sexta-feira, julho 31, 2015

O CD Poema Maldito é um disco que, além de mostrar a minha produção musical mais de agora, também é um centro de afetividade corroborado por todos os amigos que participaram de seu crowndfunding. Os afetos, simbolizados na minha camisa, cuja primeira demão luminosa foi dada por Pedro, e onde aos poucos vou construindo os significados que vão aparecendo nela, irão ganhar, por ideia do Alan, um totem.
O Alan tem me ajudado a intervir em minha camisa, sem magoar o seu centro, e com sua ideia de totem, como disse o Felipe, teremos um quarto integrante nas apresentações, além de Theo, eu e o próprio Felipe.
Penso que esse quarto integrante, vai centralizar toda a ideia do disco e seus afetos, as energias, e como a minha camisa, vai ganhando aos poucos outros significados que vão lhe completando os sentidos, ao sabor das horas e das músicas, boníssimo leit@r.


quinta-feira, julho 30, 2015

No dia 16 de agosto, um domingo, eu e Felipe Castro no baixo – e dessa vez, Theo Barreto com seu ipad – iremos apresentar na Casa do Mancha, na Vila Madalena, o nosso disco Poema Maldito, ao vivo, com a presença do compositor paulistano, Gustavo Galo, apresentando músicas dele também.
Eu tou muito feliz com o movimento que esse disco, Poema Maldito, tem tomado, desde o seu crowndfunding pela plataforma Variável 5 até agora, com os shows desse ano. Depois de São Paulo, no dia 22 de agosto, repetiremos o Bar Semente, na Lapa do Rio e em setembro, devo apresentar o disco, mas estarei sozinho, em Salvador, quando de minha participação no “Desfazendo Gênero”, da UFBA.
Para o show de São Paulo, minha camisa ganhará, sobre o breve que mamãe me deixou, a minúscula escama caída do corpo de Tritão durante as gravações do filme de Rafael Saar comigo, Peixe.
O motivo de ela ter sido colocada sobre o breve, está no segredo que o deus me revelou num búzio, e que o silenciosíssimo leit@r verá, quando do filme pronto.
Fui.

Obs: para mais informações do show, os amigos de São Paulo, podem ver aqui:

quarta-feira, julho 29, 2015

Para o pessoal de São Paulo, iremos fazer uma apresentação do Poema Maldito, na Vila Madalena, 16 de agosto. E, ontem, eu e Felipe ensaiamos com o Theo, que começa a se experimentar nas músicas com o seu ipad.
Além disso, o Alan esteve aqui e colocou, na minha camisa de shows, a escama de Tritão, sobre a qual eu falei pra o bondoso leit@r, ter escapado de seu corpo real, quando ele participou conosco da gravação do filme Peixe.
Para o show de São Paulo, teremos a participação de Gustavo Galo, compositor que tem a ver com a minha música e que é diferente dela, dos que tem se apresentado por agora.
Depois, no dia 22, apresentaremos as músicas, outra vez, aqui na Lapa do Rio, no Bar Semente.

Tudo lacração em foto de Ana Rovati e cartaz de Julia Rocha:

terça-feira, julho 28, 2015

Tem sido como um sonho viver outra vez os episódios que vou vivendo para as gravações do filme Peixe. No sonho, eu não enxergo muito bem do olho esquerdo, como se eu fosse um Édipo com uveíte, silenciosíssimo leit@r. E, no sonho, o cortejo da equipe que Rafael Saar formou para as filmagens é que é a verdade, sem delírio. Ou estamos todos delirantes e sem medo, curtindo tudo, cada um na sua, na equipe, eu também sou a verdade, na terceira semana de tratamento:

3º semana de tratamento da uveíte – 28 de julho a 3 de agosto

6h - 2 comprimidos de sulfadiazina e 1 gota de dexametasona

6:30 h - 1 comprimido de pirametamina e 1 gota de atropina

8 horas – 1 comprimido de prenidsona

11:30 – 1 comprimido de acido folinico – quarta sexta domingo terça

12 horas – 2 comprimidos de sulfadiazina

14 horas – 1 gota de dexametasona

18 horas – 2 comprimidos de sulfadiazina


18:30 h – 1 gota de atropina

21 horas – 1 gota de dexametasona

00 horas – 2 comprimidos de sulfadiazina

Obs: fora isso, partiu ensaio Poema Maldito.

Eu e Matheus Rocha no aquário de Aparecida:



domingo, julho 26, 2015

A atriz Teuda Bara veio de Belo Horizonte para – o que é minha maravilha - ser mamãe comigo outra vez, em Aparecida do Norte.
Aqui, na câmera de Rafael Saar.
A foto é do João Santos.

Vejam:

quarta-feira, julho 22, 2015

Ontem, esta turma esteve no Clube OK, um lugar de resistência da família gay, no centro do Rio há décadas, para assistir à transcendental participação de Ney Matogrosso em nosso filme Peixe. Ele fez, assim, um Netuno na ficção do filme e reclama da ilusão de seu mundo cantando minha música Destruição, enquanto que eu, no nosso mundo de verdade, tava ali de tietagem, boníssimo leit@r.
Já havia lhe contado da camisa que Pedro e eu vamos construindo à medida dos shows Poema Maldito e, numa hora em que olhava para o chão, vi que uma de suas escamas do corpo tinha caído. Eu peguei a bichana na ponta dos dedos:
- Uma escama, caiu...
- Coloque na sua camisa – Ney brincou. E no contexto do sonho do filme, já sei exatamente onde ela vai ficar.

Lacrou!

terça-feira, julho 21, 2015

Ontem, através do Rafael Saar, Iemanjá fez um milagre de Jesus pra mim. Deu-me uma moeda na boca do peixe para que eu pague minhas contas. E também, sei lá, foi paga  suas contas comigo. São elos que vão sendo feitos, boníssimo leit@r, tudo conversa com tudo e estamos todos amarrados.
Sentado no barquinho, barrigudinho e resignado ao presente do Peixe, à aparição dela na forma de Kali C, resignei-me a receber, com um pouco de medo, eu não entendo nada.
O bondoso leit@r sabe, os sentidos aparecem depois de a história contada, não há como adiantar isso, é ainda um embrião erguendo-se, se dilatando, reproduzindo-se a si mesmo, conversando consigo próprio, chegando nos sentidos.
O Teuba – Mateus Rocha - vai pegando tudo pra passar pra gente.

Veja:

segunda-feira, julho 20, 2015

Sexto dia tratando a uveíte no olho esquerdo e, embora tenha melhorado um pouco, ainda enxergando as manchas na luz das coisas. Eu não consegui quase nenhuma informação sobre o que pode acontecer no meu olho, porque na hora de minha consulta, por volta do horário de almoço, na sala dos exames, os médicos conversavam, não me lembro direito, mas enquanto meu olho era examinado naquele aparelho, o médico examinador falava de outro assunto com a médica que estava no computador digitando minha receita, assim, à vontade, ela digitava minha receita e falava de outro assunto, enquanto meu olho era examinado, boníssimo leit@r. E havia outros médicos, eles estavam todos na sala, meio que em horário de almoço.
Então, quando a médica no computador imprimia a receita, a impressora se descontrolou e não parou mais de imprimir e veio mais gente olhar o descontrole da impressora, que imprimiu sem parar 44 cópias de receitas pra mim. Ficou assim uma ventania de palavras nos médicos surpreendidos pela impressora descontrolada e fui sendo tirado da sala com as receitas na mão, o alvoroço desconcentrou tudo, ta se ligando, boníssimo leit@r?
Moral da estória: a outra consulta é dia 27.
Fui.


domingo, julho 19, 2015

Ontem, eu e Felipe experimentamos as músicas do show Poema Maldito com a participação do Theo e todos gostamos muito de como elas se aprumaram, de como elas prometem ficar, de como vão se formando.
A gente conheceu o Theo, no dia em que comemorávamos a chegada do disco aqui em casa, então, os sentidos vão se fazendo, não há muita escolha, é isso.
No apezinho da frente, portas abertas, Pedro estava conosco, ouvindo tudo, e curtiu muito também.
Tudo amor.

Fui.

sábado, julho 18, 2015

Ontem, voltando de Marapé, cidade que não existe mais em Atílio Viváqua e que vive agora em Paquetá, perguntei à equipe do “Peixe”, que estava comigo filmando, o que queriam dizer exatamente com a palavra bizarro, que a equipe usava muitas vezes meio que em quase todos os sentidos e, aí, me explicaram.
Então, boníssimo leit@r, fazer o Peixe, por esse mês, tem sido uma experiência grandemente bizarra. Porque, em ficção, estamos tentando refazer o caminho de um rio que vai pro mar e, aí, mergulhando nisso, revivo muita coisa que já tinha sido abandonada por mim, tudo o que deixei pra trás, por conta de minhas escolhas e, também, tudo somado à estória do meu olho inflamado, cego, como na estória do Édipo, o meu drama triste, vai se tornando em tragédia.
Eu disse ao Rafael que não fizéssemos uma estória triste, mas quase tudo é, o que me deixa um pouco envergonhado. Porque diante dela, sou muito fraco. Os meninos da equipe estão fazendo um trabalho profissional e, às vezes eu quero saltar pra isso também, tipo, não ser um peixe fora d’água, ser ator, mas peixe é no rio, o leit@r sabe.
Fora isso, partiu ensaio Poema Maldito, com Felipe Castro e uma experiência com Theo.

Fui.

quarta-feira, julho 15, 2015

A primeira vez que ouvi falar em uveíte, foi quando Mônica começou a tratar da sua. Então, quando o meu olho piorou e googuei pra ver se descobria o que era, vi que tinha todos os sintomas dela, menos a dor.
No exame de ontem, era uveíte. Comecei agora cedo com os remédios.
Vejam a primeira semana:

Tratamento de 35 dias  – 1° semana
Quarta-feira – dia 15 de julho de 2015 a 22 de julho

6 horas – 2 comprimidos sulfadiazina e 1 gota de dexametazona (olho esquerdo)

6:30 horas – 1 comprimido de pirametamida e 1 gota de Sulfato de atropina (olho esquerdo)

8 horas – 2 comprimidos de prednisona

10 horas - 1 gota de dexametazona (olho esquerdo)

11:30 – 1 comprimido de ácido folínico – em dias alternados – quarta-sexta-domingo-terça

12 horas - almoço 2 comprimidos sulfadiazina

14 horas - 1 gota de dexametazona (olho esquerdo)

18 horas - 2 comprimidos sulfadiazina e 1 gota de dexametazona (olho esquerdo)

18:30 - 1 gota de Sulfato de atropina

19 horas – jantar

22 horas - 1 gota de dexametazona (olho esquerdo)

00 horas - 2 comprimidos sulfadiazina

2 horas - 1 gota de dexametazona (olho esquerdo)



terça-feira, julho 14, 2015

Atores e não-atores vão sendo convidados pra apresentar a história que se desenrola no Peixe. O Maurício Lima é um doa atores convidados. Ele poderia ter sigo o Chiquinho, o Moisés, o Renato, o Gonzaga, o Pacheco, o Carvalho ... homens que viveram comigo, enquanto vivi na Cabeça de porco, nos anos 80.
Pedro tirou retrato da gente, enquanto conversávamos num canto de Paquetá.
Partiu, exame de vista.

Fui:


segunda-feira, julho 13, 2015

A piscina, a água, é uma coisa que faz a gente rir.
E foi muito divertida ontem a gravação do Peixe. E emocionante também. O boníssimo leit@r irá se surpreender com as ideias, os sentidos, os sentimentos, do Rafael.
Quando Pedro não está como ator e pode estar presente, ele faz o make off.
Adorei essa foto dele, onde Rafael e Bruno me olham por uma câmera sub-aquática:

domingo, julho 12, 2015

Luís Capucho

Hoje a gente vai fazer as cenas relativas à piscina, que frequento desde o ano 2000 e que substituiu a fisioterapia para a melhora de minha coordenação motora.
Para fazer comigo, Rafael convidou o cineasta Daniel Gonçalves, que é um cara que vive isso também.
Eu me lembro de, quando dei por mim na maca do hospital, ter pressentido nos amigos que me visitaram, a sombra de que meu sofrimento psicológico por estar entrevado, dificultasse minha recuperação. Mas não tinha sofrimento, eu me senti apoiado pela força de todos eles e, silenciosíssimo leit@r, a primeira letra que fiz. impossibilitado de compor, e que Mathilda Kóvak musicou, falava disso:

"Algo Assim
         (Mathilda Kóvak/luís capucho)

Com isso eu era pra estar magoado, deprimido
Com isso eu era pra estar chateado, enlouquecido
Eu era pra morrer enforcado, tomar veneno, me jogar da ponte
Algo assim
Mas não estou nada Luís
Estou mais Claudia, mais Lestat..". – o leit@r deve estar lembrado que Claudia e Lestat amavam sua condição...

E, quando a Fernanda me deixou frequentar sua piscina, aí, leit@r, era só a maravilha, vejam:

sábado, julho 11, 2015

Algo Assim - Luís Capucho

A ideia de fazer um documentário comigo é antiga, de muito tempo.
Antes que Rafael Saar, de verdade, começasse a fazer o Peixe, houve duas tentativas que não vingaram, por causa de orçamento, mas como é costume dizer agora, os documentários chegaram a ser iniciados, na guerrilha.
E, aí, aos poucos, foram se perdendo, sumindo...
O Peixe, de Rafael Saar, é verdade, tem uma estrutura pra acontecer.
E é ficção, tem um pensamento que interpreta o que de fato aconteceu, pra poder contar a história.
Eu, que sou o cara documentado, vivo tudo outra vez, como nos sonhos que se repetem, que não conseguiram ser ditos na primeira vez e tentam de novo, se contando de outra forma, tão se ligando, bons leit@res?
Por exemplo, ontem, estivemos em Paquetá, pra contar o vídeo que eu e Pedro fizemos da música Algo Assim, do CD Lua Singela, postado no you tube em junho de 2008. E pra contar de como as castanheiras de Marapé, no Espírito Santo, são agora as amendoeiras de Paquetá, com seu barulho de marolas e gaivotas sobrevoando a ilha.
Vejam o clipe que fomos documentar:

quinta-feira, julho 09, 2015

Enxergo cada vez menos do olho esquerdo, isso faz uns três ou quatro dias. Não é um defeito que tenha a ver com o grau da visão, porque quando coloco os óculos que Pedro me deu, o olho direito enxerga mais, mas o esquerdo fica na mesma. Há quatro dias, quando isso se agravou – eu percebi logo que acordei – fiquei desesperado, sentado na privada, no banheiro, apavorado, boníssimo leit@r! Mas o dia foi passando e fui me equilibrando num olho só e todo dia é assim, vou me afinando num olho apenas, a ponto de n’algumas vezes esqueçer que é um olho e não dois.
Claro, o pavor é o de outra vez ter de mudar tudo. Eu não quero parar com minh’As Vizinhas de Trás e, ontem, terminei uma delas, a do Renato, enquanto os meninos, junto ao Rafael, construíam o Peixe, aqui no apezinho.
Vejam:

terça-feira, julho 07, 2015

No estúdio da Ana Oliveira Rovati, fazendo o vídeo-retrato, em foto do Bruno Cosentino:




segunda-feira, julho 06, 2015

Em 1996, uma semana antes que eu rebesse alta do hospital onde me convalescia de uma coma de um mês, por conta de uma neurotoxoplasmose, os meus amigos se organizaram pra um show no Teatro Carlos Gomes, cujo lucro seria para que eu conseguisse pagar a conta do hospital.
O médico que cuidava de mim, teve a generosidade de acompanhar-me ao show. Ficou ao meu lado o tempo todo, até que a ambulância me levasse de volta pro Hospital.
Desse dia, entre as fotos, tenho uma em que meu amigo Marcos Sacramento está posando a meu lado. E é a partir dela que Rafael desenvolveu toda a cena que gravamos hoje no Teatro Municipal de Niterói, para o nosso filme Peixe.
Foi muita emoção, mas dessa vez, não chorei.
Foi tudo um sonho, e os que verão o filme depois, vão sonhar também.

Vejam:

domingo, julho 05, 2015

Ontem, estivemos no estúdio fotográfico da Ana Oliveira Rovati, eu, Bruno Cosentino e Vinicius Guerra pra fazer um video-retrato do Luís Capucho.
A Ana tinha me explicado o que era o video-retrato que seria feito, mandou uns filmes pra referência e tinha uns filmes com as estrelas do Andy Warhol.
Aí, silencioso leit@r, levei umas bananas pra comer, em homenagem ao pessoal da Factory.
E comi bananas antes de tocar.

Vinicius mandou uma foto, veja:

sábado, julho 04, 2015

sexta-feira, julho 03, 2015

Fiquei emocionado demais, quando entrei hoje no Cinema Orly pra gravar umas cenas do filme documentário de Rafael Saar, Peixe, que tem como fio condutor a minha obra lítero-musical, o leit@r silencioso sabe.
A Caroline foi quem nos recebeu, foi quem permitiu à gente olhar o cinema no esqueleto, sem as bichas todas que compunham o seu universo de ilusão.
Então, eu parei logo depois que desci a escadaria e fiquei chorando ali na cabeceira das poltronas. Era apenas o delírio das poltronas sem ninguém, as luzes acesas, o cheiro de porão do Orly, no vazio, lindíssimo, lindíssimo, lindíssimo!
Aí, o Rafael veio, me acariciou nas costas e depois começou a monitorar o que se tinha de fazer para que se construísse o Peixe.
O Dudu (Eduardo Cantarino) fez uma foto do momento em que eu declamava um trecho da letra de Cinema Orly - música parte da narrativa do livro – diante de Savannah e de um cara que estava para gozar em suas costas.

Veja:

quinta-feira, julho 02, 2015

Hoje passamos o dia às voltas com gravar cenas de rua, no centro do Rio, para o documentário-ficção baseado em minha obra lítero-musical nomeado por Rafael “Peixe”. Então, eu me lembrei de uma sereia desenhada numa porta ali perto do Arco do teles e onde eu tinha feito uma foto pro jornal O Globo, quando da divulgação do meu Cinema ìris. O Rafael curtiu a ideia e fomos procurar a sereia, mas ela não estava mais lá.
Encontramos uma outra, ali perto, num estacionamento de motocicletas.
É incrível como a cidade, ali, a região do porto, está recheada de desenhos com motivos marinhos, hoje, eu me dei conta.
É a sereia quem conduz a narrativa de meu Mamãe me adora.
É Nossa Senhora Aparecida, uma iara do rio Paraíba do Sul.
Por isso ela vai cantar no Peixe.

Vejam:

quarta-feira, julho 01, 2015

Em breve, o meu Cinema Orly estará disponível para silenciosos leit@res de língua inglesa, em tradução do Rodrigo Maltez Novaes.
Não me lembro como conheci o Rodrigo, mas pessoalmente vi ele pela primeira vez, quando estivemos em São Paulo e a gente se encontrou.
Pedi a ele que tirasse uns retratos meus e ele tirou.
Ele me falou do filósofo Vilém Flusser e do seu gosto pelo Cinema Orly. Depois, quando eu e Pedro tivemos a ideia de ter um trecho do livro sobre o filme Blow Job do Andy Warhol, foi ele quem leu. Mas acabo de ver que o youtube tirou o vídeo do ar, porque o Andy Warhol Museum reivindicou direitos autorais. Ta certo!
Agora, já ta na boca pra o livro existir sob demanda: