sexta-feira, outubro 24, 2014



Assisti, ontem, no youtube ao documentário “Música para os Olhos” dirigido pelo Hilton Lacerda, e que mostra o Cartola: https://www.youtube.com/watch?v=suxgrU9ISDU

O bom leit@r sabe, um detalhe, assim, de repente, um ventinho que moveu de leve o mato por onde passamos, um lance quase despercebido no meio de tanto mover de mato e vento, quer dizer, eu já tinha reparado na música “Autonomia”, mas eu nem sabia o nome. E, aí entrei por ali, leit@r.

E vim parar aqui:

quinta-feira, outubro 23, 2014



Considerando o post de ontem, em que não se consegue ver a onda, eu teria de fazer como fez o Brás Cubas, para visualizá-la de meu texto. Para trazê-la inteira para dentro de meu texto teria de estar como ele ou como Clarice Lispector, que, nessa entrevista, fala de seu túmulo:
Fui.

quarta-feira, outubro 22, 2014



Começarei outra de minhas telas na aula, hoje.

No caminho irei pensando no que poderei fazer ainda como exercício.

Fora isso, as coisas estão acontecendo sem aparecer, leit@r, acho que já disse isso antes. Imagina a pressão delas acontecendo caminho afora, sem que a gente veja. Imagina o barulho, o horror, depredando tudo, como nas Ondas Eternas do Zé Ramalho. É possível mesmo que a gente nunca consiga ver, por estarmos no meio do seu tumulto acontecendo, como um cara que a surfasse sem enxergá-la, em panorama, da praia.

Isso seria a introdução de uma coisa que eu contasse.
Mas, fui.

terça-feira, outubro 21, 2014

Ontem, Pedro esteve no Parque Lage e fotografou minh’AsVizinhasde Trás – Gentileza.
Em casa, mostrei a minha Vizinha de Baixo. Ela achou que a tinta acrílica deixou as bichanas pesadas –acho que no bom sentido, boas. Quando coloquei na parede, junto às outras, achei que o peso de que minha Vizinha falou, na verdade é um viço, entende leit@r silencioso, assim, um sobressalto.
O professor, quando pedi a opinião dele, fugiu pela tangente:
- Você precisa fazer uma coisa diferente. Isso ainda são exercícios. Use outras aplicações... 
Vê:


segunda-feira, outubro 20, 2014



Animado em terminar As Vizinhas de Trás que havia começado a fazer há duas aulas passadas. Hoje terei aula.
Como  disse a meu bom leit@r, na minha cabeça, ela está meio uma bandeira-azulejo à moda Gentileza, o profeta.
São engraçados esses lances: sempre que passo na rodoviária, embaixo da entrada da ponte, meu olhar procura as pilastras, onde estão os vários painéis que o Gentileza fez. Então, eu me lembro da vez em que fui ver uma exposição do Arthur Bispo do Rosário, e fico pensando nisso, em como esses caras incríveis - como parafraseou o Rodrigo Contrera a respeito de meu disco “Cinema Íris” - viram o mundo como a gente de baixo e, aí, eu me identifico demais com as suas ranhuras, nervuras e tudo. Então, mesmo que me sinta muito cru, e mesmo que esses caras não sejam apoio de nada, são um horizonte.
Como quando não entendi, quando o Silvio Essinger, uma vez, lembrou-se de Damião Experiência, ao ouvir o Cinema Íris.
Fui.

sexta-feira, outubro 17, 2014



A alegria de ver meus livros andarem sozinhos:

O narrador-personagem do Rato provoca muita antipatia. Há os leit@res que não conseguem ver além dela, como foi o caso daquele cara nojento de Goiânia que, chocado, disse o livro ser um livro podre, que não mereceria existir... . O Renato Alves passa por isso e conclui: "Mas Rato não é do tipo de livro que visa o choque pelo choque. Tanto é que esse caráter incisivo torna grande parte de seus defeitos – as repetições descritivas, o tom confuso e um tanto pobre que algumas passagens possuem, especialmente na primeira metade – não serem tão relevantes e nos conduzir até um crescendo de sensações e um final que pode colher algumas lágrimas, mesmo que você não saiba porque. E nos fazer repensá-la depois que acabamos a leitura."
http://www.outrapagina.com/blog/rato-luis-caputo/

Obs: O Renato usa para ilustração de sua resenha a foto da primeira capa do livro, a original, feita pelo Pedro. Depois, por causa de arrumações da editora, limaram nossa capa!

E achei isso também, na Vila Buarque, em Sampa:
Clube de leitura Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato
Com João Luiz Marques
Encontros mensais para conversar sobre a leitura de autores brasileiros contemporâneos, previamente selecionados e lidos. Para novembro, o escolhido foi o romance "Mamãe me adora", de Luís Capucho, pela Ed. Vermelho Marinho. Para maiores de 14 anos.
Dia 14 de novembro às 20h – Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato