quinta-feira, julho 30, 2026
quinta-feira, julho 23, 2026
Hoje, fui surpreendido por um direct com a postagem do
perfil da Poro Aberto divulgando os melhores discos - até agora - de 2026. A
seleção, feita pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), tem o “Homens
Machucados” nela. Não tem como, fiz um print da imagem do post do Poro, com todas as capas. Muito
contente do reconhecido “Homens Machucados”. Quem quiser ver a postagem original,
tem os detalhes aqui: https://www.instagram.com/p/DbI7-QHRuXF/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==
quinta-feira, julho 16, 2026
quarta-feira, julho 15, 2026
terça-feira, julho 14, 2026
O Camponês é
uma música dos anos 80, que fiz sobre poema do Marcos Sacramento, quando morava
na cabeça de porco, cenário para meu segundo livro Rato (Rocco/2007).
Em outubro
do ano passado, imagino que para o show no Salão, a gente ensaiou no Felipe e
Pedro fez esse fragmento de registro.
Fico feliz
com isso, porque eu mesmo não lembraria tão vivo, vendo por fora da gente.
Além do
Pedro no celular, estamos Guilherme e Felipe.
segunda-feira, julho 13, 2026
Do entorno todo dele: livros (Cinema Orly), músicas (Inferno), Clemente (show solo), o apartamento em que ficamos dando pra o chuvisco na cidade de prédios, o roubo do celular, os amigos artistas paulistas que chegaram pra nos ver, o Walter que deu surpresa, Felipe e Maria... Pedro!
domingo, julho 12, 2026
Achei esse
trecho de música no meu celular de agosto de 2023, cujo nome, depois de já ter
sido Serpente, Espelho... é, agora, Cabrisa.
Na época, sonhei
com esse nome pra esse texto na melodia da canção. E, de manhã, googuei pra ver
o sentido. Então, na minha pesquisa, apareceu uma cabeleireira cujo nome era
esse, Cabrisa. Pronto, dei o nome.
É uma música
que estará num disco que estou fazendo com o Clemente. As coisas são lentas,
vão se agarrando pelo caminho até um momento em que formam. Também estamos
formando, eu e Felipe Abou, outro disco que vai se agarrando nos cabelos até se
formar.
Pronto,
Cabrisa.