha José Cândido de Carvalho e do lançamento do livro Diário da Piscina(È selo de língua-editora É/2017) e no sotaque paulista dos instrumentos dos meninos Vitor Wutzki e Tulio Freitas:

segunda-feira, maio 08, 2017

Eu quero ser sua mãe - Bruno Cosentino na Câmara Municipal

No conjunto de apresentações que estão a acompanhar a
entrega da medalha José Cândido de Carvalho a minha obra literária e, ao mesmo
tempo, shows que acompanham o lançamento do Diário da Piscina(É selo de lingua
– editora É/2017) aqui no Rio de Janeiro, tocaremos:
Quarta-feira, dia 10 de maio, 21 h: Bar Semente
Quinta-feira, 11 de maio, 21 h: Estômago et le théâtre
Lupanar
Sexta-feira, 12, 21h: casa do Rafael
Sábado, dia 13, 22 h: Escritório, com Bruno Cosentino.
Pedro registrou Eu quero ser sua mãe, com o bruno na Câmara
Municipal.


Vejam: