segunda-feira, novembro 10, 2014



A Secretaria municipal de Cultura de São Paulo faz uns encontros de leitura nas bibliotecas públicas da cidade. Mês passado fiz um selfsurf e fui surpreendido deliciosamente pela notícia de que o Mamãe me adora está entre os livros do mês de novembro. Para o pessoal que está em São Paulo, é nessa semana, boníssimo leit@r:

CLUBE DE LEITORES
Bibliotecas públicas ((BP) promovem encontros de leitores para discutir determinadas obras literárias, escolhidas e lidas previamente.

| “Clube de leitura BIJ Monteiro Lobato”. Com João Luiz Marques. 
Obra do mês: “Mamãe me adora”, de Luís Capucho. BIJ Monteiro Lobato. Centro. Dia 14, 20h 
+18 anos à terceira idade:


sexta-feira, novembro 07, 2014




Surgiu um compromisso necessário e não conseguirei ir ao Parque Lage na segunda-feira para prosseguir na tentativa de harmonizar as flores que se batem na nova tela de As Vizinhas de Trás começadas em sala de aula.
E como é o momento – já atrasado – de começar as Vizinhas que os amigos compraram como cota de participação no crownd do Poema Maldito, vou começar a pensar nelas, sem muito pensamento, leit@r.
Além disso vai se desenrolando a gestão do aparecimento dele, do Poema Maldito físico. O leit@r sabe, a campanha era pra isso, porque em arquivo, em microscopia, o disco já existia. Então, agora precisamos distendê-lo para sua vida independente, porque as coisas microscópicas são parasitárias, não são? E o “Poema...” precisa ganhar vida própria, nascer... não vejo a hora dele vir à luz.
Era pra eu ser um pai coruja e achar meu bichano sempre lindíssimo, porque ele é meu, saiu de mim, brotou de minha microscopia, às vezes, a partir da microscopia de um parceiro,  e tal, mas tem horas que fico inseguro.
Fui.

quinta-feira, novembro 06, 2014



O professor disse que se eu resolvesse a composição das Vizinhas que faço em sala de aula, leit@r, se eu equilibrasse melhor a forma delas, tipo, se eu colocasse mais flores, dividindo os pesos e a leveza ao longo delas, assim, por toda a tela, que desse modo eu as equilibraria e não precisaria mais resolver o problema das flores que se batiam, quer dizer, não precisaria mais pensar nas cores que eu iria dar pra o fundo das bichanas, como alternativa para a briga delas.
Fui.

terça-feira, novembro 04, 2014



O boníssimo leit@r sabe: depois de ter encontrado os olhos de minh’As Vizinhas de Trás, onde, dentro deles,  há  muito a ser desenvolvido, comecei a abrir outra frente de exploração que são as cabeças das bichanas. Então, a Marília, quando viu minhas primeiras tentativas, muito eloqüente, se lembrou do pintor italiano Giuseppe Arcimboldo, porque comecei a plantar nas cabeças delas, indiscriminadamente.

Por ora, vou parar, quer dizer, não farei como ele, vou me conter às flores. Depois, não.

Então, chamei o professor pra dizer o que achava das duas Vizinhas que tinha conseguido fazer. Ele viu e disse um chocho “ta bom”. Era chocho, mas imagino que  já tenha entendido o estilo do professor e aquele “ta bom” chocho, me soou excelente!

E, antes que seus olhos saíssem da tela, ele disse:

- Acho que você deveria mudar a cor dessa flor aqui, porque ela está se batendo com a flor ao lado – era o final da aula e fiquei olhando as flores se batendo. Sentei e fiquei olhando. Elas se batiam. Achei que era bonito o movimento delas se batendo e continuei olhando. Foi quando elas pararam de se bater e começaram um diálogo de entendimento, harmonioso.

O professor tava do outro lado.

Gritei:

- Professor! Por favor, veja de novo as flores! Não posso pensar que elas estejam conversando, ao invés de se batendo?

Ele veio vindo e olhou.

Aí, disse:

- É. Pode! Mas você tem de resolver isso com o fundo, então.

Fui!

segunda-feira, novembro 03, 2014



No Mercado livre o Lua Singela ta a 37,30 e o Cinema Orly  89,90.
Se o bom leit@r quiser dar um presente a si ou a um amigo, vendo mais barato.
Também tenho minhas outras obras e vendo pelo correio.
Obs: enquanto isso, estamos preparando as recompensas dos que participaram comprando cotas do crowndfunding para o Poema Maldito. A tentativa é que tudo fique pronto pro Natal.
Já é!