quarta-feira, julho 04, 2007

O rolo de Mathilda Kóvak e Luís Capucho II




Achei meu show com Mathilda lindo e louco!
Ninguém parece ter gostado, mas todos, educadamente, ficaram até o final.
Nossos convidados e Pedro, na produção, arrebentaram, mas nós, estivemos às cegas e, às cegas, fiquei ligado ás músicas, enquanto Mathilda tateava, buscava, ia indo na levada da brisa, na levada do tempo, tentando encontrar algum apoio, algum ritmo, alguma coisa que desse sustentação ao troço, e os deuses, cruéis, não vieram em nosso socorro.
A gente quase que brigou no palco, porque eu queria tocar e ela queria falar. Foi um horror, bom leit@r! Nosso respeitável público tem toda razão em não se agradar, pow!
E nosso próximo show terá de ser melhor bolado para que o bichano fique com alguma direção e não sem rédea, como deixamos dessa vez. Que coisa!
Nessa manhã, nos falamos pelo telefone para resolver essas coisas. Eu disse:
- Acho, Mathilda, que tenho de entrar mais na sua onda e você entrar mais na minha onda! Juntos, o troço fica com mais direção!
- Sim, eu sou roteirista e não fiz um roteiro pro show, Luís!
- Então...- eu disse.

Um comentário:

Dudu disse...

Shit happens.Bj.