sábado, julho 11, 2026

O Mamãe me Adora é meu terceiro livro (Edições da Madrugada/2012), depois do Rato (Rocco/2007) e do Cinema Orly (Ficções do Interludio/1999). Esteve esgotado, mas faz pouco, houve uma segunda tiragem dele. Fico feliz de ele estar, como se diz, ainda no jogo, como a música de mesmo nome, que pedi ao Clemente para cantar, quando de nosso show no Bar mamãe, mês passado.

Foi um livro que durante o tempo em que escrevia, pensava em ler para mamãe, pensava em cada um dos seus parágrafos para serem lidos para ela. E mesmo antes da publicação, me lembro de estarmos os dois na sala para que eu lesse. Comecei. E minha mãe atenta. Mas depois de três ou quatro páginas, via na expressão dela, ir se perdendo o interesse, perdendo, perdendo, de modo que nos dias seguintes, não segui com a leitura e a gente ficava vendo novela, juntos. Sobre a música de mesmo nome, ela também não dava muita importância.

Mamãe sempre foi um mistério.

Isso é pra dizer que tenho alguns “Mamães me adora” comigo, pra quem for gostar. É só falar...


 

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