1º ENCONTRO DE ESCRITORES CARIOCAS
DE LITERATURA COM TEMÁTICA GAY
Discutir um tema complexo e delicado. Esta é a proposta do 1° Encontro de Escritores
Cariocas de Literatura com Temática Gay, que acontece no dia 29 de fevereiro de 2012
na Fnac do Barrashopping, no Rio de Janeiro.
Existe literatura gay?
Como definir esse tipo de escrita?
Como é o processo para publicar um livro de temática LGBT?
Quais os caminhos alternativos para quem não consegue publicar seu livro através de
uma editora?
Estas e outras questões serão abordadas pelos escritores Luís Capucho, Kiko Riaze,
Sergio Viula e Felipe Dias, com mediação do debate pelo também escritor Fábio Fabrício
Fabretti.
Após o bate-papo haverá sorteio de livros e sessão de autógrafos.
PARTICIPANTES:
Luís Capucho – autor dos livros Cinema Orly e Rato. Como compositor tem canções
gravadas por Pedro Luís e a Parede (Máquina de escrever), Cássia Eller (Maluca), Daúde
(Romena) dentre outros.
Kiko Riaze – autor dos livros Depois de Sábado à Noite e Águas Cálidas.
Sergio Viula – autor do livro Em Busca de Mim Mesmo.
Felipe Dias – autor do livro e do site O Livro de Hélio.
Fábio Fabrício Fabretti – autor dos livros O Mistério dos Livros, O Mundo Rosa de
Amarelino, Quarenta Anos de Gloria (biografia da atriz Gloria Pires) dentre outros.
SERVIÇO:
Local: loja Fnac do Barrashopping (Av. das Américas nº 4.666, Barra da Tijuca, Rio de
Janeiro, RJ).
Data: 29 de fevereiro de 2012, quarta-feira.
Horário: 20h.
Entrada franca.
CONTATOS:
Felipe Dias | (21) 8462-8441 | livroheliodias@yahoo.com.br
Luís Capucho | (21) 2711-2787 | lcapucho@bol.com.br
Kiko Riaze | (21) 9975-8278 | kikoriaze@hotmail.com
Sergio Viula | sviula@hotmail.com
terça-feira, janeiro 31, 2012
segunda-feira, janeiro 30, 2012
domingo, janeiro 29, 2012
Fiz minha inscrição como compositor no Festival Catarse, uma confratenização de artistas de variados gêneros e se apresentar na Casa das Caldeiras, em São Paulo. Recebi a e-mail abaixo e, é hora de figa:
"Caros artistas,
Gostaríamos de agradecer a todos pelas inscrições para o Catarse 2012. A equipe de curadores tem na mão uma enorme quantidade de trabalhos de qualidade pra realizar um evento dinâmico e arrojado, como é a característica do Catarse.
A partir do dia 31/01 estaremos informando pelos contatos que foram enviados, aqueles que foram escolhidos para esta edição.
Evidentemente, diante de tantas inscrições fica impossível contemplar a todos. Mas convidamos aqueles que não forem selecionados dessa vez que mesmo assim estejam conosco na plateia, nos três dias de Festa, afinal o Catarse tem como meta principal ser um espaço para o encontro e celebração entre artistas de todas as áreas, uma catarse coletiva literalmente!
Muito obrigado e até breve!
Produção Catarse 2012"
quinta-feira, janeiro 26, 2012
quarta-feira, janeiro 25, 2012
Estive, ontem, no CPN, na tentativa de resolver o deslocamento de minha mandíbula, o que tem me causado dor. Assim que avistei o doutor, desanimei. Era um homem tão mal-encarado que, na porta do consultório, diante de sua carranca, eu estava como um moleque levado, que ganharia um esporro assim que adentrasse sua sala. Mas, entrei e nem olhei direito pra ele, ignorei.
Precisava ser atendido.
O doutor assistente, um rapazinho muito grande, que a roupa branca fazia crescer ainda mais, até se interessou pelo meu caso, me fez sentar na cadeira médica, ouviu minha queixa, examinou meus dentes e tudo, mas quando levou o caso para o doutor chefe, sem dó nem piedade, esse doutor sem consideração, disse para que eu viesse, outra vez, em fevereiro, quando o doutor Julio voltasse de suas férias.
Quer dizer, é isso aí.
Fora isso, na busca de um caminho que me tirasse do hospital, terminei por ter entrado na enfermaria, onde os doentes, aprisionados nas macas pobres, no calor, me encheram de horror, de lembrança.
Moral da estória: pesadelo essa noite!
Precisava ser atendido.
O doutor assistente, um rapazinho muito grande, que a roupa branca fazia crescer ainda mais, até se interessou pelo meu caso, me fez sentar na cadeira médica, ouviu minha queixa, examinou meus dentes e tudo, mas quando levou o caso para o doutor chefe, sem dó nem piedade, esse doutor sem consideração, disse para que eu viesse, outra vez, em fevereiro, quando o doutor Julio voltasse de suas férias.
Quer dizer, é isso aí.
Fora isso, na busca de um caminho que me tirasse do hospital, terminei por ter entrado na enfermaria, onde os doentes, aprisionados nas macas pobres, no calor, me encheram de horror, de lembrança.
Moral da estória: pesadelo essa noite!
terça-feira, janeiro 24, 2012
segunda-feira, janeiro 23, 2012
Notas Musicais: 'A Foto Onde Eu Quero Estar' fica com foco quando ...
Notas Musicais: 'A Foto Onde Eu Quero Estar' fica com foco quando ...: Resenha de CD Título: A Foto Onde Eu Quero Estar Artista: João Fênix Gravadora: Sala de Som Records Cotação: * * 1/2 Cantor pernambu...
Ontem à tarde, estivemos num encontro de escritores do Rio de Janeiro que tenham feito livros cuja temática tenha sido homoafetiva, para combinar um bate-papo a ser realizado conosco n
o dia 29 de fevereiro na FNAC da Barra.
Depois disso, fomos ao Sacramento, onde lhe ensinei tocar “Sua Mãe” e ele passar para o Luiz Flavio Alcofra.
“Sua Mãe” abrirá seu show no Rival dia 9 de fevereiro.
Para saber mais sobre o Felipe, cliquem aqui.
Sobre o Kiko, aqui.
Sobre o Sergio, aqui.
E sobre marcos Sacramento, aqui.
Sobre o Pedro e eu, o silencioso leit@r, já sabe...
o dia 29 de fevereiro na FNAC da Barra.Depois disso, fomos ao Sacramento, onde lhe ensinei tocar “Sua Mãe” e ele passar para o Luiz Flavio Alcofra.
“Sua Mãe” abrirá seu show no Rival dia 9 de fevereiro.
Para saber mais sobre o Felipe, cliquem aqui.
Sobre o Kiko, aqui.
Sobre o Sergio, aqui.
E sobre marcos Sacramento, aqui.
Sobre o Pedro e eu, o silencioso leit@r, já sabe...
sábado, janeiro 21, 2012
Luís Capucho - Sua mãe
Na década de 80, não me lembro por qual motivo, fui visitar o Sacramento e ele não estava em casa. Veio atender-me sua mãe, e achei que não fosse ela, mas uma tia. Depois, Sacramento me contou que tinha sido sua mãe quem me atendera e, aí, silencioso leit@r, fiz essa música, “Sua Mãe”.
Em 95, fiz um show no Café Laranjeiras e a incluí, e é essa a gravação melhor que tenho dela, com Naldo Miranda tocando comigo e fazendo o vocal.
Estou feliz, porque Marcos Sacramento decidiu cantá-la em seu próximo show, em fevereiro, no Rival.
Então, tentei cifrá-la para entregar-lhe, mas me frustrou a internet. Nela, não achei os nomes dos acordes com que acompanho a melodia no violão.
Que coisa!
Já era mais de 2000, quando o Maven, amigo de Curitiba, bolou um vídeo pra ela.
Veja, bom leit@r:
sua mãe
(Luís Capucho)
F7M9 Em7/F Em7 Em7/B Dm7 Dm7/Bb C#m/A B7M9 F7M F/G
mas aquela que era a sua mãe?
nossa!
eu imaginava ela mais grudada
mais encardida
mais estampada
mais de tamanco
mais aparecendo o bico do seio
que susto!
ela é tão azul
e veio lá do escuro tão soltinha
ela saiu da cozinha e veio
era toda expectativa
e me olhava enquanto eu falava
adorei sua mãe
mas aquela que era a sua mãe?
nossa!
eu imaginava ela mais grudada
e a roupa cor de abóbora que eu pensei que ela usava
nem era vestido de alça
ih!
mas a sua mãe era adorável
a sua mãe era adorável
a sua mãe
Em 95, fiz um show no Café Laranjeiras e a incluí, e é essa a gravação melhor que tenho dela, com Naldo Miranda tocando comigo e fazendo o vocal.
Estou feliz, porque Marcos Sacramento decidiu cantá-la em seu próximo show, em fevereiro, no Rival.
Então, tentei cifrá-la para entregar-lhe, mas me frustrou a internet. Nela, não achei os nomes dos acordes com que acompanho a melodia no violão.
Que coisa!
Já era mais de 2000, quando o Maven, amigo de Curitiba, bolou um vídeo pra ela.
Veja, bom leit@r:
sua mãe
(Luís Capucho)
F7M9 Em7/F Em7 Em7/B Dm7 Dm7/Bb C#m/A B7M9 F7M F/G
mas aquela que era a sua mãe?
nossa!
eu imaginava ela mais grudada
mais encardida
mais estampada
mais de tamanco
mais aparecendo o bico do seio
que susto!
ela é tão azul
e veio lá do escuro tão soltinha
ela saiu da cozinha e veio
era toda expectativa
e me olhava enquanto eu falava
adorei sua mãe
mas aquela que era a sua mãe?
nossa!
eu imaginava ela mais grudada
e a roupa cor de abóbora que eu pensei que ela usava
nem era vestido de alça
ih!
mas a sua mãe era adorável
a sua mãe era adorável
a sua mãe
sexta-feira, janeiro 20, 2012
quinta-feira, janeiro 19, 2012
A brisa da manhã, no verão, me enche de lembranças legais.
Na cozinha eu vinha pensando nisso e pensando que não estou dando conta de organizar os remédios, organizar a casa, ter de fazer a comida, não tomar café, não comer tomate... que à medida que vão entrando os anos, as coisas vão estragando, o mouse já não funciona bem, a casa ficando velha, e eu também, o desencaixe de minha mandíbula, agora, me causando dor, quer dizer, silencioso leit@r, as coisas não são unas, como dizem. Não são unas como o mar ou o deserto ou a floresta ou a brisa da manhã, no verão.
Elas são uma de cada vez.
Vou lavar a louça...
Na cozinha eu vinha pensando nisso e pensando que não estou dando conta de organizar os remédios, organizar a casa, ter de fazer a comida, não tomar café, não comer tomate... que à medida que vão entrando os anos, as coisas vão estragando, o mouse já não funciona bem, a casa ficando velha, e eu também, o desencaixe de minha mandíbula, agora, me causando dor, quer dizer, silencioso leit@r, as coisas não são unas, como dizem. Não são unas como o mar ou o deserto ou a floresta ou a brisa da manhã, no verão.
Elas são uma de cada vez.
Vou lavar a louça...
quarta-feira, janeiro 18, 2012
Jovem guarda - Diana - Ainda queima a esperança
Era início dos anos 70.
A gente morava num porão, numa rua muito pobre do Aquidabã, em Cachoeiro do Itapemirim. Não havia móveis, dormíamos espalhados pelo chão e num canto tinha um fogareiro, onde era feita a comida sem tempero.
Então, silencioso leit@r, a alegria era quando no rádio da vizinha tocava Diana. Achei a música, ontem, no Pedro, e ouvimos muitas vezes.
Veja:
A gente morava num porão, numa rua muito pobre do Aquidabã, em Cachoeiro do Itapemirim. Não havia móveis, dormíamos espalhados pelo chão e num canto tinha um fogareiro, onde era feita a comida sem tempero.
Então, silencioso leit@r, a alegria era quando no rádio da vizinha tocava Diana. Achei a música, ontem, no Pedro, e ouvimos muitas vezes.
Veja:
terça-feira, janeiro 17, 2012
Dobie Gray - Out On The Floor (Super great!) [HD video / Very Good pictu...
Foi o Pedro quem me apresentou Dobie Gray no facebook. Adoro música americana e saí olhando outros clips e encontrei esse que divido com meus silenciosos leit@res. Dá saudade dos anos 60.
Vejam:
Vejam:
segunda-feira, janeiro 16, 2012
Estive, ontem, procurando fotos na internet da escola Polivalente do Aquidabã, em que cursei o ginásio, quando ainda morava em Cachoeiro do Itapemirim.
Marcos Sacramento fez show em Vitória, ES. Curtiu a receptividade dos fãs capixabas.
Depois das entrevistas que demos no Blog do Hélio, faz pouco tempo, e a partir do fato de que alguns de nós fazemos literatura no Rio de Janeiro, decidimos nos encontrar pra se conhecer e conversar pessoalmente. Surgiu a idéia de que tais encontros fossem públicos e que, através deles, divulgássemos nossos livros. Participaram do primeiro encontro eu e Pedro, os irmãos Ana e Marcio El Jaick, Felipe Dias, Kiko Riaze e Felipe, Sergio Viula.
Estamos decidindo um nome para a Turma.
Fui.
Marcos Sacramento fez show em Vitória, ES. Curtiu a receptividade dos fãs capixabas.
Depois das entrevistas que demos no Blog do Hélio, faz pouco tempo, e a partir do fato de que alguns de nós fazemos literatura no Rio de Janeiro, decidimos nos encontrar pra se conhecer e conversar pessoalmente. Surgiu a idéia de que tais encontros fossem públicos e que, através deles, divulgássemos nossos livros. Participaram do primeiro encontro eu e Pedro, os irmãos Ana e Marcio El Jaick, Felipe Dias, Kiko Riaze e Felipe, Sergio Viula.
Estamos decidindo um nome para a Turma.
Fui.
sábado, janeiro 14, 2012
Dia de verãozão na minha comunidade em silêncio. Ar parado e apenas os passarinhos engailados cantando. O Estocrim ta me dando ginecomastia dolorosa à palpação e não tem outro anti-retroviral pelo que eu queira trocar, quer dizer, silencioso leit@r, todos os outros têm pra mim um porém.
Diante de minha indecisão, o Dr. me deu um tempo para que eu pensasse.
Que coisa!
Diante de minha indecisão, o Dr. me deu um tempo para que eu pensasse.
Que coisa!
sexta-feira, janeiro 13, 2012
que isso novinha
Eu vinha voltando da Fiocruz pensando em mostrar ao meu bom leit@r um vídeo postado no youtube, onde duas meninas novinhas dublam um funk contando a história de uma “novinha” que era mais devassa do que supunha o cara que tava interessado nela, quer dizer, bom leit@r, o cara fica muito surpreso com a devassidão da menina e esse é o motivo do funk. Uma das novinhas dubla o cara que conta a história e a outra novinha dubla a “novinha” devassa. Eu queria mostrar ao meu silencioso leit@r, porque eu adoro funk. Eu adoro funk pra ouvir sozinho, comigo mesmo, porque pra ouvir em grupo eu fico pudico he he he!
E como computador é um troço individual, íntimo, então pode.
Além do quê, as meninas criaram um afastamento da história, assim, elas tiraram tanto o funk do contexto dele, que a gente ouve sem vergonha e tudo. Mas, aí, acho que elas só mostram agora pros amigos, veja:
http://www.youtube.com/watch?v=k6_4EXtVXSM&feature=player_embedded
E como computador é um troço individual, íntimo, então pode.
Além do quê, as meninas criaram um afastamento da história, assim, elas tiraram tanto o funk do contexto dele, que a gente ouve sem vergonha e tudo. Mas, aí, acho que elas só mostram agora pros amigos, veja:
http://www.youtube.com/watch?v=k6_4EXtVXSM&feature=player_embedded
quinta-feira, janeiro 12, 2012
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