A Marga deixou um recado em minha comunidade do Orkut, vejam, é sobre minha música que a Clara ta cantando:
Marga
programa do Jô, dia 20 terça-feira
Clara Sandroni no programa do Jô, terça-feira, dia 20 de novembro, cantando "Amor é Sacanagem", música escolhida pelo programa!
sábado, novembro 17, 2007
quarta-feira, novembro 14, 2007
Nikity City começou a enfeitar-se para as festas de final de ano.
Então, é Natal!
Hoje, Pedro apareceu na piscina, tirou muitas fotos e filmou um pouco.
Agora, à noite, iremos juntos para um festival de curtas promovido por um barzinho daqui. Estou animado para estar, finalmente, na rua, porque aqui dentro de casa ta muito calor.
Vejam a fera:
Então, é Natal!
Hoje, Pedro apareceu na piscina, tirou muitas fotos e filmou um pouco.
Agora, à noite, iremos juntos para um festival de curtas promovido por um barzinho daqui. Estou animado para estar, finalmente, na rua, porque aqui dentro de casa ta muito calor.
Vejam a fera:
terça-feira, novembro 13, 2007
Minha ex-aluna e, agora, amiga de correspondência, Vivianne, criou no Orkut uma comunidade para mim:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=41627869
Eu e Pedro fomos ver Pai e Filho, um filme russo que tem uma estética estranha, de sentido truncado.
Eu disse:
- Esse cinema é muito cult.
- Esse filme é um sonho – Pedro concluiu.
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=41627869
Eu e Pedro fomos ver Pai e Filho, um filme russo que tem uma estética estranha, de sentido truncado.
Eu disse:
- Esse cinema é muito cult.
- Esse filme é um sonho – Pedro concluiu.
segunda-feira, novembro 12, 2007
Quinta-feira vi o melhor show de Marcos Sacramento.
Sentamo-nos, eu e Pedro, na elegante arquibancada, onde se assiste a corrida de cavalos, e ficamos esperando ele entrar à nossa frente. Atrás de onde ele ficaria cantando com os músicos estava a pista de corrida, invisível na noite, e longe, cheios de luz, a concentração dos edifícios da Gávea.
Logo à entrada, um grupo de garçons serviu-nos uma taça de champanhe.
Eu estava tenso, como ficamos tensos ao ver a apresentação de um amigo.
Meu bom leit@r que tenha amigo artista, irá entender sobre a tensão de que falo, assim, ver alguém de nossa intimidade a expor-se pra muita gente e tal.
Ninguém é perfeito e eu estava tenso.
Sacramento chegou com os músicos. Tinha aquele riso sardônico típico dele, quando não há nada engraçado. Não disse nada e começou a cantar.
Fiquei olhando, com olhos críticos de amigo. E tenso.
Então, as peripécias todas que Sacramento sabe fazer na voz, as peripécias todas de corpo que ele se deixa fazer acompanhando os desenhos de sua voz na melodia foram me soltando, eu fui me abrindo, relaxando, fui me sacudindo a alma nos solavancos dos sambas, fui me repicando, me brecando, me gingando, me sambando dentro e aqueles sambas todos tão tristes e, contraditoriamente, tão serelepes, foram me emocionando, me emocionando e eu comecei a chorar na música da Fátima Guedes e, outra vez, naquela música que falava das fichas nervosas.
Nesse momento, na arquibancada aberta para a noite, nas mesas em torno ao palco, ninguém mais conversava entre si. Ficaram todos ligados no Sacramento. Ele tava arrasando, bom leit@r!
Que lindo!
Que coisa!
Senti, quando Eleonora, a meu lado, enxugou sua lágrima.
Pedro estava filmando.
Quando saímos, comemos um X-tudo na praça do Jóquei e pegamos um ônibus de volta pra casa.
Sentamo-nos, eu e Pedro, na elegante arquibancada, onde se assiste a corrida de cavalos, e ficamos esperando ele entrar à nossa frente. Atrás de onde ele ficaria cantando com os músicos estava a pista de corrida, invisível na noite, e longe, cheios de luz, a concentração dos edifícios da Gávea.
Logo à entrada, um grupo de garçons serviu-nos uma taça de champanhe.
Eu estava tenso, como ficamos tensos ao ver a apresentação de um amigo.
Meu bom leit@r que tenha amigo artista, irá entender sobre a tensão de que falo, assim, ver alguém de nossa intimidade a expor-se pra muita gente e tal.
Ninguém é perfeito e eu estava tenso.
Sacramento chegou com os músicos. Tinha aquele riso sardônico típico dele, quando não há nada engraçado. Não disse nada e começou a cantar.
Fiquei olhando, com olhos críticos de amigo. E tenso.
Então, as peripécias todas que Sacramento sabe fazer na voz, as peripécias todas de corpo que ele se deixa fazer acompanhando os desenhos de sua voz na melodia foram me soltando, eu fui me abrindo, relaxando, fui me sacudindo a alma nos solavancos dos sambas, fui me repicando, me brecando, me gingando, me sambando dentro e aqueles sambas todos tão tristes e, contraditoriamente, tão serelepes, foram me emocionando, me emocionando e eu comecei a chorar na música da Fátima Guedes e, outra vez, naquela música que falava das fichas nervosas.
Nesse momento, na arquibancada aberta para a noite, nas mesas em torno ao palco, ninguém mais conversava entre si. Ficaram todos ligados no Sacramento. Ele tava arrasando, bom leit@r!
Que lindo!
Que coisa!
Senti, quando Eleonora, a meu lado, enxugou sua lágrima.
Pedro estava filmando.
Quando saímos, comemos um X-tudo na praça do Jóquei e pegamos um ônibus de volta pra casa.
quinta-feira, novembro 08, 2007
quarta-feira, novembro 07, 2007
terça-feira, novembro 06, 2007
Estou convocando meu generoso leit@r para que vá no site do Marcos Sacramento e clique no pedido da música Desconsideração para ser tocada na MPBFM:
www.marcossacramento.com.br
www.marcossacramento.com.br
segunda-feira, novembro 05, 2007
Está chovendo em Nikity, o que me faz lembrar do implicante do senhor Mavinho, que dizia que meu blog era meteorológico.
Estive, como nunca fiquei antes, por um tempo enorme, diante de meu Word aberto e branquíssimo, sem saber o que dizer a meus generosos leit@res para, no fim, decidir que iria falar, com grande cabimento e sem receio algum, sobre a chuva que agora, deliciosamente, barulha em minha janela.
Essa chuva que barulha branda e que é tão linda, bondoso leit@r, tão linda!
Vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Vivaaaaaaaaaaaaaa!
Estive, como nunca fiquei antes, por um tempo enorme, diante de meu Word aberto e branquíssimo, sem saber o que dizer a meus generosos leit@res para, no fim, decidir que iria falar, com grande cabimento e sem receio algum, sobre a chuva que agora, deliciosamente, barulha em minha janela.
Essa chuva que barulha branda e que é tão linda, bondoso leit@r, tão linda!
Vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Vivaaaaaaaaaaaaaa!
sexta-feira, novembro 02, 2007
Mathilda escreveu:
"Queridos amigos, admiradores e/ou detratores:
Aqui vai o link para inolvidável e inefável momento de minha retumbante carreira de popstar, que durou exatamente 48 horas. Explico: fui convidada por meu amigo e parceiro, Zeca Baleiro, a participar de seu Baile. Rumei pra SP, no dia 15 último. Aportei no estúdio, para ensaio, com pontualidade britânica. Errei tudo, como de costume, mas o Zeca dizia: "tá muito bom, Mathilda. Tá ótimo." E eu: "sei bem, seu safado, que isto faz parte de um plano sórdido pra demolir minha promissora carreira de estrela da cena pop..." Mas ele jurava que não, que eu estava me saindo muito bem... Rossana, sua empresária e minha amiga também, já havia cantado a pedra de que eu tinha um quê de Lucille Ball, mas não podia supor que realmente iria encarnar Lucy Maguila Guilan, e Zeca, por sua vez, Ricky Ricardo, com tanta fidelidade.
Na terça-feira, dia 16, data de minha estréia triunfal, dirigi-me ao Carioca Club - o que, por si, só podia ser uma sacanagem comigo, né? - e passei som, ainda errando as três canções que iria interpretar: "Fiz esta canção", minha e do Baleiro; "Banho de lua", sucesso de Cely Campello, a quem queríamos homenagear, como a maior roqueira paulistana de todos os tempos, e "Mosca na sopa", que eu inventei que queria cantar, pra honrar a memória de meu antecessor, Raul Seixas, que nascera no mesmo dia 28 de junho em que fui dada à luz, e na mesma hora, mas 15 anos antes. Sentia-me uma predestinada, porque fui de carona até São José dos Campos, com uma amiga, e, em seguida, peguei um táxi até SP, com um, pasmem!, fã de Raulzito, que foi me contando a vida inteira do ídolo e cantarolando suas músicas. Portanto, estava convencida de que Raul me abençoava, eu, que, como ele, sou profeta do Apocalipse. Eis que, no dia 16, como dizia, vou pra casa da Rossana, tomo um banhozinho e volto ao clube, cheirozinha, pra dar a pinta que esperavam. Entretanto, ao entrar na Cardeal Arcoverde, onde o grande acontecimento se daria, me deparo com um engarrafamento às dez horas da noite e guardas desviando o trânsito da rua, que se via às escuras. Pra resumir: um ônibus, ao desviar de um bêbado, batera num poste, acabando com a energia elétrica justo do quarteirão onde eu iria me apresentar. Rossana liga: "Mathilda, o que você fez?" Eu jurei que não tinha nada a ver com aquilo, porque, sim, é verdade, sou capaz de causar desastres, tais como tirar uma rádio do ar, como fiz nos anos 80, ao esbarrar num botão, mas nada assim que pudesse deixar a Eletropaulo de fios desencapados em pé. Persuadi o guarda a me deixar adentrar a rua, sob o argumento de que eu iria cantar com o Zeca. O guarda abriu passagem para o meu táxi. Cheguei ao clube e encontrei o Zeca e os músicos todos, cabisbaixos. O roadie me deu uma sacaneada: "foi você, Mathilda. Foi você." Enfim, só nos restou afogar as mágoas em whisky com redbull. Nossa mãe! Saí dali, quicando, não sem antes querer convencer a tropa a abrir os portões do lugar ao público já ali aglomerado, para fazermos um show acústico a luz de velas, que, argumentei, seria avant garde pura, o primeiro da era do apagão energético... e só ouvi a indefectível sentença: "cala a boca, Mathilda!" Fomos todos, no breu, numa procissão de carros, terminar a noite em Vila Madalena. O show, por sua vez, transferido para a terça seguinte.
Não houve ensaio e eu cheguei pra passagem de som às cinco. Errei tudo, de cabo a rabo. Mas o Zeca tornou a dizer: "tá soando muito bem, Mathilda. Tá bem I love Lucy." E lá fomos nós pro camarim. Tinha, finalmente, um camarim só meu, com meu nome na porta e uma estrela. Achei o máximo! Estava me sentindo a própria Liza Minelli, à época de "Cabaré". E comecei a testar figurinos, regando tudo a algumas latinhas inocentes de cerveja, pois que Rossana já havia me lembrado os efeitos deletérios da combinação diabólica de scotch com testículos bovinos sobre meu organismo vulnerável. Quando finalmente acertei a indumentária, um traje que chamei de pomba gira cyber, faltava apenas uma música pra que eu, at last, fizesse minha rentrée nos palcos da Paulicéia. O Zeca cantou minha música, Mary Shelley, e, enquanto ele descrevia o "monstro" inventado por mim, entrei passando um desdorante debaixo das axilas e fazendo pose de fisioculturista. A platéia rindo. O Zeca olhou pra mim, com aquela cara de quem pergunta:"mas você já entrou?" Posto que o combinado era eu entrar na vinheta "Mathilda, Mathilda...", de Harry Belafonte, que os meninos e ele, tão gentilmente, haviam preparado para meu emocionante irromper . Mas tudo bem. Dancei ao som da vinheta, que emendou com "Fiz esta canção", que vocês podem ver, ao clicar abaixo, no link. Fiz tanta zona no local, que até o Zeca cantou por engano "eu sou a sopa que pousou na sua mosca..." Mas, ainda assim, foi uma noite de glória. Dei autógrafos aos fãs. Posei pra fotos. E ainda fui chamada de gostosa pelos menininhos de vinte anos. Meu ego ejaculou aquela noite, terminada, outrossim, no Genésio, com direito a um encontro breve com a genial Grace Gianukas, que foi chamado, pela Adriana, assessora de imprensa do Zeca, de "quando malucas se encontram..."
Uma fã do Zeca gravou parte deste mico e eu agora confirmo o que sempre suspeitei: nasci para o palco, mas não para cantar. E, sim, para bailar, porque, mesmo desafinando, atravessando, como vocês podem notar, não perdi o rebolado. Divirtam-se, pois, com este momento em que Zeca Baleiro e Mathilda Kóvak puseram Fred Astaire e Ginger Rogers, se não no chinelo, numa pantufinha acolchoada. A star is a bore. A starlet is born! Beijos, meus amores! Vocês são ma-ra-vi-lho-sos, ui!
"Queridos amigos, admiradores e/ou detratores:
Aqui vai o link para inolvidável e inefável momento de minha retumbante carreira de popstar, que durou exatamente 48 horas. Explico: fui convidada por meu amigo e parceiro, Zeca Baleiro, a participar de seu Baile. Rumei pra SP, no dia 15 último. Aportei no estúdio, para ensaio, com pontualidade britânica. Errei tudo, como de costume, mas o Zeca dizia: "tá muito bom, Mathilda. Tá ótimo." E eu: "sei bem, seu safado, que isto faz parte de um plano sórdido pra demolir minha promissora carreira de estrela da cena pop..." Mas ele jurava que não, que eu estava me saindo muito bem... Rossana, sua empresária e minha amiga também, já havia cantado a pedra de que eu tinha um quê de Lucille Ball, mas não podia supor que realmente iria encarnar Lucy Maguila Guilan, e Zeca, por sua vez, Ricky Ricardo, com tanta fidelidade.
Na terça-feira, dia 16, data de minha estréia triunfal, dirigi-me ao Carioca Club - o que, por si, só podia ser uma sacanagem comigo, né? - e passei som, ainda errando as três canções que iria interpretar: "Fiz esta canção", minha e do Baleiro; "Banho de lua", sucesso de Cely Campello, a quem queríamos homenagear, como a maior roqueira paulistana de todos os tempos, e "Mosca na sopa", que eu inventei que queria cantar, pra honrar a memória de meu antecessor, Raul Seixas, que nascera no mesmo dia 28 de junho em que fui dada à luz, e na mesma hora, mas 15 anos antes. Sentia-me uma predestinada, porque fui de carona até São José dos Campos, com uma amiga, e, em seguida, peguei um táxi até SP, com um, pasmem!, fã de Raulzito, que foi me contando a vida inteira do ídolo e cantarolando suas músicas. Portanto, estava convencida de que Raul me abençoava, eu, que, como ele, sou profeta do Apocalipse. Eis que, no dia 16, como dizia, vou pra casa da Rossana, tomo um banhozinho e volto ao clube, cheirozinha, pra dar a pinta que esperavam. Entretanto, ao entrar na Cardeal Arcoverde, onde o grande acontecimento se daria, me deparo com um engarrafamento às dez horas da noite e guardas desviando o trânsito da rua, que se via às escuras. Pra resumir: um ônibus, ao desviar de um bêbado, batera num poste, acabando com a energia elétrica justo do quarteirão onde eu iria me apresentar. Rossana liga: "Mathilda, o que você fez?" Eu jurei que não tinha nada a ver com aquilo, porque, sim, é verdade, sou capaz de causar desastres, tais como tirar uma rádio do ar, como fiz nos anos 80, ao esbarrar num botão, mas nada assim que pudesse deixar a Eletropaulo de fios desencapados em pé. Persuadi o guarda a me deixar adentrar a rua, sob o argumento de que eu iria cantar com o Zeca. O guarda abriu passagem para o meu táxi. Cheguei ao clube e encontrei o Zeca e os músicos todos, cabisbaixos. O roadie me deu uma sacaneada: "foi você, Mathilda. Foi você." Enfim, só nos restou afogar as mágoas em whisky com redbull. Nossa mãe! Saí dali, quicando, não sem antes querer convencer a tropa a abrir os portões do lugar ao público já ali aglomerado, para fazermos um show acústico a luz de velas, que, argumentei, seria avant garde pura, o primeiro da era do apagão energético... e só ouvi a indefectível sentença: "cala a boca, Mathilda!" Fomos todos, no breu, numa procissão de carros, terminar a noite em Vila Madalena. O show, por sua vez, transferido para a terça seguinte.
Não houve ensaio e eu cheguei pra passagem de som às cinco. Errei tudo, de cabo a rabo. Mas o Zeca tornou a dizer: "tá soando muito bem, Mathilda. Tá bem I love Lucy." E lá fomos nós pro camarim. Tinha, finalmente, um camarim só meu, com meu nome na porta e uma estrela. Achei o máximo! Estava me sentindo a própria Liza Minelli, à época de "Cabaré". E comecei a testar figurinos, regando tudo a algumas latinhas inocentes de cerveja, pois que Rossana já havia me lembrado os efeitos deletérios da combinação diabólica de scotch com testículos bovinos sobre meu organismo vulnerável. Quando finalmente acertei a indumentária, um traje que chamei de pomba gira cyber, faltava apenas uma música pra que eu, at last, fizesse minha rentrée nos palcos da Paulicéia. O Zeca cantou minha música, Mary Shelley, e, enquanto ele descrevia o "monstro" inventado por mim, entrei passando um desdorante debaixo das axilas e fazendo pose de fisioculturista. A platéia rindo. O Zeca olhou pra mim, com aquela cara de quem pergunta:"mas você já entrou?" Posto que o combinado era eu entrar na vinheta "Mathilda, Mathilda...", de Harry Belafonte, que os meninos e ele, tão gentilmente, haviam preparado para meu emocionante irromper . Mas tudo bem. Dancei ao som da vinheta, que emendou com "Fiz esta canção", que vocês podem ver, ao clicar abaixo, no link. Fiz tanta zona no local, que até o Zeca cantou por engano "eu sou a sopa que pousou na sua mosca..." Mas, ainda assim, foi uma noite de glória. Dei autógrafos aos fãs. Posei pra fotos. E ainda fui chamada de gostosa pelos menininhos de vinte anos. Meu ego ejaculou aquela noite, terminada, outrossim, no Genésio, com direito a um encontro breve com a genial Grace Gianukas, que foi chamado, pela Adriana, assessora de imprensa do Zeca, de "quando malucas se encontram..."
Uma fã do Zeca gravou parte deste mico e eu agora confirmo o que sempre suspeitei: nasci para o palco, mas não para cantar. E, sim, para bailar, porque, mesmo desafinando, atravessando, como vocês podem notar, não perdi o rebolado. Divirtam-se, pois, com este momento em que Zeca Baleiro e Mathilda Kóvak puseram Fred Astaire e Ginger Rogers, se não no chinelo, numa pantufinha acolchoada. A star is a bore. A starlet is born! Beijos, meus amores! Vocês são ma-ra-vi-lho-sos, ui!
quinta-feira, novembro 01, 2007
O remédio do coquetel para Aids, que comecei a tomar faz, talvez, dois meses, não tem me dado mais o efeito de “vaquinhas amordaçadas”, cujo episódio, meu bom leit@r há de se lembrar ainda.
E costumo tomar o bichano na hora de dormir.
Mas ante-ontem, por causa do calor que em Nikity City começou a fazer, fiquei na sala vendo televisão com mamãe e com a vizinha de flores na janela e, disso, meu bom leit@r também há de se lembrar, minha vizinha de janela, que pinta flores.
Então, quando deu a hora em que costumo dormir, tomei o remédio, mas fiquei na sala vendo tevê.
Minha mãe e a vizinha mais fofocavam que viam televisão, mas eu estava concentrado no programa, se liga.
Então, de repente, me senti petrificado no sofá. Olhei para mamãe e para a vizinha, olhei para a televisão. Estava tudo normal na sala, a única mudança era eu estar, de repente, sentindo-me petrificado no sofá. Comecei a pensar como eu faria para sair dali sem que elas percebessem meu estado de pedra. Queria me jogar em minha cama e me esquecer nela. Então, disse de supetão:
- Boa noite – e me agarrando pelas paredes vim para meu quarto. E me joguei na cama feito uma pedra gostosa.
Que delícia!
E costumo tomar o bichano na hora de dormir.
Mas ante-ontem, por causa do calor que em Nikity City começou a fazer, fiquei na sala vendo televisão com mamãe e com a vizinha de flores na janela e, disso, meu bom leit@r também há de se lembrar, minha vizinha de janela, que pinta flores.
Então, quando deu a hora em que costumo dormir, tomei o remédio, mas fiquei na sala vendo tevê.
Minha mãe e a vizinha mais fofocavam que viam televisão, mas eu estava concentrado no programa, se liga.
Então, de repente, me senti petrificado no sofá. Olhei para mamãe e para a vizinha, olhei para a televisão. Estava tudo normal na sala, a única mudança era eu estar, de repente, sentindo-me petrificado no sofá. Comecei a pensar como eu faria para sair dali sem que elas percebessem meu estado de pedra. Queria me jogar em minha cama e me esquecer nela. Então, disse de supetão:
- Boa noite – e me agarrando pelas paredes vim para meu quarto. E me joguei na cama feito uma pedra gostosa.
Que delícia!
quarta-feira, outubro 31, 2007
Ontem, eu estava almoçando, quando a Ana veio me dizer que tinha um homem no telefone querendo falar comigo. Era o Roberto, de Natal, RN, perguntando se eu tinha o Cinema Orly pra ele.
- Tenho, sim. Posso te mandar pelo correio – e, então, peguei o endereço e dei a minha conta pra ele fazer o depósito.
O Cinema Orly está ficando cada vez mais raro. Até mesmo para mim, está difícil conseguir.
- É. Um dia tinha de acabar – mamãe disse com tristeza.
- Tenho, sim. Posso te mandar pelo correio – e, então, peguei o endereço e dei a minha conta pra ele fazer o depósito.
O Cinema Orly está ficando cada vez mais raro. Até mesmo para mim, está difícil conseguir.
- É. Um dia tinha de acabar – mamãe disse com tristeza.
terça-feira, outubro 30, 2007
segunda-feira, outubro 29, 2007
O meu pote de café puro é com um pouco de açúcar, Bia.
Essa hora da manhã, em que tomo o meu pote de café, é deliciosa em meu quarto.
Discirno essa delícia em meio aos pensamentos que me perturbam, logo que acordei. Dormi muito bem à noite, mas assim que abri os olhos, os pensamentos vieram, como vieram os gritos insistentes dos pardais ao redor da casa.
Não irei explicar, a meu bom leit@r, que pensamentos vieram me tumultuar a manhã e espero que ele seja generoso, assim, como eu próprio necessito ser generoso comigo, e esperemos, com paciência, que todos os pensamentos se acomodem a uma única direção e que os acontecimentos que prometem o dia, ajudem a conglomerá-los num único fluxo para que eu siga tranqüilo.
Que coisa!
Essa hora da manhã, em que tomo o meu pote de café, é deliciosa em meu quarto.
Discirno essa delícia em meio aos pensamentos que me perturbam, logo que acordei. Dormi muito bem à noite, mas assim que abri os olhos, os pensamentos vieram, como vieram os gritos insistentes dos pardais ao redor da casa.
Não irei explicar, a meu bom leit@r, que pensamentos vieram me tumultuar a manhã e espero que ele seja generoso, assim, como eu próprio necessito ser generoso comigo, e esperemos, com paciência, que todos os pensamentos se acomodem a uma única direção e que os acontecimentos que prometem o dia, ajudem a conglomerá-los num único fluxo para que eu siga tranqüilo.
Que coisa!
sábado, outubro 27, 2007
sexta-feira, outubro 26, 2007
Abriu uma tarde linda de sol, fresca.
Ontem, na chuva, fomos assistir ao show de Luciana Pestano, no Saloon, em Botafogo.
Ela me disse que show de roque é assim mesmo, que não ouvimos direito o que dizem as letras das músicas. Senti falta. Sou um ouvinte de música, se liga...
Num momento, Luciana se encheu de perceber que tava todo mundo falando enquanto ela cantava e, então, pediu desculpas, mas ela gostaria de que fizessem silêncio pra ela cantar...fizeram.
Pedro disse que éramos ouvintes mais velhos e que eu, principalmente, tinha cara de crítico. Voltamos para casa falando sobre o show, falando de nossa certeza de que Luciana será uma grande estrela...
Não fui nadar.
Ontem, na chuva, fomos assistir ao show de Luciana Pestano, no Saloon, em Botafogo.
Ela me disse que show de roque é assim mesmo, que não ouvimos direito o que dizem as letras das músicas. Senti falta. Sou um ouvinte de música, se liga...
Num momento, Luciana se encheu de perceber que tava todo mundo falando enquanto ela cantava e, então, pediu desculpas, mas ela gostaria de que fizessem silêncio pra ela cantar...fizeram.
Pedro disse que éramos ouvintes mais velhos e que eu, principalmente, tinha cara de crítico. Voltamos para casa falando sobre o show, falando de nossa certeza de que Luciana será uma grande estrela...
Não fui nadar.
quinta-feira, outubro 25, 2007
Valfredo deu-me de presente o filme Império dos Sentidos.
Ontem vimos, eu e Pedro.
É uma tragédia de amor e sexo em que o princípio do prazer e o princípio de morte estão juntos. Eros e Thanatos no mesmo lugar, tão se ligando? Pulsão de vida e de morte juntas, se liga...
Pedro, com razão, achou nojento.
É uma grande história de amor, onde o desejo dos amantes é levado às últimas conseqüências.
Acordei na madrugada pensando na beleza da aventura daqueles dois japoneses.
Que maravilha!
Ontem vimos, eu e Pedro.
É uma tragédia de amor e sexo em que o princípio do prazer e o princípio de morte estão juntos. Eros e Thanatos no mesmo lugar, tão se ligando? Pulsão de vida e de morte juntas, se liga...
Pedro, com razão, achou nojento.
É uma grande história de amor, onde o desejo dos amantes é levado às últimas conseqüências.
Acordei na madrugada pensando na beleza da aventura daqueles dois japoneses.
Que maravilha!
quarta-feira, outubro 24, 2007
Outro dia de chuva.
Mamãe está tossindo muito e não melhora, apesar dos remédios.
Disse:
- A morte está perto de mim, Luís.
- Não fale assim, mãe – eu disse como quem vai chorar.
- Mas vou deixar você bem...e vou tranqüila. – ela finalizou. Depois, ali mesmo onde estava, na minha frente, tirou toda a roupa e, arrastando-se até à porta do banheiro, entrou para seu banho. Fiquei olhando seu corpo de 80 anos, visto de trás, e, sentindo o mistério da vida, vim blogar.
É isso.
Mamãe está tossindo muito e não melhora, apesar dos remédios.
Disse:
- A morte está perto de mim, Luís.
- Não fale assim, mãe – eu disse como quem vai chorar.
- Mas vou deixar você bem...e vou tranqüila. – ela finalizou. Depois, ali mesmo onde estava, na minha frente, tirou toda a roupa e, arrastando-se até à porta do banheiro, entrou para seu banho. Fiquei olhando seu corpo de 80 anos, visto de trás, e, sentindo o mistério da vida, vim blogar.
É isso.
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