quinta-feira, abril 15, 2021

 

Essa etiqueta de maldito – eu nem me dei conta dela – apareceu pela primeira vez numa matéria do Antônio Carlos Miguel para o jornal O Globo, isso faz muito tempo, eu tinha acabado de sair do coma. Depois, isso foi ficando – eu não dou conta – e gosto de me aliar a tanto artista bom, benditos, aqui, de vanguarda. Fiquei feliz, ontem, que o Raphael me incluiu nessa seleção:

 

 Cinema Íris” (balada, 2012) – Luís Capucho
Quando Cássia Eller o gravou, em 1999, pouca gente procurou saber quem era o autor dos versos de “Maluca”. Quando Ney Matogrosso anunciou que o gravaria em 2013, muita gente foi atrás do homem do “
Cinema Íris”. Por conta de versos sobre masturbação e mudanças no projeto, Ney não registrou a música de Luís Capucho. “O disco mudou de rumo, ele achou dificuldade no projeto e não sei se irá retomá-lo”, explica o entrevistado. Natural de Cachoeiro do Itapemirim, no interior do Espírito Santo, Capucho, que é cantor, músico, artista plástico e escritor, não vê ligação da arte que pratica com os outros filhos ilustres do município. “Não sou parte dessa tradição de artistas em Cachoeiro. Não sinto que eu faça parte de um núcleo que a cidade tenha produzido. É uma coincidência”, afirma. Além de Capucho, os músicos Roberto Carlos, Sérgio Sampaio e Raul Sampaio nasceram lá. Capucho também é autor de vários livros.

 

https://esquinamusical.com.br/34-cancoes-de-vanguarda-da-musica-popular-brasileira/?fbclid=IwAR0m0H0Awxvv4m8HFNpqxeStbcTkbwuFLrhrAXMITwj4Ux5mcdrCsN9850M

quarta-feira, abril 14, 2021

 

Eu soube que os remédios para o olho estavam alterando o funcionamento do meu corpo, pelo regulamento do meu cocô, que ficou assim a qualquer hora e de qualquer jeito, mole, e pouco, inconsistente. Mais ou menos como saber que há algo de errado com o  funcionamento da nação, quando olhamos para um presidente, assim, um cocô merda, o meu.

E, ainda tive que repetir o tratamento por três vezes, que não estava funcionando para o que era.

Moral da estória: já engordei 10 kilos com a pandemia.



segunda-feira, abril 12, 2021

 

O Tulio, quando perguntado pelo complexo arte livre, poeque estava fazendo essas calçolas com títulos e partes das letras de música do meu Crocodilo, disse que era porque nós queríamos ver as pessoas com as calçolas ao mesmo tempo em que as músicas, que nas palavras dele – luís é tudo que a gente quer e precisa, um velho viado que escreve poesias eróticas gostosinhas de compartilhar com nossos amores, uma pessoa que quando canta sobre a vida é tão lá do fundo “e não entendemos tudo’ – então, nós pedimos aos amigos que se fotografassem, porque nós queríamos ver e é de verdade uma alegria imensa olhar pra vocês artistas Vitor Lampert, Marcia Romano, Tulio Buffe, Abou Mourad, Julia, Gustavo, que compartilhamos juntos, aqui. Agora, é a vez de um casal.

Ela veste Antigamente e ele a Cérbro Independente, a primeira e segunda faixas do CD.

Para ouvir o disco, pode aqui:

https://www.youtube.com/channel/UCadM7zbVb-HfOgv_9uaP3Rg



sábado, abril 03, 2021

 

Ainda sobre o modo como me organizo sob a ordem das coisas, eu me lembro de ter isso de organizar, por exemplo, selos, bichinhos de plástico, coisinhas, como parte de minhas brincadeiras de menino, então, hoje, que sou, assim, no bom sentido da palavra, praticamente, um albardeiro, considero sempre as pessoas mais organizadas como pessoas infantis, por conta de me lembrar dessas minhas brincadeiras de garoto.

Também sobre isso de ter as lembranças e de com isso ver que estou preso no tempo, que é concomitantemente, algo que me aprisiona e algo que me presenteia, tenho olhado na tevê os quadros do jornal, sempre com um homem muito bonito, elegante e sério, falando dos números organizados com todas as mortes por covid-19, os infectados nos estados, a lotação dos leitos de UTI. Tudo amor e medo!



quinta-feira, abril 01, 2021

 

Umas épocas mais, outras menos, gosto de me envolver na organização das coisas. Uma coisa que me vem à cabeça e que, pra mim, é exemplo disso, é uma apostila que veio parar em nosso quarto, meu e de mamãe, quando eu tinha 8 anos, e que tinha desenhadas nelas muitas figurinhas de posições de ginástica de solo. Era um corpo de rapaz, no chão, que fazia abdominais, flexões e que, às vezes, ficava de pé flexionando braços, tronco, cabeça e pernas. Eu nunca fazia os exercícios do modelo, mas tinha a apostila como algo preferido, gostava de ficar folheando e vendo as figuras.

Parte desse meu gosto, hoje, vou colocar em ordem, as 15 músicas mais visualizadas em meu canal de youtube:

 https://www.youtube.com/channel/UCadM7zbVb-HfOgv_9uaP3Rg

1-      Savannah (luis Capucho/suely mesquita) – 57.106 visualizações

2-      Maluca (luis capucho) – 34.941

3-      Eu Quero ser sua mãe (luís capucho) - 3.021

4-      Máquina de Escrever (luís capucho/mathilda Kovak) - 2.769

5-      Poema Maldito (luís capucho/tive martinez) – 1.464

6-      Vida Nua (luís capucho) – 1.464

7-      O Amor é Sacanagem (luis capucho)  – 1.050

8-      Céu (luís capucho) – 990

9-      Romena Luís capucho/suely mesquita)  – 936

10-   Homens Flores (luís capucho/marcos sacramento) – 685

11-  Mamãe me adora ( luís capucho)  – 506

12-   Palavra sem Carne (luís capucho/leo poeta)  – 465

13-   Humilhante (luís capucho) - 454

14-  Virgínia e eu (luís capucho) - 383

15-  Aristocracia (luis capucho/Suely Mesquita) -  378