sábado, novembro 29, 2014

Ontem, fomos assistir ao lançamento do disco novo Autorretrato do parceiro Marcos Sacramento.
É um som pra ouvidos treinados, assim,  jazz no samba, rock and roll no samba, evoluções surpreendentes no samba, mesmo que o samba não tenha querido, silenciosíssimo  leit@r.

Eu e Pedro ficamos sentados no balcão, porque não tinha mais lugar e foi um lugar bonito de assistir ao sacramento que ora cantava num lugar, ora noutro, do salão.

Para os que curtem música de ouvir e que estão no Rio de Janeiro, hoje tem de novo:


quinta-feira, novembro 27, 2014

Marcos Sacramento por ele mesmo.
Lançamento do CD Autorretrato,  amanhã e depois:


quarta-feira, novembro 26, 2014

segunda-feira, novembro 24, 2014



Essa semana é definitiva para ajustar os últimos detalhes do Poema Maldito e mandar pra reprodutora. É um momento cheio de adrenalina, esse, em que se junta o pessoal da cozinha para aprontar o deguste do pessoal que está na sala. O leit@r me entende. E o pessoal da sala vai curtir. Estamos caprichando.
O leit@r sabe que, hoje em dia, não é como era antigamente. A gente da cozinha vai se juntar à sala pra brindar o bichano. Calmaí que a gente já ta aprontando.
Fui.

sábado, novembro 22, 2014



Ouvindo a máster que Felipe aprontou, ontem, para que, se estiver tudo certo, mandemos reproduzir os Poemas Malditos. Aí,conseguiremos que os colaboradores tenham o disco pro Natal. É meio uma escuridão isso, boníssimo leit@r, porque não dá pra saber como está. A gente ta envolvido demais no disco pra olhar de fora e ter uma noção. Eu tava dizendo pro Felipe, ontem, que tudo é assim, a gente só vai saber, quando as pessoas ouvirem. É assim com todas as coisas. A gente não pode saber, embora tenhamos feito o que melhor pudemos fazer, ajustamos tudo no melhor que a gente achou, porque, no final, o que queremos, no trabalho de registrar essas 11 músicas selecionadas para o “Poema...”, é que o disco esteja bonito de se ouvir. Esse é o fim. A gente faz o melhor que consegue, mas quem vai saber mesmo, é quem vai ouvir.
O Felipe disse:
- É um momento de confusão, mas a gente segue a intuição e o coração – tudo em rima.
Fui.

sexta-feira, novembro 21, 2014



É difícil demais pintar branco, mas fiquei satisfeito com os problemas de meu branco para As Vizinhas de Trás – Poema Maldito que tou fazendo em casa. Em sala de aula, estou fazendo outra dessa série, mas em sala usamos tinta acrílica, o bom leit@r sabe. E ainda não sei qual será o resultado de meus brancos com acrílica. Eu expliquei ao professor o que quero fazer. Ele ficou olhando com aqueles olhos desconfiadíssimos que tem, olhando de cima, de soslaio, meio com soberba, de longe, mas sempre em desafio. O professor não interfere, acho que já falei isso e, quando a gente pergunta, ele diz o que ele acha. Sobre os meus brancos, ele disse:

-Ué, tudo vai depender de como você vai fazer...

A Catarina, minha colega de turma, fica implicada com esse estilo do professor e desafia ele de volta:

- Sim, tudo depende e você não me diz! - e, aí, ele vai saindo de sala, como quem não ouviu.

Foi.

quinta-feira, novembro 20, 2014

Vai querer?


Essa Semana a gente foi assistir ao show do cantor Mateus
Aleluia.
Eu me identifiquei, leit@r. Ele estava todo de branco e
tinha uma voz rachada, escancarada, que explodia antes de sair da boca, na
garganta, ta se ligando, e era acompanhado por seu violão tranqüilo.
Havia outros músicos, que formavam com ele no palco, assim,
uma meia lua. E sua filha, que tocava um teclado e que dividia o vocal com ele.
O Mateus Aleluia foi de uma banda do recôncavo baiano, Os
Tincoãs, que  atuou nos anos 60, bom leit@r. Nós, eu e Pedro, estivemos em sua terra natal – Cachoeiras - sem saber
que ele existia. E tivemos muitas lembranças, porque foi lá que fizemos o vídeo do” Vai Querer?”, minha música com Suely.
Veja:

quarta-feira, novembro 19, 2014



Às voltas com o branco que é o fundo da primeira As Vizinha de Trás – Poema Maldito, que apronto. Consegui dar uma melhorada, quer dizer, consegui que se aproximasse do que imaginei. O leit@r sabe, o Guilherme Arantes já clamava num sucesso, acho que dos anos 80:
...”infelizmente, nem tudo é, exatamente, como a gente quer. Deixa chover! Deixa a chuva molhar! Dentro do peito tem um fogo ardendo...”
Então, imaginei um lance e o resultado foi outro. Mas também, como eu iria querer conseguir colocar na tela um branco com a mesma textura do branco de minha imaginação? Como eu iria conseguir com minha experiência me aproximar dos brancos de Francisco de Goya, leit@r? Nem é porque eu tivesse imaginado seus brancos, não foi isso, porque cada um tem o seu branco de imaginação. E o meu, como o dele, era de imaginação, se liga...
Está me parecendo que fazer tela, mesmo de imaginação, seja mais real que música e livro, boníssimo leit@r.
Mas não é, né? Não é.
Fui.