domingo, julho 22, 2012

Manhã muito linda de sol de inverno.
Ontem, fizemos um programa que Pedro chama de “mochileiros”. Pegamos um ônibus urbano após o outro até que chegássemos a Muriqui, uma das praias so município de Mangaratiba. O plano inicial era irmos até Paquetá, mas me enganei com a manhã neblinada e não quis sair da cama, achei que era chuva e que não valeria sair de casa, e aí, quando o sol venceu, já era tarde para pegar a Barca. E fizemos o “mochileiros”....

sexta-feira, julho 20, 2012



André Fischer mandou recado:
ouve la... o 10 bloco e especialmente .o ultimo:


Além disso outros dois amigos queridos falaram do Mamãe me Adora. 
O Tarcíso Buenas falou nesse link Aqui.

E Eduardo Macedo, reproduzo abaixo pro silencioso leit@r:

Mamãe me adora

Mais uma vez Luís Capucho nos brinda com sua literatura.
E mais uma vez a simplicidade rege toda sua escrita.
O que será que tem demais numa viagem com a mãe a Aparecida do Norte?
Pois foi o que me passou pela cabeça quando perguntei sobre o assunto do livro ao próprio autor.
Mamãe me Adora é uma intensa observação da vida por uma pessoa que viaja de ônibus. Os pequenos detalhes desta viajem aparecem como símbolos para se pensar.
Para quem está acostumado a viajar por este meio de transporte, a identificação é imediata. Às vezes dá até para sentir o cheiro da estrada e das malas.
Fiquei pensando se o Luís tinha um caderninho para anotar tudo o que acontecia.
Seu estilo de escrever nos leva com ele no seu bolso. Rapidamente tornamo-nos cúmplices dos seus mais íntimos segredos.
Mamãe me Adora além de uma viagem a Aparecida do Norte é também uma viajem ao significado da vida, das dificuldades que temos que superar e do amor de um filho pela sua mãe, que é uma figura emblemática e santa na vida de todos nós.

quinta-feira, julho 19, 2012


Chuva!
O dia mais escuro enganou minha alma que se deixou no éter mais que o tempo de costume e só acordei com as batidas da vizinha da frente em minha porta. Veio me entregar a correspondência.
- Eu trouxe, porque se deixarmos lá, molham todas.
Moral da estória: manhã perdida e correr para que dê tempo de tudo.
Fui.

quarta-feira, julho 18, 2012

A Vida nos Trilhos (10'36", Atílio Vivácqua-ES)


Acordei com o movimento do pessoal de trás, alguém bateu no Ralf e, depois, comecei a ouvir a chuva caindo e saí da cama ainda sob a impressão dos vídeos que vi ontem sobre Marapé, ES.
Ontem, assisti a vários deles.
Marapé ficou pra mim como uma cidade de sonho e a cada novo vídeo que fui descobrindo na rede, mesmo que a cidade seja real e que agora ela esteja vivendo sua manhã do dia 18 de julho de 2012, a cada vídeo descoberto e revisto agora de manhã, mesmo que as dúvidas brotassem, a impressão de sonho não se desfez.
É amor.

terça-feira, julho 17, 2012


O passarinho engaiolado da casa de baixo, que canta como um bicho pré-histórico, deve ter sido vendido. Não tenho mais ouvido subir o seu canto de dinossauro. Em seu lugar, um outro, com um piadinho fino e pequeno, tímido, que ouço vez ou outra. Hoje, que o sol veio, cantou pela manhã. O pessoal de baixo vende produtos trazidos do nordeste. Entre os produtos, passarinhos. De minha casa fechada, ouço todo o movimento e imagino coisas...
Fui.

segunda-feira, julho 16, 2012


Dorinha veio.
Trouxe um rádio, onde ouvir suas músicas que lhe ajudem a passar o tempo.
As músicas no rádio nesse dia frio junto à disposição em que fiquei depois do fim de semana, me entristecem.
Ela trouxe sua netinha que deixou sentada na sala.
A menina ignora absolutamente as músicas tristes do rádio e canta outra coisa:
 “Doce, doce, doce...
Pato, pato, pato,
A vida é um doce,
O pato come o doce...”

domingo, julho 15, 2012

Simon me fotografou tocando “Crônica de um mortal”, nova parceria com Mathilda Kóvak, numa reunião muito boa, ontem, que Pedro fez na casa dele. Todas as fotos estão Aqui.

sexta-feira, julho 13, 2012

O som do amor pra sempre

No youtube, música do disco do Fênix,  "A foto onde eu quero estar", onde digo uma coisa que escrevi. 
Vale apenas conferir, bom leit@r:
"Todos os dias a vida e a morte trazem você pra mim.
Sua presença entra pela luz de nossa casa, p
elas sombras, está nas roupas que estendo ao sol do varal, na
comida que preparo na cozinha. Qu
ando eu desço a escada. Nas
plantas que vicejam na janela. Voc
ê está completamente em mim. E con
tinua quando eu me deito pra dormir."  Luís Capucho

quinta-feira, julho 12, 2012


Mathilda mandou e-mail com nova letra.
A parceria ficou pronta e aprovada...rs.
Ela escreveu:

“(uma letra pra vc fazer um rock)
Crônica de um mortal
(luis capucho/mathilda kóvak)

eu vou viver cem anos

eu vou ser saudável e feliz
eu tenho muitos planos
ser famoso, rico,
bem-casado, bem-amado

eu quero tudo o que

eu li na revista
eu quero ser artista
e quero ter o sorriso
de um comercial de pasta de dente
eu quero ser igual a todo mundo
e ao mesmo tempo ser diferente

eu quero tudo

mas tudo é nada
e então
depois de passada
a vida longa e feliz
a morte vem e diz:
acabou.
Você escolheu o tempo da Terra
e a vida eterna
é para quem sofre
a vida eterna
é para quem morre na cruz
e essa sua vida longa
não durou nem cinco minutos
no relógio do universo
mas você preferiu o mundo
então, aqui está: acabou.

e, aí, você entenderá

que só os santos vivem em estado de Graça
porque a graça é eterna para os que passam
rapidamente por todos os mundos
e não este, somente

e  ao renunciar as estrelas

você ficou preso à Terra
e seu fim doloroso
para divisar, nos últimos minutos,
uma revoada de anjos
dirigindo-se ao
migrando pro infinito, em pleno gozo.

(da nossa séria, que começa com auréola, bjs)”

quarta-feira, julho 11, 2012

O IDIOTA FELIZ!: sexo sem beijo é solidão

O IDIOTA FELIZ!: sexo sem beijo é solidão: Gosto de artistas que não estão nem aí para a caretice do “respeitável público”. Gosto dessa honestidade.    Luis Capucho é d...

terça-feira, julho 10, 2012


Ontem, quando saí de casa, minha vizinha da frente estava de saída também.
Então, começou um papo que alimentei e tudo, só que ela começou a falar tão alto e ao entrarmos no ônibus, ela começou a se dirigir a todo mundo, silencioso leit@r. E claro que o pessoal do ônibus não estava interessado no nosso assunto, porque, vocês sabem, cada um tem uma direção, uma viagem, uma coisa diferente no que pensar.
Aí, eu comecei a querer entender, porque a minha vizinha estava fazendo aquilo, quer dizer, qual era a estratégia dela, porque como diz aquela música de Roberto “nossos problemas são nossos” e tal... e, aí, ela, que tinha ficado conversando com o trocador, veio e se sentou ao meu lado. Então, insatisfeita com as minhas reações tranquilas ao nosso assunto, reações que agora começo a achar mais lúcidas, começou a puxar papo com uma mulher do outro lado do corredor e, aí, larguei mão...
Que coisa!

segunda-feira, julho 09, 2012


Frio em Nikity.
Ontem, também fez frio e choveu.
Vou almoçar...
Combinei com Dorinha que ela viesse.
Vai vir na segunda.
Fui.

domingo, julho 08, 2012

sexta-feira, julho 06, 2012

Vou reproduzir os comentários do Davino e do Hugo a respeito do Mamãe me adora e Cinema Íris que acabei de lançar. 
Fico bem emocionado, bom leit@r.
Veja:

Leonardo Davino disse:
“As páginas 56-57 de seu livro "Mamãe me adora" me fizeram lembrar a canção "Mãe", de Caetano Veloso. Reli ouvindo a canção. Aliás, estou absorvido pelo livro. Parei tudo para lê-lo.
"Era para eu ser como mamãe (...) Entretanto, mesmo que tenha sido ela minha mãe e que tenha me educado sozinha, sem um marido, não lhe aprendi as maneiras" (Capucho).
"Eu canto, grito, corro, rio / e nunca chego a ti" (Veloso).”

Hugo Nogueira disse:
“Estou te devendo um comentário do seu disco, o show foi muito lindo, adorei o menino que tocou guitarra, você nem apresentou, rs. Dá para ver que ele conhece muito música e é muito talentoso, toca pra caramba. O arranjador é mesmo sensacional, faz mágica com aquele teclado dele. Não conhecia o Marcos Sacramento fiquei encantado, quero conhecer mais e mais, você tem razão, é mesmo um luxo ter a participação dele no seu disco, ele é um excelente intérprete. A música que mais gosto é a primeira do disco que foi a última do show, tem um verso, das calças arriadas no Rex, que traça um itinerário dos cinemas pornôs do Rio: Cine Orly-Cine Íris-Cine Rex. Daí você saiu do cinema com os livros "Rato" e "Mamãe me adora", mas quando descreve o encontro com o negão no banco da praça volta para esse universo da caça que você domina/representa tão bem. Gosto da maneira como você costura descrições explícitas de atos sexuais no seu texto. Essa falta de reserva, de pudor, aponta para o que está nas entre-linhas que exige uma decodificação maior por parte do leitor, principalmente no primeiro livro, eu sinto que você foi facilitando para os leitores para quem o universo dos cinemas não é familiar, aquilo que sempre houve de essencial no seu trabalho, na realidade não uma busca do sexo, mas por amor, afeto, reconhecimento, identidade, esse amor que as mães não são capazes de dar e por isso mesmo nos deixa confusos afinal para quem foi amado por suas mães não há referência maior de amor. Gosto tanto do seu trabalho que sempre tenho dificuldade de falar dele, mas agora com o curso de Letras estou ficando mais solto, retomando a voz que eu tinha quando fiz o curso de história da arte em 95, livre, sem tantas cobranças do supereu, menos exigente comigo mesmo e capaz de aceitar meus rascunhos e não esperar uma escrita que seja ao mesmo tempo automática e ideal. Mas, pode deixar que dessa vez vai. De mansinho. Entrevistei e traduzi um texto sobre um artista americano Ron Athey que se apresentou aqui no Rio, vejo um paralelo entre a obra dele e a sua, vai ser publicado, depois te passo o link.”

E depois disse:
“querido Luís Capucho ouvindo o disco. Ele é tão diferente do show em alguns sentidos. Eu realmente acho o começo sensacional, o
seuviolão está lindo, sua voz também está muito legal. É o que tem mais a sua cara, essa coisa menestrel, assim meio Dylan, Reed, Cohen. Tem uma atmosfera que me lembrou a da música do Pet Metheny com o Bowie, "This Is Not America" do filme "The Falcon and the Snowman", é uma música singular no repertório do Bowie que conheço bem, deve ser porque não é mesmo dele, mas do Metheny. É mais uma questão de clima, meio "On the Road", violão debaixo do braço, pegando carona, andarilho, fazendo música na rua. Agora a música em que dá para identificar o puta trabalho do Paulo é a versão de "Cinema Íris" do disco. Lembro daquela primeira versão super crua. A produção, o arranjo, a cama musical que ele fez para sua música a valorizou demais. Ficou muito linda. Com certeza é uma das mais completas, onde a letra e a música casaram melhor. Como "Lua Singela" do primeiro disco. Claro que a música está a serviço da letra que é uma das suas melhores, mas é como uma filmagem profissional, a qualidade do som, da imagem, valoriza de tal forma o conjunto que você pode apreciar melhor os detalhes e fica mesmo imbatível. Eu adoro o jogo que você faz nos versos: "Homens com caras de bigodes Homens com caras cabeludos Homens com caras travestidos Homens com caras de hospício Homens com caras de mal", quem é quem, nesse corredor de espelhos em que ninguém se vê nem vê realmente ninguém. Também é um retrato de uma fauna que está cada vez mais difícil de encontrar. Essa diversidade pré-AIDS predominava. Não existiam tantos estereótipos, tribos, imagens específicas distribuídas, atribuídas a classificações geográficas. Era assim uma massa sem rosto, sem um corpo que se diluía. A Vieira de Carvalho em SP era assim ainda no começo dos anos 80. Na boate Navy em Fortaleza em meados dos anos 80 ainda era assim também e nas outras boates de Fortaleza do período também a Flamingo, a Mansão Branca. Em SP ainda tem o Bailão, o Caneca de Prata, remanescentes desse período, mas está mais para um amalgama do que propriamente uma dissolução dionisíaca e de gozo. Sobraram esses cinemas aqui no Rio, mas já no seu livro "Cinema Orly" você já apontava que estava registrando descrevendo preservando uma cultura decadente que vai desaparecendo. Esses homens da música são os mesmos espectros do livro. Dinossauros, como você bem descreveu, à espera da extinção total, quando só restaram os fósseis a serem desencavados e descobertos por gerações posteriores de gays ou pós-gays que na realidade é o que temos agora. Mas você ainda é, e eu também, o que um argentino de quem comprei o livro chama de "os últimos homossexuais", ou ainda, homo-gays, aqueles com mais de 40 anos que acompanharam essa transição de homossexuais para gays e levaram consigo essa cultura homossexual já superada pela gay (e até por uma post-gay eu acredito). "Eu quero ser sua mãe" é uma delícia, já tinha adorado ao vivo e acho que ao vivo soa até melhor, esse seu talento para encontrar/descrever o romântico de uma forma inusitada, como você chamou atenção naquele texto que escreveram sobre você no Globo. A minha grande surpresa no disco, foi a versão de "Para pegar", eu adorei no show, gosto muito dessa ideia de "deixar a rua me levar" da única música boa da Ana Carolina (desde que cantada pela Bethânia). A sua tem um sabor especial claro. Esse "rolê" que você propõe nós gays conhecemos e vivemos de uma maneira muito particular. O que eu achei realmente inusitado e inédito no seu trabalho foi esse arranjo meio discoteca, dançante, que tem tudo a ver com a música claro. Sugiro um remix babado para tocar nas pistas de dança. Bj”

quinta-feira, julho 05, 2012

Ontem, estivemos, eu e Ruth, a ver o Pedro Luís falar sobre sua carreira desde quando era pequeno na Tijuca. Depois tocou, voz e violão, algumas músicas de seu novo CD solo – tempo de menino. E apresentou um clipe da música “menina do salão de beleza”. O Pedro, junto com outros amigos meus, foi especial num momento em que estive bem fodido e minha música com Mathilda Kóvak – Máquina de Escrever – era cantada por ele no rádio. Daí, que foi muito legal vê-lo contar sua estória profissional de cantor/compositor e em alguns momentos ter feito parte, você sabe, o sucesso, sem ser o que determina os acontecimentos, se sobrepõe à vida da gente como um céu ... que pra uns é um céu tenebroso, pra outros é azul... rs.
Isso foi numa biblioteca, em Botafogo.
E Pedro Luís estava acompanhado pela curadora Suzana Vargas. 
Veja:
                                         Eu, Pedro Luís e Ruth
                                         Suzana Vargas, eu e Pedro luís

quarta-feira, julho 04, 2012

terça-feira, julho 03, 2012

Alek me mostrou esse Link com o preço de um velho Cinema Orly.
Eu vendo um novinho e autografado mais barato, silencioso leitor!

segunda-feira, julho 02, 2012

A leitura do Werther acontece apenas, quando estou fora de casa a caminho do médico, a sua espera e, ontem, no domingo ensolarado, quis ir até a praia. Então, encontrei uma sombra pra ler.
A primeira impressão de conto encantado já não se sustenta desde há muito, porque ele, sem ter na cabeça que poderia tentar seduzir Charlotte, quer dizer, silencioso leit@r, feito o príncipe que é, vencer os obstáculos todos que o impedem de chegar ao “castelo” dela, nem tenta.
E ta na mais absoluta depressão.
Me sinto identificado com ele.
Também acho que não adiantaria tentar.
Fui.

domingo, julho 01, 2012

Lendo Canção: O doce mistério da vida

Leonardo Davino, em seu blog sobre música, colocou um post que achei ter uma incrível sintonia com o meu Mamãe me adora. Veja, silencioso leit@r:
Lendo Canção: O doce mistério da vida: No conjunto monumental Convento de Santo Antonio e Igreja de São Francisco na capital da Paraíba, cidade desenvolvida entre o rio e o mar...

sábado, junho 30, 2012


Estivemos, ontem, no aniversário de 100 anos de Dona Francisca.
Me lembrou um conto de Clarice Lispector do qual não me lembro direito, mas que fala de uma festa de aniversário de uma senhora muito velhinha, que fica isolada em sua própria festa. Assim estava Dona Francisca. Ela não participava de nada, nem das conversas nem de coisa alguma que pudesse fazer. Embora estivesse com um semblante orgulhoso pelos 100 anos, ficou sozinha em sua mesa, onde vez ou outra um convidado ía felicitá-la. E ela ouvia tudo meio sem entender. O único momento em que ela não esteve out, foi quando teve de, após os Parabéns, apagar a vela. Mas parecia não estar entendendo também. Ou, talvez, não tivesse interesse.
Que coisa!
Fui.

sexta-feira, junho 29, 2012

Continuando a leitura do Werther...
Dessa vez, estou achando que o livro tem uma lembrança com as histórias infantis da Branca de Neve ou da Moura Torta e que o Werther, miseravelmente, é um rapaz principesco que não consegue viver uma estória encantada de amor.
Fui...

quinta-feira, junho 28, 2012


Iniciando a reler Os Sofrimentos do Jovem Werther.
E é como uma deliciosa primeira leitura, pois não me lembrava mais...

quarta-feira, junho 27, 2012

Você vai ser o meu escândalo


Ontem, fiquei assistindo muitas vezes, embevecido, aos clipes de Wanderléia cantando “Você vai ser o meu escândalo”, um dos sucessos de Roberto e Erasmo Carlos, de que minha impressão é ter ouvido pela primeira vez, ontem.
Um dos registros é mais atual, o outro é bem antigo.
Os dois são lindos e me deixaram, outra vez, mais pra Wanderléia do que para Maria Bethânia.
Veja bom leit@r:


terça-feira, junho 26, 2012

Dia escuro, quando me levantei.
Depois, apareceu o sol.
Vi uma propaganda no facebook, um link, em que o Banco Itau estaria oferecendo uns livros infantis para os internautas. Preenchi o cadastro sem levar muita fé. E, ontem, recebi três livros: A festa no céu, Chapeuzinho amarelo e Advinha quanto eu te amo.
No pessoal de trás tem um menininho que acaba de aprender a ler.
Aí, dei os livros pra ele.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

segunda-feira, junho 25, 2012


Hoje pela manhã, médico.
Uma nefrologista de olhar muito lindo... e, enquanto ela me respondia às perguntas e me olhava com aqueles olhos muito grandes e coloridos de marron, fiquei preocupado em corresponder-lhe o olhar e ela, então, me descobrir.
Aí, silencioso leit@r, criei coragem e mantive meu olhar no dela.
E não aconteceu nada.
Era tudo viagem minha...

sábado, junho 23, 2012

Milton Nascimento - Carro de Boi


Quando entrei na adolescência foi que fui apresentado à MPB por uns amigos de escola. A MPB foi apresentada pra mim como uma música de classe média, quer dizer, silencioso leit@r, eu demorei um pouco a sacar a sua melodia mais sofisticada. Assimilei mais rapidamente as letras tristes que na MPB há muitas. Por exemplo, as melodias de Milton Nascimento custaram a entrar macias, mas, aí, depois, quando entendi, foi como comer goiaba, amora, laranja, que crescia nos pés seivosos na beira do rio.
Vejam essa melodia:

quinta-feira, junho 21, 2012

Ainda no fluxo dos lançamentos do Cinema Íris e do Mamãe me adora.
Adorei a presença dos amigos na festa que se deu na Multifoco em torno aos livros e CDs. Meus amigos queridos, de muitos anos, foram. E conheci uma porrada de outros.
Ontem, estive conversando com o Edil aqui em casa e tentei explicar a sensação, que é uma sensação estranha. Às vezes, sinto que não sou bom com as palavras que ficam perdidas na cabeça e não consigo pinçar as bichanas pra dizer o que quero. Então, fiquei tentando dizer ao Edil, e não me satisfazia com a expressão. Eu sei que a gente entra num fluxo de coisas acontecendo e chega uma hora que não é mais o nosso desejo, o turbilhão de coisas passa a acontecer à nossa revelia e tem uma sensação de descontrole e tal.
Aí, o Edil disse:
- Então, sai do fluxo, Luís! Vai ver o fluxo não é esse. Pega outro, ué!
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

quarta-feira, junho 20, 2012

Damiao experiença tango do planeta lama


Na crítica muito, muito legal que o Silvio Essinger, do jornal O Globo fez para o Cinema Íris, AQUI, além de condicionalmente me relacionar a vários outros artistas da música, relacionou-me com Damião Experiência, um brasileiro que eu não conhecia.
Que coisa!
Veja bom leit@r, :

segunda-feira, junho 18, 2012

Luís Capucho - Para Pegar

Rafael Saar pegou essa música no ensaio de lançamento do Mamãe me adora e Cinema Íris. Veja, bom leit@r:

sexta-feira, junho 15, 2012

É Hoje, Pessoal!
Às 18 horas, com pocket show às 20h. Vejam, tem duas matérias n'O Globo:
Notícia

A Multifoco é na Mem de Sá, 126 - Lapa.

quinta-feira, junho 14, 2012

oi, pessoal. Estou muito feliz que já pude ver o cd, vocês sabem, a gente só acredita se ele existe. E fico feliz de ver tanta gente que vai estar comigo na Multifoco pra ver o bichano dar os primeiros gritos. Eu, Baiano e Marcolino faremos uma curta mostra das músicas às 20 horas, todos já sabem. 
Será também o lançamento do Mamãe me adora. 
Eta sô!
Fico agradecido de antemão pela presença de todos.
Marcos Sacramento vai cantar Os Gestos das Mulheres, minha parceria com Mathilda Kovak. 
Acho que não preciso de mais nada...rs.
A Multifoco fica na Mem de Sá, 126. 
Até lá...

quarta-feira, junho 13, 2012

segunda-feira, junho 11, 2012

Céu


Gripado.
Tenho quatro dias pra me recuperar.
Quer dizer, menos, porque tenho de ensaiar, amanhã.
O som inteiro do disco Cinema Íris foi genialmente tirado por Paulo Baiano.
Entretanto, uma de suas faixas, não saiu de seu estúdio.
Gabriel Muzak foi o cara que, no Monoaural - estúdio do Kassim e do Berna - tirou o som da harpa de Cristina Braga para o Céu e foi quem mixou. Depois, por uma questão de tempo, essa mixagem não ficou no disco. Um disco tem uns processos que nos fogem, silencioso leit@r, por isso quero mostrá-la. Tem um estilo tão genial quanto.
Também, orgulhoso, vou mostrar o que Cristina Braga disse a respeito.
 Ela disse:
“Tive o privilégio de participar da faixa CÉU, tocando claro, harpa. E numa tarde, no estúdio de Kassin e Berna, o CÉU de Capucho se aproximou de nós. Mas, o CÉU de Capucho não é óbvio.  Traz dúvida, traz chifre e rabo, traz a certeza de que sem beijo é impossível voar, cavalgar e muito menos ainda galopar. Pude então colocar e tirar as asas que acompanham a dualidade da música de Capucho e do meu instrumento:  às vezes somos homens, não anjos. Às vezes somos anjos, não homens.”

sábado, junho 09, 2012


Frio em Nikity City!
Estive na rua pra comprar os incensos. Acendi um: rosa branca.
Fiz um café.
As coisas se repetem porque são cíclicas.
Eu e Baiano e Marcolino iremos tocar 8 das músicas do disco, sexta-feira, na Multifoco, no lançamento dele e do Mamãe me adora.
Rubia deu a idéia de ler um trecho do livro no show. Vou escolher pra ler antes da música “Eu quero ser sua mãe”. 
A gente vai tocar:

1-     A música do Sábado – parceria com Kali C.
2-     Céu
3-     Cinema Íris
4-     A expressão da boca
5-     Eu quero ser sua mãe
6-     Os gestos das mulheres – parceria com Mathilda Kóvak ( participação especial de Marcos Sacramento)
7-     Para pegar
8-     Parado aqui
Fui.

quinta-feira, junho 07, 2012


Dia mais escuro que o dia de ontem.
E mais fresco!
Como eu disse a meu bom leit@r, o pessoal de trás arranjou um cachorrinho, o Ralf. E os gatos que estavam brigando sobre o telhado, caíram na área onde ele fica. Ralf entrou em pânico. Começou a gritar como se estivesse levando uma surra. Fechado em minha casa, foi o que entendi. Achei que o pessoal de trás estivesse batendo nele.
Mas logo, ouvi minha vizinha de janela consolando Ralf.
Ela desceu às pressas e estava acarinhando ele pelos buracos do portão.
Debruçado em minha área, gritei:
- O que houve? – e ela me explicou.
Nós adoramos o Ralf. No início, quando ele chegou, ainda muito pequeno, e lhe falava aqui de cima, ele não conseguia entender. Acho que não conseguia imaginar que no mundo houvesse um “em cima”. E não olhava pra mim. Ficava perdido sem entender quem falava com ele. Depois, começou a ter noção de “em cima”. E, aí, bom leit@r, quando ele me ouve, ele se joga na parede de tanto amor, fica arriado na parede cheio de amor, balançando o rabinho e com aqueles olhos melados que me olham. É muito engraçado e cativante.
Fui.

quarta-feira, junho 06, 2012


Chuva rala caindo lá fora. Casa fechada e limpinha.
Enxaguei umas roupas que deixei de molho e as estendi no varal, na área.
Fiz meu café.
Aniversário de mamãe e às 14:30 h, estréia de Eu quero ser sua mãe, no canal Brasil.
Ruth disse:
- Ela ainda está no comando!
Acendi o incenso.
Não posso me esquecer das coisas de hoje.
Tenho de organizar o guarda-roupa.
Por que eu fico escrevendo todos os dias nesse blog?

terça-feira, junho 05, 2012


Dia abafado e sem sol. Fiz um café. Minha casa tá um brinco. Achei que fosse dar conta, mas chamei Dorinha e fez muita diferença.
Estive, pela manhã, na casa do Rafael para bolar um vídeo de divulgação dos lançamentos do Mamãe me adora e do Cinema Íris.
Amanhã, Mamãe completaria 85 anos.

segunda-feira, junho 04, 2012

Luís Capucho - Eu quero ser sua mãe

Mandei um primeiro convite para os amigos dos lançamentos do Cinema Íris e do Mamãe me Adora, mas além de não ter um flyer – em anexo – mandei com o endereço do local de lançamento errado. E para que o meu bom leit@r e meu bom ouvinte não se perca, o endereço da Multifoco é Mem de Sá, 126-Lapa-Rio de Janeiro.

Aproveito também para mandar o flyer de estréia no Canal Brasil do clipe de uma das faixas do CD Cinema Íris, “Eu quero ser sua mãe”- com Pedro Paz e com direção de Rafael Saar.

Quem acaso não tiver o canal Brasil poderá ver aqui:

domingo, junho 03, 2012

Lacerdinhas na praça de Alegre, Eu quero ser sua mãe no Canal Brasil e lançamento do Cinema Íris e Mamãe me adora

Quando vinha de volta da rua da praia, ontem, vinha me lembrando daqueles insetos minúsculos que, na praça de Alegre, caíam daquelas árvores bojudas a que chamávamos figueiras. Lembrei-me do nome do inseto, lacerdinha, e tive dúvida se o nome era esse e se as árvores de onde caíam eram, mesmo, as figueiras. Minha desconfiança veio porque nunca mais vi as lacerdinhas, somente naquela época – 1968. E, por isso, não pude pela repetição de ver o inseto mínimo noutras vezes, confirmar seu nome. E também, porque aquelas árvores a que chamávamos de figueiras, não davam figos. Eram árvores troncudas e de copas folhudas, de folhas muito miúdas, de cuja folhagem espessa caíam as lacerdinhas, como piolhos. E tínhamos de proteger os olhos para que elas não caíssem em sua piscina. Em torno ao tronco das figueiras, como fossem veias, desciam outros pedaços de tronco, como estalactites, assim, quase como cipós, mas não eram, porque eram do pr´prio tronco da árvore... é isso.
Achei uma foto. Eram lacerdinhas. Veja, bom leit@r:

sexta-feira, junho 01, 2012


Essa gravação que postei ontem de Mamãe me adora para divulgação do livro de mesmo nome, é o melhor registro que tenho dessa música, anterir ao meu coma, que me deixou com essa voz hard de cantor underground.
Foi um show que fiz com Naldo Miranda que tocou o segundo violão, no extinto Café Laranjeiras, em junho de 1995. No final, me lembro de minha surpresa ao ver o pequeno público do Café gritando e, no meio de tudo, reconheci a voz do Fred. Vejam, ele grita: MA RA VI LHO SO!...rs.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!