terça-feira, julho 14, 2026

O Camponês é uma música dos anos 80, que fiz sobre poema do Marcos Sacramento, quando morava na cabeça de porco, cenário para meu segundo livro Rato (Rocco/2007).

Em outubro do ano passado, imagino que para o show no Salão, a gente ensaiou no Felipe e Pedro fez esse fragmento de registro.

Fico feliz com isso, porque eu mesmo não lembraria tão vivo, vendo por fora da gente.

Além do Pedro no celular, estamos Guilherme e Felipe. 


 

segunda-feira, julho 13, 2026

Não vou me esquecer do bar mamãe.
Do entorno todo dele: livros (Cinema Orly), músicas (Inferno), Clemente (show solo), o apartamento em que ficamos dando pra o chuvisco na cidade de prédios, o roubo do celular, os amigos artistas paulistas que chegaram pra nos ver, o Walter que deu surpresa, Felipe e Maria... Pedro!




 

domingo, julho 12, 2026

Achei esse trecho de música no meu celular de agosto de 2023, cujo nome, depois de já ter sido Serpente, Espelho... é, agora, Cabrisa.

Na época, sonhei com esse nome pra esse texto na melodia da canção. E, de manhã, googuei pra ver o sentido. Então, na minha pesquisa, apareceu uma cabeleireira cujo nome era esse, Cabrisa. Pronto, dei o nome.

É uma música que estará num disco que estou fazendo com o Clemente. As coisas são lentas, vão se agarrando pelo caminho até um momento em que formam. Também estamos formando, eu e Felipe Abou, outro disco que vai se agarrando nos cabelos até se formar.

Pronto, Cabrisa.


 

sábado, julho 11, 2026

O Mamãe me Adora é meu terceiro livro (Edições da Madrugada/2012), depois do Rato (Rocco/2007) e do Cinema Orly (Ficções do Interludio/1999). Esteve esgotado, mas faz pouco, houve uma segunda tiragem dele. Fico feliz de ele estar, como se diz, ainda no jogo, como a música de mesmo nome, que pedi ao Clemente para cantar, quando de nosso show no Bar mamãe, mês passado.

Foi um livro que durante o tempo em que escrevia, pensava em ler para mamãe, pensava em cada um dos seus parágrafos para serem lidos para ela. E mesmo antes da publicação, me lembro de estarmos os dois na sala para que eu lesse. Comecei. E minha mãe atenta. Mas depois de três ou quatro páginas, via na expressão dela, ir se perdendo o interesse, perdendo, perdendo, de modo que nos dias seguintes, não segui com a leitura e a gente ficava vendo novela, juntos. Sobre a música de mesmo nome, ela também não dava muita importância.

Mamãe sempre foi um mistério.

Isso é pra dizer que tenho alguns “Mamães me adora” comigo, pra quem for gostar. É só falar...


 

sábado, julho 04, 2026

 Nos anos 80, quando conheci Suely Mesquita, ía em sua casa e pegava seus poemas para musicar. Depois, voltava com a melodia e violão prontos e cantava no gravador dela. Achei agora num HD antigo. Fiquei feliz do registro.

https://www.youtube.com/watch?v=TU0jxAOpZNs Foto do Fernando Rabelo



quarta-feira, julho 01, 2026

Acreditem, depois de tanto tempo, não tenho ainda mil inscritos no meu youtube. Onde posto meus discos, ensaios, cifras das músicas conversas dos livros, tudo. Eu poderia estar roubando, fazendo coisa melhor, trepando, essas coisas. Maas estou aqui pedindo para que se inscrevam e divulguem meu canal, plis:

https://www.youtube.com/@LuisCapucho/featured

terça-feira, junho 16, 2026

Camisa de apresentação

Teve um dia, quando achei que devia ter roupa pra mostrar as músicas, que comecei a construir. A primeira “Camisa de apresentação” chegou num ponto que completou. Comecei a segunda. Fiz um print de vídeo do Pedro Salvador no último show. Está em progresso...