quarta-feira, setembro 02, 2026

 

Estou fazendo uma campanha de divulgação de meu canal do youtube, onde posto minhas músicas e no qual não tenho ainda, depois de tanto tempo, sequer mil seguidores.

Se você puder se inscrever e ainda compartilhar pra os amigos que achar que vá gostar de meu som para que também se inscrevam, o link está aqui:

https://www.youtube.com/@LuisCapucho

obrigado,

luís capucho.

 

quinta-feira, julho 30, 2026

O Tony Lopes – Reverendo T, d’os elefantes elegantes’- me mandou cinco bases eletrônicas e cinco dos poemas que fez e, então, coloquei a melodia deles sobre as bases. Tony colocou na capa um autorretrato meu e nomeou as cinco faixas de “Psiu!” e, isso, o Ricardo Schott, no Pop Fantasma, junto aos poemas e à voz chamou de sombrio, o que faz sentido com o clima todo de apelo do “psiu!”. Vale, apenas, ouvir... 

 

quinta-feira, julho 23, 2026

Hoje, fui surpreendido por um direct com a postagem do perfil da Poro Aberto divulgando os melhores discos - até agora - de 2026. A seleção, feita pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), tem o “Homens Machucados” nela. Não tem como, fiz um print da imagem do post do Poro, com todas as capas. Muito contente do reconhecido “Homens Machucados”. Quem quiser ver a postagem original, tem os detalhes aqui: https://www.instagram.com/p/DbI7-QHRuXF/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==



quinta-feira, julho 16, 2026

A Poema Maldito (luís capucho/Tive Martinez) está no álbum de mesmo nome e achei esse registro, aqui no meu computador, dela ao meio, quer dizer, um terço dela. Não sei porque fiz assim. Não faria isso, mas, por algum motivo, fiz...

 

quarta-feira, julho 15, 2026

Então, não sou o mesmo. Nem o violão é o mesmo, nem a foto, nem a máquina da foto, nem fotógrafo. Somente isto, que juntei, uma imagem na outra, está absoluto dentro desse momento. Enfim, sou um pobre filósofo.


 

terça-feira, julho 14, 2026

O Camponês é uma música dos anos 80, que fiz sobre poema do Marcos Sacramento, quando morava na cabeça de porco, cenário para meu segundo livro Rato (Rocco/2007).

Em outubro do ano passado, imagino que para o show no Salão, a gente ensaiou no Felipe e Pedro fez esse fragmento de registro.

Fico feliz com isso, porque eu mesmo não lembraria tão vivo, vendo por fora da gente.

Além do Pedro no celular, estamos Guilherme e Felipe. 


 

segunda-feira, julho 13, 2026

Não vou me esquecer do bar mamãe.
Do entorno todo dele: livros (Cinema Orly), músicas (Inferno), Clemente (show solo), o apartamento em que ficamos dando pra o chuvisco na cidade de prédios, o roubo do celular, os amigos artistas paulistas que chegaram pra nos ver, o Walter que deu surpresa, Felipe e Maria... Pedro!