terça-feira, novembro 15, 2011

Estou naquela parte em que Moll Flanders se traveste de homem e se alia a um companheiro para furtar lojas de pano. Achei engraçado que roubar panos, seja um roubo de valor. E me lembrei que, quando eu era um garoto, em Cachoeiro do Itapemirim, andava pela rua com mamãe e via muitas lojas de tecidos. Hoje, quase não existe mais isso. Também achei engraçado que ela perdesse um pouco do traquejo corporal, quando usava essas roupas de homem, porque roupas de homem, no século XVIII, imaginei, melhorasse a agilidade para os furtos. Mas ela era muito mulherzinha e sentia-se mais presa em roupa de homem. Sei lá...

Um comentário:

Nayara Borato disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog Alma de poesia. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

http://narroterapia.blogspot.com/