Não pára de chover em Nikity, desde ontem à noitinha. Também pudera, estava fazendo muito calor.
O almoço com o pessoal da piscina foi muito legal, embora tenha ido pouca gente. O pessoal adorou ficar conversando, porque na piscina, enquanto nadamos, não há conversa.
É incrível como as mulheres ficam diferentes fora do ambiente da água.
E é incrível que essa diferença fique apenas por conta dos cabelos que, então, elas usam soltos, brilhantes, coloridos, secos. Seus cabelos transformam as mulheres em seres estranhos, irreconhecíveis, como se nunca as tivéssemos visto antes. Que coisa!
quinta-feira, dezembro 13, 2007
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Muito calor em Nikity City e a cidade toda enfeitada para o Natal.
Ontem, fomos ver um filme sobre Edith Piaf e gostamos bastante.
Hoje, vou almoçar com o pessoal da piscina.
Sob algum ponto de vista que não seja o meu, generoso leit@r, tudo se torna inteligível.
Deixei um scrap pra Drica Novo para ver se ela me ensina a atualizar meu site e, então, que eu possa colocar nele uma janela sobre meu livro Rato, pois que só aparecem lá o Lua Singela e o Cinema Orly.
Espero que ela possa me ajudar.
Eu tinha pedido ao Valentim, mas acabou que os acontecimentos foram rolando e a despeito da boa vontade dele em me auxiliar, nada aconteceu.
Que coisa!
Mudando o assunto, mas sendo o mesmo assunto, às vezes, fico pensando em bolar uma estratégia para seguir com relação a minha vida de artista e devo mesmo fazer isso e não deixar que tudo role ao leo. Eu sei que uma música, um livro, têm força própria e que seguem seu próprio caminho independente de mim e tal. Essas coisas são seres com independência, bom leit@r, e mesmo que eu sinta ciúme ou seja que sentimento for, eles seguem o caminho deles e eu que me foda.
Mesmo assim, gosto de pensar que estarão sempre comigo e que dependem de mim para irem, tão se ligando?
Por isso, preciso parar num canto e tecer meus planos para 2008.
Vivaaaaaaaaaaaaaa!
Vivaaaaaaaaaaaaa!
Vivaaaaaa!
Ontem, fomos ver um filme sobre Edith Piaf e gostamos bastante.
Hoje, vou almoçar com o pessoal da piscina.
Sob algum ponto de vista que não seja o meu, generoso leit@r, tudo se torna inteligível.
Deixei um scrap pra Drica Novo para ver se ela me ensina a atualizar meu site e, então, que eu possa colocar nele uma janela sobre meu livro Rato, pois que só aparecem lá o Lua Singela e o Cinema Orly.
Espero que ela possa me ajudar.
Eu tinha pedido ao Valentim, mas acabou que os acontecimentos foram rolando e a despeito da boa vontade dele em me auxiliar, nada aconteceu.
Que coisa!
Mudando o assunto, mas sendo o mesmo assunto, às vezes, fico pensando em bolar uma estratégia para seguir com relação a minha vida de artista e devo mesmo fazer isso e não deixar que tudo role ao leo. Eu sei que uma música, um livro, têm força própria e que seguem seu próprio caminho independente de mim e tal. Essas coisas são seres com independência, bom leit@r, e mesmo que eu sinta ciúme ou seja que sentimento for, eles seguem o caminho deles e eu que me foda.
Mesmo assim, gosto de pensar que estarão sempre comigo e que dependem de mim para irem, tão se ligando?
Por isso, preciso parar num canto e tecer meus planos para 2008.
Vivaaaaaaaaaaaaaa!
Vivaaaaaaaaaaaaa!
Vivaaaaaa!
terça-feira, dezembro 11, 2007
Não sei o que aconteceu que minha exclusão do Orkut, não rolou.
Pode ser que ela ainda vá acontecer, mas por enquanto, consigo entrar lá. Apenas, uma vez ou outra, aparece uma janela dizendo não ser possível abrir a página, mas se tento uma segunda vez, abre.
É possível que eu esteja vivenciando aos últimos estertores de minha vida no Orkut, entretanto, não há nisso drama algum, pois logo que eu queira, entrarei outra vez...crio outra conta e terei outra vida...
O motivo porque eu quero sair de lá, é porque eu não quero mais, e isso explica tudo, generoso leit@r. Quero me esconder num canto, como um gato que pensa que vai morrer...deixa quieto.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Pode ser que ela ainda vá acontecer, mas por enquanto, consigo entrar lá. Apenas, uma vez ou outra, aparece uma janela dizendo não ser possível abrir a página, mas se tento uma segunda vez, abre.
É possível que eu esteja vivenciando aos últimos estertores de minha vida no Orkut, entretanto, não há nisso drama algum, pois logo que eu queira, entrarei outra vez...crio outra conta e terei outra vida...
O motivo porque eu quero sair de lá, é porque eu não quero mais, e isso explica tudo, generoso leit@r. Quero me esconder num canto, como um gato que pensa que vai morrer...deixa quieto.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Eu e Pedro fomos ver, ontem, aqui em Nikity, o espetáculo de Elisa Lucinda, Parem de Falar Mal da Rotina. O teatro estava cheio e, no final, todos aplaudimos de pé. Todos adoramos...
Um senhor que se sentou na fileira de poltronas imediatamente atrás da nossa, ao ouvir Elisa Lucinda cantar, gritou para sua mulher, que estava a seu lado:
- Ela canta chorando?
- Quem? – a mulher perguntou pasma.
- Ela, a Elisa – ele disse apontando.
Fiquei na minha, olhando para Elisa e ri comigo mesmo da observação do senhor mal-humorado. Quando Elisa começou a argumentar sobre o erro de alisarem cabelos crespos, ele, então, gritou muito mais alto:
- CABELO COM HENÈ FEEEEEEEEDE! – silêncio total, a platéia inteira do teatro lotado estava toda dominada por Elisa Lucinda e não entendeu muito bem aquela bola-fora do homem mal-humorado.
Elisa estava muito à vontade, repetia as cenas e pedia mais aplausos. Todos nos divertíamos muito. Uma senhora a nossa frente gritou:
- Elisa, você é maravilhOOOOOOOOOOOOOOOOOOOsa!
No final, esperamos no hall do teatro para falar com ela. E falamos.
Em casa, comemos um sushi do Pedro.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Um senhor que se sentou na fileira de poltronas imediatamente atrás da nossa, ao ouvir Elisa Lucinda cantar, gritou para sua mulher, que estava a seu lado:
- Ela canta chorando?
- Quem? – a mulher perguntou pasma.
- Ela, a Elisa – ele disse apontando.
Fiquei na minha, olhando para Elisa e ri comigo mesmo da observação do senhor mal-humorado. Quando Elisa começou a argumentar sobre o erro de alisarem cabelos crespos, ele, então, gritou muito mais alto:
- CABELO COM HENÈ FEEEEEEEEDE! – silêncio total, a platéia inteira do teatro lotado estava toda dominada por Elisa Lucinda e não entendeu muito bem aquela bola-fora do homem mal-humorado.
Elisa estava muito à vontade, repetia as cenas e pedia mais aplausos. Todos nos divertíamos muito. Uma senhora a nossa frente gritou:
- Elisa, você é maravilhOOOOOOOOOOOOOOOOOOOsa!
No final, esperamos no hall do teatro para falar com ela. E falamos.
Em casa, comemos um sushi do Pedro.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Deverá cair um toró hoje, em Nikity.
Os ratos sumiram, não sei o que houve, que não têm aparecido mais na varanda. Que fiquem onde estão, claro.
Me lembro de ter visto um rato europeu, certa vez, ele atravessando uma rua na beira do Danúbio. Ratos são todos iguais, que coisa!
Valfredo separou dois livros para mim: Reinações de Narizinho e Banquete.
Amanhã, eu e Pedro iremos a Papucaia, onde moram meus ex-alunos e onde morei também.
É que o Paulo tem um projeto de despoluição do Rio Macacu e pediu que fôssemos lá pra tirar fotos do bichano para ele criar uma comunidade no Orkut e, assim ir conscientizando o povo de seu intento, se ligou, leit@r?
É isso aí!
!Que lindooooooooooooooo!

Os ratos sumiram, não sei o que houve, que não têm aparecido mais na varanda. Que fiquem onde estão, claro.
Me lembro de ter visto um rato europeu, certa vez, ele atravessando uma rua na beira do Danúbio. Ratos são todos iguais, que coisa!
Valfredo separou dois livros para mim: Reinações de Narizinho e Banquete.
Amanhã, eu e Pedro iremos a Papucaia, onde moram meus ex-alunos e onde morei também.
É que o Paulo tem um projeto de despoluição do Rio Macacu e pediu que fôssemos lá pra tirar fotos do bichano para ele criar uma comunidade no Orkut e, assim ir conscientizando o povo de seu intento, se ligou, leit@r?
É isso aí!
!Que lindooooooooooooooo!

quinta-feira, dezembro 06, 2007
O calorsão abraçou Nikity City.
Agora, dias refrescantes somente em abril, maio...
Adoro as lembranças que me vêm em manhãs abrasantes como as de hoje.
Minha terra, onde nasci, era quente como aqui, que delícia!
Ontem à noite, decidi excluir minha conta do Orkut, mas ela continua lá, não sei até quando. Vou sair, não quero mais. Só me preocupa a possibilidade de não mais conseguir postar aqui no blog azul, porque, agora, é tudo uma coisa só: google, blogspot, orkut, you tube, tudo...
Que coisa!
Agora, dias refrescantes somente em abril, maio...
Adoro as lembranças que me vêm em manhãs abrasantes como as de hoje.
Minha terra, onde nasci, era quente como aqui, que delícia!
Ontem à noite, decidi excluir minha conta do Orkut, mas ela continua lá, não sei até quando. Vou sair, não quero mais. Só me preocupa a possibilidade de não mais conseguir postar aqui no blog azul, porque, agora, é tudo uma coisa só: google, blogspot, orkut, you tube, tudo...
Que coisa!
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Fátima, minha vizinha de janela que pinta flores e de quem já falei algumas vezes aqui para meu bom leitor, deu-me algumas fotos de seus quadros para mostrar. Ela os vende numa feirinha de artesanato que todo sábado é montada no Campo São Bento. Vejam:
E vejam Wado, no youtube, cantando minha música com Suely, Vai Querer?:
Vejam também, a minha versão:
terça-feira, dezembro 04, 2007
Fizemos uma árvore e Natal para colocar na sala.
Pedro é que tinha tido a idéia e ela ficou rolando por nossas cabeças.
Eu já disse para meu bom leit@r que meus vizinhos são flutuantes, que volta e meia um deles vai embora e vem outro no lugar e tal.
Pois, então. Quando uma de nossas vizinhas, daquelas que eram mais antigas, morreu e a família resolveu que iria embora daqui, deixou para mamãe um pé de jasmim, que isolado num pequeno vaso, ficou raquítico, ficou morre não morre e tudo.
Houve ano em que o pobre até deu três florzinhas brancas e quase sem cheiro, bom leit@r.
Esse ano ele secou, mas minha vizinha de janela, a que, já avisei a meu genoroso leit@r, pinta flores, resolveu cuidar das plantas de mamãe e o jasmineiro despontou com algumas folhas.
Então, eu disse pra Pedro:
- Esse pé de jasmim, Pedro...o que acha? – e ele nem pensou muito, não. Decorou o bichano com bolas de Natal, leit@r.
Ficou um mimo!...
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!

Pedro é que tinha tido a idéia e ela ficou rolando por nossas cabeças.
Eu já disse para meu bom leit@r que meus vizinhos são flutuantes, que volta e meia um deles vai embora e vem outro no lugar e tal.
Pois, então. Quando uma de nossas vizinhas, daquelas que eram mais antigas, morreu e a família resolveu que iria embora daqui, deixou para mamãe um pé de jasmim, que isolado num pequeno vaso, ficou raquítico, ficou morre não morre e tudo.
Houve ano em que o pobre até deu três florzinhas brancas e quase sem cheiro, bom leit@r.
Esse ano ele secou, mas minha vizinha de janela, a que, já avisei a meu genoroso leit@r, pinta flores, resolveu cuidar das plantas de mamãe e o jasmineiro despontou com algumas folhas.
Então, eu disse pra Pedro:
- Esse pé de jasmim, Pedro...o que acha? – e ele nem pensou muito, não. Decorou o bichano com bolas de Natal, leit@r.
Ficou um mimo!...
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Dois de meus ex-alunos, Paulo e Vivianne, hoje, casados e com dois filhos, vieram me visitar no sábado.

Trouxeram o Airton e o Leonardo e a sobrinha do casal, Vanessa.

Mamãe preparou uma galinha com angu, deliciosa para almoçarmos e Pedro veio e tornou tudo muito mais legal, leit@r.

Saímos todos, depois do almoço, para ir ao MAC. Encontramos esses meninos no caminho e Pedro fotografou. Um deles, o japonesinho, tava também em Paquetá, leit@r, quando fomos comemorar o níver de Pedro.
Eterminamos tudo no shopping.
Pedro tirou muito mais fotos e tem muito mais, mas preciso ir nadar...
sexta-feira, novembro 30, 2007
Vou recomeçar a ler o Dom Casmurro do Machado de Assis, pois comecei a ler faz meses e parei. Eu gostei do ambiente das casas, leit@r. De Botafogo daquele tempo. Parece até que eu reconheço, mas não pode. Botafogo naquele tempo, não pode, pois não fiz ainda sequer 50 anos.
Pow...50 anos...que coisa!
Pow...50 anos...que coisa!
quinta-feira, novembro 29, 2007
Essa noite estive sonhando que estava a escrever meu novo livro e que o escrever era, ao mesmo tempo, ler o que estava escrevendo aquela escritora que tem os cabelos, assim, muito velhos, como se seus cabelos fossem do tempo das esfinges do Egito, aqueles cabelos milenares, leit@r, como são os cabelos das madames de toda Zona Sul, ta ligado? Como é mesmo o nome dela? Ah, lembrei: Ligia Fagundes Teles.
Abaixo, eu e Pedro em Paquetá:


Abaixo, eu e Pedro em Paquetá:


quarta-feira, novembro 28, 2007
Mathilda Kóvak e Suely Mesquita lançam juntas livro na Travessa de Ipanema
Attention, please:
No próximo domingo, dia 02, na Travessa de Ipanema, a caixa de Pandora vai se abrir e, de seu interior, sairá o livro que fará par com "Alice no país da maravilhas", na história da literatura infantil: "A caixa de Pandura." De quebra, um pocket-show de inesquecíveis cinco minutos, com o trio "Enciclopedistas Ciclistas", composto pelas autoras e pelo dono da livraria, Pedro Montagna. Apareçam com ou sem seus petizes! Beijos.
Lewis Carrol (mensagem psicografada)
No próximo domingo, dia 02, na Travessa de Ipanema, a caixa de Pandora vai se abrir e, de seu interior, sairá o livro que fará par com "Alice no país da maravilhas", na história da literatura infantil: "A caixa de Pandura." De quebra, um pocket-show de inesquecíveis cinco minutos, com o trio "Enciclopedistas Ciclistas", composto pelas autoras e pelo dono da livraria, Pedro Montagna. Apareçam com ou sem seus petizes! Beijos.
Lewis Carrol (mensagem psicografada)
terça-feira, novembro 27, 2007
Ontem, mamãe disse:
- Os passarinhos estão agitados. Vai chover – e hoje o dia amanheceu fechado.
Fizemos um passeio lindo, eu e Pedro, em comemoração a seu níver. Fomos até a ilha de Paquetá, onde nunca tínhamos ido antes. Para os nossos olhos de turistas, a ilha é quase um sonho com seus pedaços lindos na beira do mar, os pássaros e seus habitantes, como que habitantes da roça, leit@r, sem trânsito de automóveis e os casarões velhos, assim, o ambiente da ilha fazendo a gente ficar em estado de imaginação, ta se ligando, bom leit@r?
Sinistro, aí!
- Os passarinhos estão agitados. Vai chover – e hoje o dia amanheceu fechado.
Fizemos um passeio lindo, eu e Pedro, em comemoração a seu níver. Fomos até a ilha de Paquetá, onde nunca tínhamos ido antes. Para os nossos olhos de turistas, a ilha é quase um sonho com seus pedaços lindos na beira do mar, os pássaros e seus habitantes, como que habitantes da roça, leit@r, sem trânsito de automóveis e os casarões velhos, assim, o ambiente da ilha fazendo a gente ficar em estado de imaginação, ta se ligando, bom leit@r?
Sinistro, aí!
sábado, novembro 24, 2007
Estou muito feliz, porque muito aos pouquinhos e muito devagar, minhas melhores músicas vão aparecendo pro grande público. Só não estou ótimo, porque com a volta dos remédios, meu rim começou a dar sinal de vida, coisa que ele jamais poderia fazer.
Meu rim tinha de trabalhar quietinho, filtrar meu sangue muito bem e em silêncio, submisso, sem que quisesse nenhum reconhecimento por seu trabalho. Tem que trabalhar, pow! Nada de querer aparecer, de ficar me dizendo: olha, eu estou aqui, bebe mais água, tenha mais cuidado e tal.
Agora, vou na casa de meu amor!
É isso!
Meu rim tinha de trabalhar quietinho, filtrar meu sangue muito bem e em silêncio, submisso, sem que quisesse nenhum reconhecimento por seu trabalho. Tem que trabalhar, pow! Nada de querer aparecer, de ficar me dizendo: olha, eu estou aqui, bebe mais água, tenha mais cuidado e tal.
Agora, vou na casa de meu amor!
É isso!
terça-feira, novembro 20, 2007
A simone é uma amiga que fiz quando estudei na UFF. E quando fui na festa dos UFFssauros eu a reencontrei. Ela foi no meu show e comprou meu disco. Hoje fui surpreendido por um vídeo que ela fez do Algo Assim. Veja, generoso leit@r, que singelo:
Algo Assim
A simone é uma amiga que fiz quando estudei na UFF. E quando fui na festa dos UFFssauros eu a reencontrei. Ela foi no meu show e comprou meu disco. Hoje fui surpreendido por um vídeo que ela fez do Algo Assim. Veja, generoso leit@r, que singelo:
Tem feito dias frescos em Nikity City.
Preciso esvaziar meu computer, que ta muito cheio.
Apareceu um filhotinho de taruíra na parede de meu quarto.
Hoje é feriado de Zumbi, aqui no Estado.
Geraldo me disse que Zumbi é o Tiradentes da raça negra.
Eu achei segregacionista haver um prêmio apenas para artistas brasileiros negros, na televisão. E Celso concordou e falou que é contra a cota de negros pra universidade. Ele falou:
- Então, tinha que haver uma cota para asiáticos ou índios...
Que coisa!
Preciso esvaziar meu computer, que ta muito cheio.
Apareceu um filhotinho de taruíra na parede de meu quarto.
Hoje é feriado de Zumbi, aqui no Estado.
Geraldo me disse que Zumbi é o Tiradentes da raça negra.
Eu achei segregacionista haver um prêmio apenas para artistas brasileiros negros, na televisão. E Celso concordou e falou que é contra a cota de negros pra universidade. Ele falou:
- Então, tinha que haver uma cota para asiáticos ou índios...
Que coisa!
segunda-feira, novembro 19, 2007
Hoje, avisei ao pessoal da piscina sobre o Amor é Sacanagem no Programa do Jô.
A maioria disse que vai assistir. Mas o Paulo disse que não curte o Programa do Jô, porque ele não gosta de gente debochada. Disse que o Jô, mesmo quando entrevista pessoas sérias, é debochado e ele não curte.
Quando eu estava vindo embora, ele ainda disse:
- E olha que ele nem pode debochar tanto, porque ele adora dar aquele bundão dele! – e fui saindo, querendo gargalhar...rs.
A maioria disse que vai assistir. Mas o Paulo disse que não curte o Programa do Jô, porque ele não gosta de gente debochada. Disse que o Jô, mesmo quando entrevista pessoas sérias, é debochado e ele não curte.
Quando eu estava vindo embora, ele ainda disse:
- E olha que ele nem pode debochar tanto, porque ele adora dar aquele bundão dele! – e fui saindo, querendo gargalhar...rs.
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