sábado, março 31, 2012

O pai da moça que mora atrás, entra sempre pelo nosso portão rumo à casa dela e, depois de meus esbravejamentos lá pra baixo, começou, ao passar por mim, a me olhar fixo, como quem fosse me dirigir impropérios, mas passa me olhando em silêncio, uns olhos vermelhos de vício, cheios de cachorros bravos.
- Mãêêêêêêêêêêêêê!

sexta-feira, março 30, 2012

Precisava ir na rua fazer umas coisas, mas a greve dos ônibus continua.
Minha casa também continua a se enrolar sempre mais na bagunça, mas não consigo me decidir por desenrolar, quer dizer, eu precisava só inverter a direção do movimento e não ficar só contemplando, enquanto a desordem cresce, como grama.
Acordei com a voz de Seu Valmir lá fora.
Quando abri a janela, ele conversava com a Vizinha Debaixo de minha Vizinha de Janela.
- Preciso falar com você – ele disse e veio me pedir o telefone de Zoraide.
Perguntei se ele pintaria a parede lá de trás pra mim.
Vai pintar.
Isso parece ser um início de mudança de direção.
Aí, reclamei com ele do pessoal de trás.

quinta-feira, março 29, 2012

Ontem, o dia inteiro sem energia elétrica.

O pessoal de baixo pediu que eu descesse e ligasse pra ampla do telefone deles. Desci e fiquei observando-os, enquanto ouvia a gravação interminável da ampla falando no meu ouvido. Não estava ninguém em casa, somente o casal de velhos, quer dizer, têm a minha idade, mas já são avós. Fiquei me lembrando de mamãe, que também não tinha expediente de resolver coisas, assim, burocráticas. Depois, quando a atendente falou, disse alguma coisa como “ mandaremos o pessoal da emergência verificar o problema”, mas só vieram hoje.

Acordei cedo para ir ao médico, mas não havia ônibus, então, fiquei ouvindo a rádio tupi, enquanto terminava de acordar. Depois, ao invés de limpar a casa, voltei a ler o livro do William Burroughs.

Fiquei deprimido...pelo que entendi, o prazer da droga é vegetar. Possivelmente, esse será um estado superior ao do animal que somos.

Fui.

quarta-feira, março 28, 2012

Como não gosto de fazer, acordei mais tarde hoje.

O pessoal de trás chegou tarde da noite e ficou conversando entorno à cerveja, embaixo de minha área.

Então, não vou ficar pedindo a toda noite ou avisando que eles me atrapalham dormir.

Fechei todas as janelas, por onde entrava seu burburinho e me ajeitei na sala pra dormir.

Demorei a pegar no sono...

Que coisa!

terça-feira, março 27, 2012

Lendo Junky, de William S. Burroughs, presente de Marcos Sacramento.

No prefácio, de Joca Reiners Terron, me interessei pelo tradicional Asno de Ouro, de Lucio Apuleio, romance do século II depois de cristo e que serviu como fundo para Sonho de uma noite de verão, de Shakespeare.

Quer dizer, silencioso leit@r, o pensamento da gente é uma rede virtual em que uma idéia leva à outra e outra e, assim, a gente vai tecendo o crochê do pensamento como na imagem dos galos tecendo a manhã, no poema de João Cabral de Melo Neto e como, quando estamos on line.

Fora isso, as tarefas da casa: lavar roupa, fazer comida e as outras coisas que não consigo.

Abaixo, um frontispício de Apuleio, como eu, entre a ave e o burro:

segunda-feira, março 26, 2012

Como previu Stanley Kubrick em Laranja Mecanica, todos os tempos finalmente se tornaram simultâneos. Entrar no Youtube é entrar num universo paralelo onde Carmem Miranda é contemporânea de Michel Teló. Não se sabe mais se Internet é coisa do futuro ou do passado. O acervo da cultura mundial vai sendo digitalizado pelos próprios fãs e os artistas independentes colocam online seus preciosos arquivos, que nem sempre puderam ser lançados e divulgados na época em que foram feitos. A Internet é atemporal, como a música. Curtam esse clipe inédito de Kali C., feito imediatamente: em 2001, ao mesmo tempo em que Lady Gaga em 2012 deitava em sua maca chique em Marry The Night.
(Suely Mesquita)

domingo, março 25, 2012

A cada dia o entorno de minha casa, minha comunidade, mais me incomoda e não tenho pra onde ir! Tenho me angustiado amiúde, porque, antes, achava que, em eu reclamando, isso bastasse pra que resolvessem ficar um pouco mais quietos, mas depois de ter reclamado bastante, vejo que não há jeito pra isso. A constância em que se reúnem, no pessoal de trás pra beber cerveja, continua igual e, outra vez, debruçado em minha varanda, altas horas da noite, me indispus e esbravejei lá pra baixo.

Quer dizer, silencioso e amigo leit@r, tenho comentado com todos os amigos de perto sobre isso e, de falar com eles, nenhuma das coisas que me passam pela cabeça me vêm como solução. É certo que terei de ir embora daqui e isso não se faz de uma hora pra outra.

Fora isso, a Ana Pérola me mostrou um cartão de uma amiga sua, a Caroline Pires. Vejam que lindo!

quinta-feira, março 22, 2012

quarta-feira, março 21, 2012

Estamos a cada dia mais próximos de quando lançaremos o CD “Cinema Íris” pelo selo da Multifoco.

Será uma data no início de maio!

No mesmo dia e lugar será lançado o livro “Mamãe me adora”, que inaugurará o selo “Edições da madrugada”, da editora Vermelho Marinho.

Fora isso, tem show no Reserva+, dia 18 de abril!



terça-feira, março 20, 2012

Além de fazer o emocionante "Eu quero ser sua mãe", Rafael Saar fez um wikipédia para mim, veja silencioso leit@r:

luis capucho

segunda-feira, março 19, 2012

Mamãe dizia que a manhã passava muito rápido.

Pedro, ontem, disse que seu domingo voou.

E eu vou fazer 50 anos, bom leit@r, na sexta-feira!

Que coisa!

domingo, março 18, 2012

Luís Capucho - Eu quero ser sua mãe

O cantor e compositor Luís Capucho lança o video-clipe da música "Eu quero ser sua mãe". Faixa do seu disco inédito "Cinema Íris", foi composta por Capucho em 2006 , que traz em segundo álbum, além de músicas completamente autorais, parcerias com Mathilda Kóvak, Suely Mesquita, Kali C., entre outros, com direção artística de Marcos Sacramento e produção de Paulo Baiano. "Eu quero ser sua mãe" traz no violão e voz, Luís Capucho, teclados, sinth bass e drums de Paulo Baiano, guitarra de Eduardo Marcolino, Marcos Sacramento e Clara Sandroni nos vocais.
O video-clipe tem direção de Rafael Saar, com direção de arte de Luciano Fernandes, e num aspecto auto-biográfico traz como ator o companheiro de Luís, Pedro Paz.
Com lançamento simultâneo de seu livro "Mamãe me adora" (Selo Edições da Meia-noite), o álbum "Cinema Íris" sai pelo selo Multifoco em maio de 2012.



sábado, março 17, 2012

sexta-feira, março 16, 2012

LUÍS CAPUCHO - MÁQUINA DE ESCREVER

A Rose Madeo, que estava na Fnac no dia do 1º escontro de escritores de literatura com temática gay, filmou na sua máquina de retratos, quando cantei Máquina de Escrever. E só agora me dei conta que pulei um pedaço da letra.
Que coisa!

quinta-feira, março 15, 2012

Segue teu destino - Maria Bethânia canta Fernando Pessoa

Depois do café, fiz os exercícios fonoudiológicos indicados para a manhã, quando acordo. Tenho a esperança de que tais exercícios ajudem para que o encaixe de minha mandíbula na cara, não se estrague de vez.

Fora isso, ouçam que bonito a canção que Valfredo mandou:


quarta-feira, março 14, 2012

Voltando da Fiocruz, onde fui para um atendimento fonoaudiológico.

Adorei o atendimento. Voltei pra casa com uns exercícios a serem feitos por quinze dias ao acordar e na hora de dormir. A fonoaudióloga me fez esclarecimentos importantes a respeito de minhha sequela vocal. Acredito que com as suas sessões, eu vá entendendo sempre mais. Vamos ver...

terça-feira, março 13, 2012

O garoto pediu licença para sentar na janela e entrou. Se esparramou a meu lado de tal maneira que tive de me espremer no meu canto. No ímpeto, empurrei sua perna, desencostando-a da minha. Teimosamente e sem noção, sua perna pendulou pra lá e voltou a ficar esquentando-se colada em mim. Fiquei chateado, olhei pro resto do ônibus e só havia lugar vago ao lado de uma mulher gorda e de outro rapaz que se esparramava a duas poltronas a nossa frente. Fiquei um tempo fermentando minha raiva ao lado do garoto idiota, porque não queria ir pra o outro banco e continuar incomodado com pouco espaço. Aí, pensei que eu poderia ter dinheiro para comprar um carro e pensei em como eu venceria o medo do trânsito e como eu aprenderia a dirigir e tal. A perna do garoto se encostando em mim tornou-se insuportável e escolhi a mulher gorda para me sentar ao lado. Mulher é superior a homem. Quando me sentei, ela se encostou ao máximo pro outro lado e me deixou livre!

Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

segunda-feira, março 12, 2012

Ontem, Rafael Saar e o Luciano foram no Pedro filmar um vídeo para “Eu quero ser sua mãe”, uma das músicas que incluí no CD “Cinema Íris”. A idéia foi brincar com as autobiografias e o Pedro foi nosso ator principal. Sua casa e Neno foram coadjuvantes. Rafael mandou duas fotos, veja que lindas, bom leit@r:

domingo, março 11, 2012

Acordei duas horas da manhã com o burburinho do pessoal de trás e ajeitei minha cama na sala, onde os barulhos ficam amortecidos. Depois, ao acordar com a claridade do domingo, voltei para o quarto, porque de manhã, o pessoal de trás, ressaqueado, ressona e faz um silencio delicioso, de morte, e a gente só escuta, atravessando os vidros da janela, os gritos dos passarinhos engaiolados do vizinho de baixo, quer dizer, bom leit@r, o passaredo engaiolado e gritando é melhor que burburinho de gente no silêncio da madrugada.

Fui.

sexta-feira, março 09, 2012

Alvíssaras! Estamos cada dia mais perto de ter na praça o meu “Cinema Íris” e o “Mamãe me adora”. E isso me deixa muito satisfeito! Ontem, tive a notícia de que o “Cinema Íris”, a ser lançado pelo selo da Multifoco, está previsto para o início de maio de 2012, e que o “Mamãe me adora”, inaugurará o selo editorial “Edições da madrugada”, um selo da editora Vermelho Marinho. Tudo isso será conciliado numa mesma data e local, quer dizer, bom leit@r, estamos nos colocando a postos!

O CD “Cinema Íris” tem sua produção, desde o nome, situado nos arredores da Lapa. O escritúdio onde foi gravado fica no charmoso prédio do Odeon, na Cinelândia. Sua capa foi confeccionada pelo Ateliê Indumentária, que fica atrás dos Arcos. A Multifoco fica na Mem de Sá e o cinema fica por ali também...quer dizer, silencioso leit@r, início de maio desse ano!

Além disso, ta pintando um showzinho pra fazer.

Vou avisar...


quinta-feira, março 08, 2012

Tenho desenvolvido a teoria de que as frutas de origem não brasileira, mas cultivadas e desenvolvidas aqui, adaptadas ao nosso clima e solo, por uma questão, assim, silencioso leit@r, digamos, ecológica, são mais aprazíveis ao meu paladar. Daí que pensei gostar mesmo e mais da maçã gala, cultivada no sul e ainda penso, por conta dessa minha mesma teoria, que gosto mais do vinho feito aqui e que são vinhos e maçãs mais em conta nas prateleiras dos supermercados, quer dizer, sou mesmo um homem romântico...

Então, além de ter diminuído a quantidade de café pela manhã, decidi não tomá-lo mais em jejum, porque, aí, tem também o tomar remédios e, o meu bom leit@r sabe, comecei a forrar o estômago com uma maçã, pela manhã.

E, agora, descobri as maçãs fuji...hummmm... são japonesas, mas têm aqui!


quarta-feira, março 07, 2012

Conheci Nelmar Rocha, quando me apresentei com Paulo Baiano, na 3ª Semana da Canção de São Luis do Paraitinga, SP. Então, ela tinha ficado de fazer uma matéria comigo para o seu boletim musical, que de semana a semana é jogado na sua mala direta informando aos seus leit@res sobre as notícias musicais da vez.

Mas, aí, só agora, que voltei a Sampa para o Festival Catarse, Nelmar, aderindo à campanha “Grava Ney!”surgiu, de verdade, a oportunidade de me noticiar no seu semanário.

Veja, bom leit@r:

“Prestes a completar 50 anos no próximo dia 23, o compositor e escritor capixaba de

Cachoeiro do Itapemirim, Luis Capucho, esteve em Sampa dia desses para participar do

projeto Catarse (aquele que reuniu em 3 dias dezenas de artistas numa grande festa na Casa das Caldeiras). Capucho (que mora em Niterói/RJ) causou surpresa ao apresentar-se ao violão, acompanhado pela guitarrista Lucinha Turnbull. Num evento onde as atrações musicais eram todas “barulhentas” – no bom sentido, é claro -, Capucho chegou de mansinho, um pouco tímido, confessando que inicialmente se apresentaria sozinho, mas que encontrara Lucinha nos camarins e não perderia a oportunidade de tocar com a guitarrista.

Também surpreendeu o público ao comentar que pela primeira vez estava

“vendo” a cidade das oportunidades de outra forma, pois o namorado estava lhe mostrando uma outra São Paulo, com lugares cheio de histórias - mais tarde ele me confessaria que agora conseguia olhar os prédios da cidade com beleza e não como um elemento opressor.

Capucho esteve poucas vezes em Sampa. Uma delas foi para fazer uma participação

especial no show da cantora e compositora carioca Suely Mesquita. Esteve também em

São Luiz do Paraitiniga em 2009 durante a Semana da Canção, quando participou do festival de música e onde o ouvi pela primeira vez.

Numa outra ocasião, veio à cidade para lançar seu primeiro livro, Cinema Orly, considerado um clássico da literatura LGBT pela militância gay. Com ele, Luis ganhou o prêmio Arco-Íris dos Direitos Humanos. “No futuro, ele será um clássico da literatura brasileira porque o ponto de vista dos meus livros, do Cinema Orly, é um ponto de vista homossexual; mas a sociedade que eu espelho é a sociedade brasileira. Então, é literatura brasileira!”, declara o quase cinquentão (rs). Em breve, ele deve retornar a SP para lançar seu terceiro livro, Mamãe me adora – o 2.º é Rato, lançado pela Ed.Rocco. Antes,entretanto, ele vem lançar (esperamos) seu 2.º CD, Cinema Iris.

Grava, Ney!

Luis Capucho tem um CD lançado, Lua Singela, e composições gravadas por Cássia Eler, Marcos Sacramento, PedroLuis, Arícia Mess, Daúde, entre outros. E, quem sabe, Ney Matogrosso poderá, em breve, fazer parte dessa seleta lista. Seria uma honra para Capucho, afinal, ter uma composição gravada por um dos mais renomados intérpretes do Brasil não é pra qualquer um. E se depender dos amigos, isso pode acontecer. Atualmente, na internet, a campanha Grava, Ney! vem ganhando força. Eu explico: há alguns meses, Ney Matogrosso disse no programa Metrópolis, da TV Cultura, que ia fazer um disco com “os malditos” da MPB. E citou, entre outros, Luis

Capucho – muito embora ele, Ney, não goste desse termo, mas era (é) um “gancho” para o disco. Ney estava ouvindo a canção Cinema Iris, de Capucho, mas apesar de gostar da música, tem uma palavra na letra que Ney tem receio de gravar e ser censurada: masturbando-se.

Os amigos de Capucho, então, começaram a campanha Grava, Ney!

Agora, cá entre nós: será que todos não sabemos que os tempos mudaram???”

Nelmar Rocha.

terça-feira, março 06, 2012

Acordei cedinho pra levar minha urina na Fiocruz.

Também tinha uma consulta com o otorrino e fiz isso. A Dra examinou meu nariz e fundo da garganta e disse que o remédio que ela havia receitado, deu resultado. Estou melhor.

Então, ela me deu um encaminhamento para fonoaudiologia.

Tenho a impressão, que, depois de meu coma, há mais de 10 anos, com sequelas vocais, foi a primeira vez que recebo um encaminhamento para fonoaudiologia! A fonoaudiologia que fiz ou faço, sempre foi iniciativa própria.

Então, a Dra me deu o encaminhamento para a fono, com uma série de informações erradas e voltei à sua sala, para que ela as corrigisse, porque, silencioso leit@r, os doutores, quando a gente chega para a consulta, anotam o que dissemos no seu computador, e, aí, todos os computadores médicos da Fiocruz, recebem aquela mesma informação.

É claro que os doutores escrevem o que a gente disse, do jeito como eles ouviram. E, aí, a verdade, para eles, torna-se não o que a gente disse, mas o que eles escreveram no sistema, ta entendendo, bom leit@r?

Então, eu disse:

- Dra, entrei em coma em 1996 e não em 1976... – e ela corrigiu a minha folha de encaminhamento, mas não corrigiu no computador. Tive o ímpeto de pedir-lhe que corrigisse a informação no sistema e que aproveitasse também para corrigir outras informações erradas do encaminhamento. Tudo no computer dela e que fica como sendo a verdade do centro de pesquisas médicas da Fiocruz.

Mas ela já tava gritando outro paciente e vim embora...

segunda-feira, março 05, 2012

Em casa para coleta de urina 24 horas (clearance de creatinina).

Ontem, à noite, enquanto o pessoal da frente fazia a algazarra da cerveja, fiquei folheando o livro Insônia, de Graciliano Ramos, que Valfredo me deu. È um livro de contos e li o conto chamado Minsk.

Graciliano, do que já li, tem um jeito de escrever seco, de homem solitário e sem muitas palavras. Sei que é contraditório dizer assim de um escritor, que tenha poucas palavras. Mas é a impressão que me fica de seus livros. São livros sem umidade, porque umidade é coisa de escritora...rs.

Mas esse conto, Minsk, é cheio de ternura e dó, silencioso leit@r.

Que coisa!

sábado, março 03, 2012

Pedro me presenteou com um filtro de cerâmica e minha taruíra
gosta de ficar encostada em seu pé, no barro fresco. Acho que fica malocada ali
entre os sacos de remédios, à espreita de algum bichinho que, sem vê-la,
sobrevoe a sombra fresca de meu filtro. Minha taruirinha é, na verdade, um pequeno
monstro predador. E hoje, que estou na casa de Pedro, Neno, malocado de uma
forma diferente, dentro de sua própria preguiça, refestelado sobre a mesa do
computer, sem que eu saiba como se deu, acaba de pegar um camaleão que entrou
na sala.
Eis, o monstruoso mundo animal, silencioso leit@r!
Fui.

sexta-feira, março 02, 2012

Uma descrição do encontro na FNAC e fotos estão aqui:

http://kikoriaze.com/2012/03/01/foi-realizado-o-1-encontro-de-escritores-cariocas-de-literatura-com-tematica-gay/

Fora isso, quando estivemos em Sampa, no prédio em frente ao apartamento em que nos hospedamos tinha uma festa de Tracker Music. Quando chegamos tarde da noite do Catarse tava rolando a festa e tal. Aí, no dia seguinte, quando a gente acordou e tomou café e olhou pela janela, os jovens festantes ainda dançavam na sacada ao sol.

A gente se colocou, de nossa vez, em nossa sacada e ficamos olhando. Eles nos deram adeusinho, fizeram sinais para que fôssemos dançar também. Descemos o prédio e fomos. Quando entramos, tocavam as últimas músicas. Já iria dar 11 horas da manhã e o pessoal de olhos arregalados deixava o salão.

Quem nos recebeu foi o Julio.

Pedro deu minha música Ponto Máximo pro DJ tocar. Depois me fotografou com Júlio.

O resto é indescritível agora. Preciso de mais tempo... Vejam eu e Julio, no interior do prédio:


quinta-feira, março 01, 2012

GIRAFA - Luis Capucho

A turma colorida, ontem, depois de nossa falação, na FNAC de Barra:




Rai, amigo virtual de João Pessoa, postou minha Girafa, numa gravação caseira que lhe mostrei. Veja bom leit@r: