sábado, agosto 31, 2019

Poema Maldito - luís capucho

Poema Maldito, ontem, participação no show do Bruno
Cosentino, em Botafogo, no Audio Rebel.

quinta-feira, agosto 29, 2019

Essa foto Pedro tirou no dia em que apresentamos as músicas, eu e Felipe Abou, no kit do Paulo Barbeto. A foto centrada n’As Vizinhas de Trás, não é pra mim exatamente a lembrança que ficou. Porque o modo como eu vinha me relacionando com as músicas e o modo como elas, por elas mesmas, junto aos livros e Vizinhas, estavam para ser executadas, foi o que resultou naquele encontro com os meninos e meninas do Paulo, quer dizer, a Prática de Montação.
E sabe aquilo de o baseado ser apertado acabada a apresentação, tipo, a noite começa depois? Então, foi assim.

terça-feira, agosto 27, 2019

Realmente, me sinto bem feliz por estar enturmado com outros artistas e nessa sexta que vem estaremos enturmadíssimos. Primeiro vou participar do show do Bruno Cosentino, que foi, depois de eu ter começado a apresentar mais as minhas músicas, responsável pela aparição de minha Camisa de Apresentação. Isso vai ser em Botafogo. Depois, vou me juntar ao Lucas Parente, no baixo, e Vovô Bebê, na guitarra, na Lapa, para abrir o show de Lucia Santalices. Também chamei ao Paulo Barbeto pra falar um trecho do Diário da Piscina, na Inferno.
Ôh Glória!




segunda-feira, agosto 26, 2019

Eu fico feliz demais e cheio de entusiasmo quando outros artistas da música me elogiam gostando das minhas. Isso é uma coisa antiga e não é que eu fique mostrando-as só entre nós, amigos compositores. É que acho que sou mais tímido e somente depois do Poema Maldito é que comecei com os shows com alguma constância.
É uma coisa difícil, requer um investimento subjetivo, sair mostrando elas. Requer também um investimento de grana e isso eu não fiz, e não há nada nem ninguém que tenha aparecido para empreender isso, digo, com dinheiro. Eu tou falando assim, porque gerar essa vibração interior para mostrá-las, tem muito a ver com esse coletivo de outras pessoas artistas que aparecem pra mim e que me ajudam, sem saber, pra que eu forme em mim, como dizer, a chama de mostrá-las?
Então, é um fluxo de coisas que vão se achando e se formando e eu fico abismado, sim, porque há artistas pra quem isso não é uma questão, que pra mim, vai se formando pra sempre. Então, cheguei a um lugar e esse, ao mesmo tempo que se forma e se auto-ocupa, vai se deixando em outro e é esse o movimento. Ontem, eu e Pedro, fizemos esta foto:


Luís MMXIX

sexta-feira, agosto 23, 2019

Um dia frio assim e vou poder não sair de casa e tomar um banho quente. Hoje 23 de agosto de 2019 faz 23 anos de meu coma que modificou radicalmente a direção da minha vida, porque fiquei com a sequela motora, hoje, amainada. Fora isso, eu e Sacramento, num show que os amigos fizeram no teatro Carlos Gomes, pra pagar a conta do hospital:

quinta-feira, agosto 22, 2019


Depois das desaposentadorias e tudo o mais acontecendo a gente continua a vida torturada aqui atento aos absurdos, de tal forma que a chuva caindo em torno ao apezinho agora não vai inundar o vale, não vai afogar os vizinhos de baixo, os de trás, os bichos todos no entorno, os passarinhos nas gaiolas do vizinho de trás do de trás?


quarta-feira, agosto 21, 2019

Eu tou curtindo demais que meus livros e músicas tenham chegado ao lugar onde estão, quer dizer, talvez, agora, seja só mesmo deixá-los vibrar por eles mesmos, enquanto estou a me preparar pra dar um jeito na casa. Entre isso e sair para mover algo na rua Miguel de Frias. Entre isso e preparar o meu almoço. Entre isso e os próximos livros e músicas.

Sobre o lugar onde estão, quero dizer que ficaram sem moverem-se para trás, ganharam posição no halo das coisas vivas, foram pro alto, pro céu, entre as órbitas de outros corpos etéreos, como fazem as coisas mortas.

É isso aí!

segunda-feira, agosto 19, 2019


Eu, no violão, e Eduardo, na guitarra, olhando para Paulo Barbeto dramatizando a leitura do Diário da Piscina, no Salão da Glória e Paula, sob o olhar da última. Para ontem, minha Camisa de Apresentação ganhou de Elizângela duas medalhinhas: uma Nossa Senhora da Penha e a outra, Nossa Senhora das Graças.

domingo, agosto 18, 2019

A gente apresentou, ontem, as músicas com trechos do Diário da Piscina – o Ave Nada – eu e Paulo Barbeto, no Salão da Paula. O Ave Nada ficou muito mais lindo com a percusão dela e a guitarra do Eduardo. Pedro é produtor a-efetivo. Hoje vai haver outra vez. Estão todos convidados!



quinta-feira, agosto 15, 2019

O mundo inteiro sabe que o Pedro com a Carina estiveram com a Paula no Atelier de Indumentária e que isso ficou uma coisa meio fora, meio dentro, exatamente assim, meio a meio, tipo, são dois pra lá, dois pra cá, sentindo frio em minh’alma e tudo. E sabe também que eu e Paulo, no fim de semana passado abrimos essa frente Ave Nada, nuns amigos dele na Urca e que junto a tudo é o aprendizado da vida, brincos iguais ao colar e a ponta de um torturante band-aid no calcanhar.
O caso é que vamos levar um pedaço do Ave Nada para a Jam Session do bazar-brechó, em Botafogo, nesse fim de semana. E, dessa vez, o Ave Nada ganha a guitarra do Eduardo e a percussão da Paula. Tudo em meio às roupas no varal, que no fim são o motivo de tudo, roupas, roupas, roupas...
Estão todos convidados!
Vejam:

terça-feira, agosto 13, 2019


Há muita coisa acontecendo em torno ao apezinho.
Daqui ouço o trânsito escasso da rua e ouço os passarinhos e cachorros.
Galinha é passarinho?
Também as ouvi, um pouco antes de acordar, quer dizer, de sair da cama.
Estas coisas todas acontecendo ao redor dele, do apezinho, rumam pra onde, pra que acontecimento, pra que clímax, só pra o paroxismo da morte?
Tenho dito muito, já reparei em mim dizendo sempre que não sei das coisas que faço, não sei porque vivo, porque não me sinto pertencer ao fluxo continuado das coisas vivas, das coisas revivas, das coisas todas acontecendo ao redor daqui, dessas paredes.
Isso não é uma decisão que eu tenha tomado. Porque a morte não é uma escolha que eu tenha feito.
Fora isso, apenas arrumando o caminho do padre passar...

segunda-feira, agosto 12, 2019

Estamos passando por essa situação horrível de violação de direitos das pessoas que se aposentaram no início da epidemia da AIDS, os Sobreviventes da AIDS, que foram meio que cobaias dos primeros antirretrovirais e, que agora depois de anos afastados, retiram-lhes os proventos e lançam de volta ao mercado de trabalho. Uma barbaridade, uma tortura, uma crueldade com essas pessoas já com mais de 50 anos, entram agora na velhice precoce das comorbidades dos remédios e do vírus. Uma coisa de matar!
Fora isso, apresentamos, eu a Paulo Barbeto, o Ave Nada, no sábado, na casa de uns amigos dele.Quem quiser, será só chamar, 
que iremos:

sábado, agosto 03, 2019


Essa é a Kika, minha vizinha da casa ao lado, de baixo.
Ela fica sozinha em casa todos os dias e sempre no mesmo horário, assim, umas 15 h, começa a se desesperar. Aí, ela chega na grade e fica latindo. Eu chego na minha janela, falo com ela, dou psiu, chamo-lhe pelo nome Kika. Ela fica feliz, fica num outro desespero, abanando o rabo, feliz, fica de lá pra cá, indo e voltando, olha pra mim, se desespera desse jeito.
Ontem, tirei essa foto: