terça-feira, julho 31, 2012

 
Acordei com Ralf choramingando na casa de trás.
Ele não gosta de ficar só. Sempre que se vê sozinho naquele retângulo de sua área, põe-se a gritar.  
Fora isso, convidamos alguns amigos para ler o Mamãe me adora, no lançamento do Fashion Mall, dia 9 de agosto. Já estão confirmados Bayard Tonelli – ex Dzi Croquetes – Clara Sandroni, Soraya Ravenle e Marcos Sacramento que, por sinal, lançará seu novo disco no Rival, depois de amanhã.

segunda-feira, julho 30, 2012

Luís Capucho - Eu quero ser sua mãe (Ensaio)

Um vídeo que Rafael Saar fez do ensaio para o lançamento do Cinema Íris e Mamãe me adora. Eu, Eduardo Marcolino, na guitarra e Paulo Baiano, no teclado, fazemos "Eu quero ser sua mãe". Veja, bom leit@r:

domingo, julho 29, 2012

Luís Capucho - Tava na Noite

Senhor Mavinho me deu a alegria de postar esse video dominical que fez em Curitiba, com uma de minhas velhas músicas:

sábado, julho 28, 2012


Estamos armando mais um lançamento do Cinema Íris e do Mamãe me adora, dessa vez, no Fashion Mall e, dessa vez, sem pocket show. A idéia é convidar alguns amigos para que leiam trechos do livro para o silencioso leit@r que puder comparecer. O dia já está agendado: será 9 de agosto, às 19 horas.
Mais na frente darei os detalhes...
Fora isso, Marcos Sacramento fará lançamento de seu novo disco dia 2 de agosto no Rival, às 19 horas. Estamos curiosos para ver as novas canções.
Ontem, foi dia de médico e não fui avisado de que a médica não me atenderia.
Aí, peguei meus remédios e vim embora.
Na fila, onde faço tratamento, sempre tem uns trans não camuflados, a gente olha e saca logo algum detalhe à mostra que diz que aquele originalmente foi outro corpo. O primeiro detalhe a me chamar a atenção foi a maquiagem dela, que me abriu caminho para ver os outros. E, aí, saquei as pernas, o busto...e, finalmente, a voz.
A gente não consegue olhar com naturalidade para um trans não camuflado.
Fui.

quinta-feira, julho 26, 2012


Nunca escrevi essa frase antes: manhã lindíssima de julho.
Céu muito azul com aviões e pássaros passando e, de quem olha de minha área, bem depois dos telhados que se vê dali, o Fernando, que hoje é um rapaz, dá milho aos pombos. Fernando nunca foi uma menina, quer dizer, silencioso leit@r, não estou a falar de um Trans, que nos dias de hoje, na minha rua, há alguns. Mas é que, quando vim morar aqui, ele era um menino de seus dez anos.
Dito isto.
Fui.

quarta-feira, julho 25, 2012


Tive um amigo de adolescência que não conseguia ler Clarice Lispector.
Ontem, tentei ler um pouco de Guimarães Rosa, um livro que Valfredo deixou aqui. Fiquei com a impressão do sonho que é o livro por um tempo, apenas de ler alguns poucos parágrafos, mas não consegui avançar. Meu amigo de adolescência me dizia que não conseguia entender Clarice Lispector e acho que é isso: não entendo.
Fui.

terça-feira, julho 24, 2012


Dona Glorinha não quer mais o colar. Disse que prefere um brinco e um anel.
- Brinco pequeno – ela disse.
Conversamos um pouco na sala. Foi uma visita rápida, de médico.
Antes que descesse a escada pra ir embora, disse:
- Já vou que ainda quero passar na Lucia, que está com pneumonia – e foi.
É isso.

segunda-feira, julho 23, 2012


Dona Glorinha ligou.
Vem me visitar à tarde.
O presente que Pedro deu-lhe, um colar vermelho, que disse ser a última moda em São Paulo, não combina com nenhuma das roupas que ela tem. 
Daí, quer que troque.
Fui.

domingo, julho 22, 2012

Manhã muito linda de sol de inverno.
Ontem, fizemos um programa que Pedro chama de “mochileiros”. Pegamos um ônibus urbano após o outro até que chegássemos a Muriqui, uma das praias so município de Mangaratiba. O plano inicial era irmos até Paquetá, mas me enganei com a manhã neblinada e não quis sair da cama, achei que era chuva e que não valeria sair de casa, e aí, quando o sol venceu, já era tarde para pegar a Barca. E fizemos o “mochileiros”....

sexta-feira, julho 20, 2012



André Fischer mandou recado:
ouve la... o 10 bloco e especialmente .o ultimo:


Além disso outros dois amigos queridos falaram do Mamãe me Adora. 
O Tarcíso Buenas falou nesse link Aqui.

E Eduardo Macedo, reproduzo abaixo pro silencioso leit@r:

Mamãe me adora

Mais uma vez Luís Capucho nos brinda com sua literatura.
E mais uma vez a simplicidade rege toda sua escrita.
O que será que tem demais numa viagem com a mãe a Aparecida do Norte?
Pois foi o que me passou pela cabeça quando perguntei sobre o assunto do livro ao próprio autor.
Mamãe me Adora é uma intensa observação da vida por uma pessoa que viaja de ônibus. Os pequenos detalhes desta viajem aparecem como símbolos para se pensar.
Para quem está acostumado a viajar por este meio de transporte, a identificação é imediata. Às vezes dá até para sentir o cheiro da estrada e das malas.
Fiquei pensando se o Luís tinha um caderninho para anotar tudo o que acontecia.
Seu estilo de escrever nos leva com ele no seu bolso. Rapidamente tornamo-nos cúmplices dos seus mais íntimos segredos.
Mamãe me Adora além de uma viagem a Aparecida do Norte é também uma viajem ao significado da vida, das dificuldades que temos que superar e do amor de um filho pela sua mãe, que é uma figura emblemática e santa na vida de todos nós.

quinta-feira, julho 19, 2012


Chuva!
O dia mais escuro enganou minha alma que se deixou no éter mais que o tempo de costume e só acordei com as batidas da vizinha da frente em minha porta. Veio me entregar a correspondência.
- Eu trouxe, porque se deixarmos lá, molham todas.
Moral da estória: manhã perdida e correr para que dê tempo de tudo.
Fui.

quarta-feira, julho 18, 2012

A Vida nos Trilhos (10'36", Atílio Vivácqua-ES)


Acordei com o movimento do pessoal de trás, alguém bateu no Ralf e, depois, comecei a ouvir a chuva caindo e saí da cama ainda sob a impressão dos vídeos que vi ontem sobre Marapé, ES.
Ontem, assisti a vários deles.
Marapé ficou pra mim como uma cidade de sonho e a cada novo vídeo que fui descobrindo na rede, mesmo que a cidade seja real e que agora ela esteja vivendo sua manhã do dia 18 de julho de 2012, a cada vídeo descoberto e revisto agora de manhã, mesmo que as dúvidas brotassem, a impressão de sonho não se desfez.
É amor.

terça-feira, julho 17, 2012


O passarinho engaiolado da casa de baixo, que canta como um bicho pré-histórico, deve ter sido vendido. Não tenho mais ouvido subir o seu canto de dinossauro. Em seu lugar, um outro, com um piadinho fino e pequeno, tímido, que ouço vez ou outra. Hoje, que o sol veio, cantou pela manhã. O pessoal de baixo vende produtos trazidos do nordeste. Entre os produtos, passarinhos. De minha casa fechada, ouço todo o movimento e imagino coisas...
Fui.

segunda-feira, julho 16, 2012


Dorinha veio.
Trouxe um rádio, onde ouvir suas músicas que lhe ajudem a passar o tempo.
As músicas no rádio nesse dia frio junto à disposição em que fiquei depois do fim de semana, me entristecem.
Ela trouxe sua netinha que deixou sentada na sala.
A menina ignora absolutamente as músicas tristes do rádio e canta outra coisa:
 “Doce, doce, doce...
Pato, pato, pato,
A vida é um doce,
O pato come o doce...”

domingo, julho 15, 2012

Simon me fotografou tocando “Crônica de um mortal”, nova parceria com Mathilda Kóvak, numa reunião muito boa, ontem, que Pedro fez na casa dele. Todas as fotos estão Aqui.

sexta-feira, julho 13, 2012

O som do amor pra sempre

No youtube, música do disco do Fênix,  "A foto onde eu quero estar", onde digo uma coisa que escrevi. 
Vale apenas conferir, bom leit@r:
"Todos os dias a vida e a morte trazem você pra mim.
Sua presença entra pela luz de nossa casa, p
elas sombras, está nas roupas que estendo ao sol do varal, na
comida que preparo na cozinha. Qu
ando eu desço a escada. Nas
plantas que vicejam na janela. Voc
ê está completamente em mim. E con
tinua quando eu me deito pra dormir."  Luís Capucho

quinta-feira, julho 12, 2012


Mathilda mandou e-mail com nova letra.
A parceria ficou pronta e aprovada...rs.
Ela escreveu:

“(uma letra pra vc fazer um rock)
Crônica de um mortal
(luis capucho/mathilda kóvak)

eu vou viver cem anos

eu vou ser saudável e feliz
eu tenho muitos planos
ser famoso, rico,
bem-casado, bem-amado

eu quero tudo o que

eu li na revista
eu quero ser artista
e quero ter o sorriso
de um comercial de pasta de dente
eu quero ser igual a todo mundo
e ao mesmo tempo ser diferente

eu quero tudo

mas tudo é nada
e então
depois de passada
a vida longa e feliz
a morte vem e diz:
acabou.
Você escolheu o tempo da Terra
e a vida eterna
é para quem sofre
a vida eterna
é para quem morre na cruz
e essa sua vida longa
não durou nem cinco minutos
no relógio do universo
mas você preferiu o mundo
então, aqui está: acabou.

e, aí, você entenderá

que só os santos vivem em estado de Graça
porque a graça é eterna para os que passam
rapidamente por todos os mundos
e não este, somente

e  ao renunciar as estrelas

você ficou preso à Terra
e seu fim doloroso
para divisar, nos últimos minutos,
uma revoada de anjos
dirigindo-se ao
migrando pro infinito, em pleno gozo.

(da nossa séria, que começa com auréola, bjs)”

quarta-feira, julho 11, 2012

O IDIOTA FELIZ!: sexo sem beijo é solidão

O IDIOTA FELIZ!: sexo sem beijo é solidão: Gosto de artistas que não estão nem aí para a caretice do “respeitável público”. Gosto dessa honestidade.    Luis Capucho é d...

terça-feira, julho 10, 2012


Ontem, quando saí de casa, minha vizinha da frente estava de saída também.
Então, começou um papo que alimentei e tudo, só que ela começou a falar tão alto e ao entrarmos no ônibus, ela começou a se dirigir a todo mundo, silencioso leit@r. E claro que o pessoal do ônibus não estava interessado no nosso assunto, porque, vocês sabem, cada um tem uma direção, uma viagem, uma coisa diferente no que pensar.
Aí, eu comecei a querer entender, porque a minha vizinha estava fazendo aquilo, quer dizer, qual era a estratégia dela, porque como diz aquela música de Roberto “nossos problemas são nossos” e tal... e, aí, ela, que tinha ficado conversando com o trocador, veio e se sentou ao meu lado. Então, insatisfeita com as minhas reações tranquilas ao nosso assunto, reações que agora começo a achar mais lúcidas, começou a puxar papo com uma mulher do outro lado do corredor e, aí, larguei mão...
Que coisa!

segunda-feira, julho 09, 2012


Frio em Nikity.
Ontem, também fez frio e choveu.
Vou almoçar...
Combinei com Dorinha que ela viesse.
Vai vir na segunda.
Fui.

domingo, julho 08, 2012

A Arte não assumida de Luis Capucho | Jornal O Fluminense

Uma matéria bem legal na revista de domingo - no link rosa - feita pela Natália e, ao lado, pela primeira vez no jornal capixaba, matéria da Carol:

A Arte não assumida de Luis Capucho | Jornal O Fluminense  

sexta-feira, julho 06, 2012

Vou reproduzir os comentários do Davino e do Hugo a respeito do Mamãe me adora e Cinema Íris que acabei de lançar. 
Fico bem emocionado, bom leit@r.
Veja:

Leonardo Davino disse:
“As páginas 56-57 de seu livro "Mamãe me adora" me fizeram lembrar a canção "Mãe", de Caetano Veloso. Reli ouvindo a canção. Aliás, estou absorvido pelo livro. Parei tudo para lê-lo.
"Era para eu ser como mamãe (...) Entretanto, mesmo que tenha sido ela minha mãe e que tenha me educado sozinha, sem um marido, não lhe aprendi as maneiras" (Capucho).
"Eu canto, grito, corro, rio / e nunca chego a ti" (Veloso).”

Hugo Nogueira disse:
“Estou te devendo um comentário do seu disco, o show foi muito lindo, adorei o menino que tocou guitarra, você nem apresentou, rs. Dá para ver que ele conhece muito música e é muito talentoso, toca pra caramba. O arranjador é mesmo sensacional, faz mágica com aquele teclado dele. Não conhecia o Marcos Sacramento fiquei encantado, quero conhecer mais e mais, você tem razão, é mesmo um luxo ter a participação dele no seu disco, ele é um excelente intérprete. A música que mais gosto é a primeira do disco que foi a última do show, tem um verso, das calças arriadas no Rex, que traça um itinerário dos cinemas pornôs do Rio: Cine Orly-Cine Íris-Cine Rex. Daí você saiu do cinema com os livros "Rato" e "Mamãe me adora", mas quando descreve o encontro com o negão no banco da praça volta para esse universo da caça que você domina/representa tão bem. Gosto da maneira como você costura descrições explícitas de atos sexuais no seu texto. Essa falta de reserva, de pudor, aponta para o que está nas entre-linhas que exige uma decodificação maior por parte do leitor, principalmente no primeiro livro, eu sinto que você foi facilitando para os leitores para quem o universo dos cinemas não é familiar, aquilo que sempre houve de essencial no seu trabalho, na realidade não uma busca do sexo, mas por amor, afeto, reconhecimento, identidade, esse amor que as mães não são capazes de dar e por isso mesmo nos deixa confusos afinal para quem foi amado por suas mães não há referência maior de amor. Gosto tanto do seu trabalho que sempre tenho dificuldade de falar dele, mas agora com o curso de Letras estou ficando mais solto, retomando a voz que eu tinha quando fiz o curso de história da arte em 95, livre, sem tantas cobranças do supereu, menos exigente comigo mesmo e capaz de aceitar meus rascunhos e não esperar uma escrita que seja ao mesmo tempo automática e ideal. Mas, pode deixar que dessa vez vai. De mansinho. Entrevistei e traduzi um texto sobre um artista americano Ron Athey que se apresentou aqui no Rio, vejo um paralelo entre a obra dele e a sua, vai ser publicado, depois te passo o link.”

E depois disse:
“querido Luís Capucho ouvindo o disco. Ele é tão diferente do show em alguns sentidos. Eu realmente acho o começo sensacional, o
seuviolão está lindo, sua voz também está muito legal. É o que tem mais a sua cara, essa coisa menestrel, assim meio Dylan, Reed, Cohen. Tem uma atmosfera que me lembrou a da música do Pet Metheny com o Bowie, "This Is Not America" do filme "The Falcon and the Snowman", é uma música singular no repertório do Bowie que conheço bem, deve ser porque não é mesmo dele, mas do Metheny. É mais uma questão de clima, meio "On the Road", violão debaixo do braço, pegando carona, andarilho, fazendo música na rua. Agora a música em que dá para identificar o puta trabalho do Paulo é a versão de "Cinema Íris" do disco. Lembro daquela primeira versão super crua. A produção, o arranjo, a cama musical que ele fez para sua música a valorizou demais. Ficou muito linda. Com certeza é uma das mais completas, onde a letra e a música casaram melhor. Como "Lua Singela" do primeiro disco. Claro que a música está a serviço da letra que é uma das suas melhores, mas é como uma filmagem profissional, a qualidade do som, da imagem, valoriza de tal forma o conjunto que você pode apreciar melhor os detalhes e fica mesmo imbatível. Eu adoro o jogo que você faz nos versos: "Homens com caras de bigodes Homens com caras cabeludos Homens com caras travestidos Homens com caras de hospício Homens com caras de mal", quem é quem, nesse corredor de espelhos em que ninguém se vê nem vê realmente ninguém. Também é um retrato de uma fauna que está cada vez mais difícil de encontrar. Essa diversidade pré-AIDS predominava. Não existiam tantos estereótipos, tribos, imagens específicas distribuídas, atribuídas a classificações geográficas. Era assim uma massa sem rosto, sem um corpo que se diluía. A Vieira de Carvalho em SP era assim ainda no começo dos anos 80. Na boate Navy em Fortaleza em meados dos anos 80 ainda era assim também e nas outras boates de Fortaleza do período também a Flamingo, a Mansão Branca. Em SP ainda tem o Bailão, o Caneca de Prata, remanescentes desse período, mas está mais para um amalgama do que propriamente uma dissolução dionisíaca e de gozo. Sobraram esses cinemas aqui no Rio, mas já no seu livro "Cinema Orly" você já apontava que estava registrando descrevendo preservando uma cultura decadente que vai desaparecendo. Esses homens da música são os mesmos espectros do livro. Dinossauros, como você bem descreveu, à espera da extinção total, quando só restaram os fósseis a serem desencavados e descobertos por gerações posteriores de gays ou pós-gays que na realidade é o que temos agora. Mas você ainda é, e eu também, o que um argentino de quem comprei o livro chama de "os últimos homossexuais", ou ainda, homo-gays, aqueles com mais de 40 anos que acompanharam essa transição de homossexuais para gays e levaram consigo essa cultura homossexual já superada pela gay (e até por uma post-gay eu acredito). "Eu quero ser sua mãe" é uma delícia, já tinha adorado ao vivo e acho que ao vivo soa até melhor, esse seu talento para encontrar/descrever o romântico de uma forma inusitada, como você chamou atenção naquele texto que escreveram sobre você no Globo. A minha grande surpresa no disco, foi a versão de "Para pegar", eu adorei no show, gosto muito dessa ideia de "deixar a rua me levar" da única música boa da Ana Carolina (desde que cantada pela Bethânia). A sua tem um sabor especial claro. Esse "rolê" que você propõe nós gays conhecemos e vivemos de uma maneira muito particular. O que eu achei realmente inusitado e inédito no seu trabalho foi esse arranjo meio discoteca, dançante, que tem tudo a ver com a música claro. Sugiro um remix babado para tocar nas pistas de dança. Bj”

quinta-feira, julho 05, 2012

Ontem, estivemos, eu e Ruth, a ver o Pedro Luís falar sobre sua carreira desde quando era pequeno na Tijuca. Depois tocou, voz e violão, algumas músicas de seu novo CD solo – tempo de menino. E apresentou um clipe da música “menina do salão de beleza”. O Pedro, junto com outros amigos meus, foi especial num momento em que estive bem fodido e minha música com Mathilda Kóvak – Máquina de Escrever – era cantada por ele no rádio. Daí, que foi muito legal vê-lo contar sua estória profissional de cantor/compositor e em alguns momentos ter feito parte, você sabe, o sucesso, sem ser o que determina os acontecimentos, se sobrepõe à vida da gente como um céu ... que pra uns é um céu tenebroso, pra outros é azul... rs.
Isso foi numa biblioteca, em Botafogo.
E Pedro Luís estava acompanhado pela curadora Suzana Vargas. 
Veja:
                                         Eu, Pedro Luís e Ruth
                                         Suzana Vargas, eu e Pedro luís

quarta-feira, julho 04, 2012

terça-feira, julho 03, 2012

Alek me mostrou esse Link com o preço de um velho Cinema Orly.
Eu vendo um novinho e autografado mais barato, silencioso leitor!

segunda-feira, julho 02, 2012

A leitura do Werther acontece apenas, quando estou fora de casa a caminho do médico, a sua espera e, ontem, no domingo ensolarado, quis ir até a praia. Então, encontrei uma sombra pra ler.
A primeira impressão de conto encantado já não se sustenta desde há muito, porque ele, sem ter na cabeça que poderia tentar seduzir Charlotte, quer dizer, silencioso leit@r, feito o príncipe que é, vencer os obstáculos todos que o impedem de chegar ao “castelo” dela, nem tenta.
E ta na mais absoluta depressão.
Me sinto identificado com ele.
Também acho que não adiantaria tentar.
Fui.

domingo, julho 01, 2012

Lendo Canção: O doce mistério da vida

Leonardo Davino, em seu blog sobre música, colocou um post que achei ter uma incrível sintonia com o meu Mamãe me adora. Veja, silencioso leit@r:
Lendo Canção: O doce mistério da vida: No conjunto monumental Convento de Santo Antonio e Igreja de São Francisco na capital da Paraíba, cidade desenvolvida entre o rio e o mar...