O Mamãe me
Adora é meu terceiro livro (Edições da Madrugada/2012), depois do Rato (Rocco/2007)
e do Cinema Orly (Ficções do Interludio/1999). Esteve esgotado, mas faz pouco,
houve uma segunda tiragem dele. Fico feliz de ele estar, como se diz, ainda no
jogo, como a música de mesmo nome, que pedi ao Clemente para cantar, quando de
nosso show no Bar mamãe, mês passado.
Foi um livro
que durante o tempo em que escrevia, pensava em ler para mamãe, pensava em cada
um dos seus parágrafos para serem lidos para ela. E mesmo antes da publicação, me
lembro de estarmos os dois na sala para que eu lesse. Comecei. E minha mãe
atenta. Mas depois de três ou quatro páginas, via na expressão dela, ir se perdendo
o interesse, perdendo, perdendo, de modo que nos dias seguintes, não segui com
a leitura e a gente ficava vendo novela, juntos. Sobre a música de mesmo nome,
ela também não dava muita importância.
Mamãe sempre
foi um mistério.
Isso é pra
dizer que tenho alguns “Mamães me adora” comigo, pra quem for gostar. É só
falar...
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