sexta-feira, outubro 11, 2013

Filipe Catto canta Maluca



Tava vendo outros vídeos do Filipe Catto no youtube e num deles, fãs que estiveram no show de Brasília, disseram ele ter falado que iria fazer uma exceção, mas que não tocaria mais violão em show.

Depois de ter visto ele cantar aqui no Rio e de ter chegado em casa e de ter tomado os meus remédios, aqueles delirantes, o meu piedoso leit@r sabe, e que arrumei meu colchão no chão para dormir, deitado, comecei a rememorar pensando o Filipe. E fiquei imaginando as pessoas que têm prumo e que por isso são muito leves e aquelas pessoas que não têm prumo, e que por isso são presas e pesadas.

E me veio à lembrança que o Filipe é esse primeiro tipo, quer dizer, o tipo dos que têm prumo e no palco ficam leves, porque não têm tranca nos gestos desamarrados e fluidos, e, aí, os seus gestos e o jeito de corpo enchiam o show de perspectiva que a gente da platéia ficava imaginando.

Mas silencioso leit@r, eu estava curtindo mais os momentos em que ele conduzia a direção das músicas amarrado de pé, aprumado na sua guitarrinha, assim, meio um São Sebastião.

E, aí, quando no fim, ele fez a “Maluca” cavalgando só com ela, as moças tiveram que vir jogar os pétalas...rs.

Pedro, a meu lado, viu e se emocionou comigo.

Veja:

quinta-feira, outubro 10, 2013



No final da década de 70 eu era um rapazinho que tinha o coração alado e cego. Eu morria de amor pelo Fagner e estive no teatro Tereza Rachel repetidas vezes numa semana para assisti-lo cantar. Ontem, com Pedro, estivemos no mesmo teatro pra ver o Felipe Catto. Ta muito diferente, leit@r. Ficou um teatro esplendoroso a meus olhos, frente ao que era há trinta nos atrás.
E foi emocionante demais! No bis do show, o Felipe disse que eu estava presente e que gostaria de improvisar um “voz e violão”. E, silencioso leit@r, cantou “Maluca”. Então, apareceu na platéia um monte de gente que começou a jogar pétalas de rosas sobre ele. Foi de chorar. Pedro filmou e quando ele colocar no youtube, coloco aqui.
Não bastasse isso, quando estávamos no camarim para cumprimentá-lo, encontramos o Ney Matogrosso. E é sempre muito afetuoso encontrá-lo, é meu ídolo.
Yahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

eu e Pedro esperando o Felipe:

quarta-feira, outubro 09, 2013

Aristocracia - luis capucho/suely mesquita



Avançando na leitura da biografia de Jean Genet, que o Miguel me deu.

Estou muito no início e prestando atenção no fato de que conhecer os acontecimentos da vida de uma pessoa, não quer dizer que tenhamos acesso a ela, ta se ligando bom leit@r, porque o garoto, Jean Genet, que é a parte do livro onde estou, se mantém um mistério pra mim, esse silencioso leit@r que também eu sou.

Fora isso, estive na casa de Sacramento, ontem, e ele me leu cartas antigas que mandei pra ele. É engraçado ouvir as coisas que escrevi há muitos, muitos anos atrás. Por isso, rimos bastante. E combinamos de fazer um próximo encontro em que eu leve as cartas que recebi dele e, então, possamos fazer uma nova sessão de leituras em que leríamos as cartas e suas respectivas respostas.

Para ilustrar esse post, vou colocar um experimento de capa que o João fez para o disco “Antigo” e que usei para colocar no Youtube a música “Aristocracia”, de cuja letra Suely Mesquita me faz orgulhar, por ter sido dedicada a minha pessoa.

Veja:

terça-feira, outubro 08, 2013

céu - Luís Capucho (subtítulos en español)



Gostei muito de como ficaram minhas duas últimas telas de carinhas.
No final de semana, tentarei ver se Pedro poderá vir aqui em casa fotografá-las para que eu possa mostrá-las ao meu silencioso leit@r.
Além disso, adoro quando o Tive coloca as legendas em língua espanhola em algum dos vídeos com música minha, no youtube. É como um bicho que troca a casca e fica de cara nova, lisinha, brilhante.
Veja:

segunda-feira, outubro 07, 2013



Quando saio da cama, num dia normal, em que não preciso sair de casa e que sem pressa faço meu café e tomo meus remédios e vou ao banheiro e tudo, levo uma meia hora mais ou menos pra ficar pronto pra os afazeres do dia.
Mamãe dizia que a manhã passa muito rápido e é verdade, leit@r.
É bem diferente pensar nessas coisas, quando a manhã ainda não passou e pensar nisso depois de a manhã já ter ido embora.
Sou afeito a levar a vida no improviso, porque mamãe também dizia que o que tem de ser, é, piedoso leit@r.
Mas a verdade é que ninguém pode saber...
Fui.

sábado, outubro 05, 2013



Ficou muito bonita minha tela nova.
Deixei a postos a que vou começar e pendurei as bichanas prontas na parede.
Fora isso, pensativo sobre se posso conduzir a direção dos dias ou se tenho mesmo de deixá-los correr soltos.
Fui.

sexta-feira, outubro 04, 2013

Avançando na biografia de Jean Genet, escrita por edmund white, presente do Miguel.
Terminando minha tela de carinhas nova.
E, ainda, pensando no disco “Poema Maldito”.
O leit@r sabe: no processo das coisas irem se formando não temos muito controle daquilo que pode, ao mesmo tempo, chegar ao acaso e, assim, por atração. Eu sei que o universo tem uma ordem e que todos os dias nasce apenas um sol. Mas além de não termos acesso a todas as regiões que ele ilumina, muito acontece aleatória e confusamente dentro de sua luz.
Então, como já disse aqui, tinha mesmo essa intenção de descontrole, quando na hora de gravar, pedi ao Felipe que deixasse porta e janela aberta pra que entrassem os sons do entorno. Quer dizer, piedoso e bom leit@r, que pudessem entrar os sons vindos de todas as direções, de todas as regiões iluminadas do emaranhado do dia. Ele curtiu a ideia.
E, pode parecer confuso, mas como a gravação de um disco é um processo, os sons ainda estão chegando e estamos de porta e janela ainda abertas.
Depois, conversando e ouvindo,  e sentindo e olhando, passaremos o pente fino, se for o caso.
Fui.


quinta-feira, outubro 03, 2013

O tempo vai passando, os acontecimentos vão se acavalando sobre os outros e a gente vai perdendo de vista as idéias que ficaram lá atrás, por baixo das que mansas ou muito nervosas vêm chegando junto com os novos dias e nos dão outros rumos, outras perspectivas e, se não é um amigo que nos visite e note uma luz, uma cor, entre o amontoado de coisas que a gente vai deixando pra lá, pro lado, pra trás, por baixo, se não é esse amigo, a gente perde de vista uma coisa que a gente quer.
Estou dizendo isso, por causa daquela minha idéia de fazer um show voz e violão com meu parceiro Marcos Sacramento, acompanhado da exposição de minhas carinhas. Então, eu tinha começado a fazer as bichanas pra ter uma quantidade suficiente para uma exposição, mas nunca chego à quantidade suficiente. Embora fazê-las não seja um estorvo pra mim, fica parecendo um trabalho de Sísifo, isso. Chegarei lá...
Além disso, os acontecimentos são como as coisas. Já faz um tempo, não consigo achar os meus óculos de leitura e o meu marcador de livros, leit@r, entre o acúmulo de coisas da casa.
Que coisa!


quarta-feira, outubro 02, 2013


Pedro compartilhou hoje no facebook essa foto do Pequeno com os dizeres:
"Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos podem também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar." BOM DIA, silencioso leit@r! O Pequeno é amor!!

terça-feira, outubro 01, 2013



Gostando de como está ficando minha nova tela de carinhas.
É uma tela pequena em que coube quatro delas. Três são altivas, orgulhosas, e uma delas ficou borocochô. Tenho afeto por todas, mas a borocochô, coitada, ficou com esse quê a mais, enfeiada entre as outras três, sobressaída de estranheza.
Fui.

segunda-feira, setembro 30, 2013



Terminada uma de minhas telas de carinhas e preparando-me para começar outra delas. Começando também a biografia do Jean Genet, escrita por Edmund White, presente do Miguel, em BH.
Estou curtindo muito saber com mais abrangência sobre o Jean Genet, que é um cara a que me comparam a obra. E, de início, piedoso leit@r, fico observando as grandes diferenças e as vezes em que especialmente me reconheço naquele menino a poder do estado francês, enquanto eu tinha a barra da saia de mamãe, a poder de patroas, nas pequenas cidades do interior do Espírito Santo.
Fora isso, ouvindo a segunda parte das gravações iniciais do disco Poema Maldito, que Felipe acaba de me enviar.
Fui.

domingo, setembro 29, 2013

As carinhas de um artista que se espraia
Por Rodrigo Contrera

Elas nos fitam com simplicidade e uma certa estranheza e, por que não dizer, incredulidade. Sentimos que somos como que devassados pelos olhares dessas "meninas" - como as chama o seu criador, o escritor, compositor e cantor Luís Capucho -, pintadas em telas de dimensões inusitadas - geralmente numa relação de cinco para um em comprimento em relação à largura - e de forma quase primitiva - se isto já não tivesse virado quase um clichê. As figuras das "meninas" - também chamadas por Capucho de "minhas carinhas" - aparecem lado a lado, com cores de blusas, cabelos e fundos contrastantes, sempre de muito bom gosto, e sua simplicidade chega a surpreender. O que elas vêem? Em que medida elas se expõem? Fato é que parecem corporificar seres reais, sem contudo chegarem a lembrar ninguém. Há telas em que as carinhas principais, lado a lado, são acompanhadas de carinhas secundárias, atrás aparentemente, preenchendo os buracos das outras telas. Mas o estranhamento permanece. Elas nos encaram com olhares perscrutadores e nunca com sorriso nos lábios - algumas até com olhares tristes ou remetendo a passados que só elas mesmas podem conhecer. Como tudo que Capucho faz, seja em literatura ou música, as "meninas" de suas telas trazem à luz uma crueza primitiva que faz com que nos questionemos e quase não consigamos enfrentar o seu olhar. É a marca do artista agora em telas de pintura.
                                                 
                                                         Rodrigo Contrera é jornalista e assessor de imprensa





sábado, setembro 28, 2013

Pra ouvir o programa que foi ao ar dia 7 de setembro é só ver o link:

Luis Capucho e Adilson Xavier no Conversa do Autor


Os escritores são os convidados do dia 7 de setembro


Adilson Xavier, Wagner Correa e Luís Capucho
Adilson Xavier, Wagner Correa e Luís Capucho (Foto: Sandra Ney)

Os escritores Luís Capucho e Adilson Xavier são os convidados deste sábado, dia 7 de setembro, do programa Conversa com Autor.
 
Escritor e compositor, Capucho foi incluído nos anos 90 pela imprensa paulista no chamado Retropicalismo e possui três álbuns já lançados: Lua Singela, Cinema Íris e Antigo. Como compositor tem músicas gravadas por Cássia Eller, Ney Matogrosso, Clara Sandroni e outros nomes da MPB. É autor de Cinema Orly,  Rato e Mamãe me adora.
 
Adilson Xavier é escritor e publicitário, lançou em 2007, o livro de não ficção O Deus da Criação. Como romancista, publicou E. O atirador de ideias, em 2010, e no ano passado lançou Sobrevoando Babel. Recebeu vários prêmios, dentre eles o de melhor profissional de Criação, em 2002, e de publicitário do ano em 2004.
 
A mediação do programa desta semana é do jornalista Wagner Corrêa, da Casa de Leitura.
 
No próxima edição do programa, os convidados serão os escritores Alexandre Brito e Luis Pimentel. Conversa com Autor vai ao ar todo sábado, na MEC AM RIO DE JANEIRO 800 kHz , às 12h05.


Produtor


Casa da Leitura

sexta-feira, setembro 27, 2013



Manhã toda na sala de espera do médico.
Depois, a parte da tarde numa confusão com a imobiliária que quer um reajuste do aluguel acima da tabela falada no contrato.
Fora isso, entre uma coisa e outra, nos ônibus, terminei Walden, de Henry David Thoreau.
Agora, que cheguei em casa, vou tentar estar bem com as coisas não resolvidas e fazer um comidinha gostosa pra a janta.
Fui.

quinta-feira, setembro 26, 2013



Ouvindo um pedaço da primeiríssima versão do que será o disco “Poema Maldito”. É muito diferente ouvir. As músicas, sem o esforço de executá-las, ganham um aspécto de sonho, leit@r, assim, como depois de há tempo ter feito um texto, reencontrá-lo, e já não ter a menor idéia de como ele se produziu.
Como olhar as ondas batendo na praia e, sem entender, gostar.
É isso.
Estamos chegando a uma primeira ordem:
1-     La nave va – luís capucho/manel gomes
2-     Poema maldito – luís capucho/tive
3-     Generosidade – luís capucho
4-     Os gatinhos de Pedro – luís capucho
5-     Mais uma canção do sábado – luís capucho/alexandre magno jardim pimenta
6-     Soneto – luís capucho/marcelo diniz
7-     O camponês – luís capucho/marcos sacramento
8-     Formigueiro – luís capucho
9-     Meu bem – luís capucho
10-  Velha – luís capucho
11-  Cavalos – luís capucho

quarta-feira, setembro 25, 2013

O céu estava muito tenebroso, as nuvens negras se aglomerando aqui, ali outras pareciam já chover, ontem, e fiz tudo num repente pra ver se ela não me molhava no caminho do estúdio e, aí, silente leit@r, cheguei seco lá e fui recebido pelo Felipe e por umas cachorrinhas muito simpáticas e começamos. Coloquei a voz de “Cavalos”. Depois, chegou o Leo e ouvimos o que já tínhamos feito, demos umas gargalhadas com uns detalhes, ficamos embevecidos de outros, pensamos o disco e gostamos do processo dele que ta se tornando um disco intenso, assim, cru, mantendo a idéia de “voz e violão”, embora a tentação de enchê-lo de instrumentos que amacie sua cama, quer dizer, os sulcos abertos por meu violão pra melodia de minha voz abrasante, estranha, esquisita, suja, imperfeita e tudo. Mas tudo isso, esses adjetivos, somente à primeira vista, porque, ao final, faço isso há tanto tempo, que tudo ta no controle, leit@r... 
Nojento!

Fui.


terça-feira, setembro 24, 2013

Hoje à tarde, irei ao Tomba Records – Estúdio B – para com o Felipe Castro dar continuidade às gravações do disco “Poema Maldito”. Entre outras coisas, hoje dobrarei a voz de “Cavalos”, música que faz parte da narrativa de meu “Cinema Orly”.
As coisas que posso dizer a respeito de meu novo disco – ou as coisas que poderia dizer a respeito de qualquer pedaço de coisa que faço ou, bom leit@r, que eu possa dizer de minha vida inteira - não são mais verdadeiras do que as coisas que a respeito disso possa dizer outra pessoa.
Mas são, das coisas que podem ser ditas, tecidas, inventadas, pra se dizer a respeito delas as mais ajustadas, talvez, por ser eu quem esteja falando. E estou agradecido demais à oportunidade de fazer um disco com o Felipe, através do Leonardo Rivera. E agradecido ao Pedro e tantas outras pessoas amigas na lista de agradecimentos, mas vou ser específico aqui e ser agradecido aos parceiros que entraram na seleção das músicas para o Poema Maldito, que, ainda sem ordem é:
1-     Poema maldito – luís capucho/Tive
2-     Os gatinhos de Pedro – luís capucho
3-     Generosidade – luís capucho
4-     Mais uma canção do sábado – luís capucho/Alexandre Magno Jardim Pimenta
5-     Soneto – luís capucho/Marcelo Diniz
6-     Cavalos – luís capucho
7-     Velha – luís capucho
8-     Formigueiro – luís capucho
9-     Meu bem – luís capucho
10- La nave va – luís capucho/Manel Gomes
11- O Camponês – luís capucho/Marcos Sacramento

 Obs: Alguém sabe do Manel?



segunda-feira, setembro 23, 2013



Terminando de me acomodar outra vez aqui no meu enredo e me escondendo de vez no seu invólucro. Muita coisa pra fazer, medir as distâncias, desfazer-me das sobras, endireitar os desdobramentos, sulcar os fluxos, ajustar as cunhas...
É isso aí!

domingo, setembro 22, 2013



Ainda assentando a poeira da viagem.
Ao menos, ajeitar o caminho do padre passar.
Depois, tendo por onde me mexer, conduzir o barco adiante, porque, como todos sabem, será sempre a capoeira indômita o que cresce nos lados e no redor e é isso aí.
Fui.

sexta-feira, setembro 20, 2013



Construindo o meu encaixe outra vez na minha casa, de onde olho pras coisas ao redor. Minha idéia é de que tudo ficou diferente e que não adianta me ajeitar na mesma posição de quando saí. É preciso construir outro ajuste, tudo mudou, as conformações são outras, agora. Só quando perder essa impressão de diferença, de mudança, vou estar em casa, outra vez, vou ter chegado nela.
Fui...

quinta-feira, setembro 19, 2013

Então, bom leit@r, melhor me situando e tentando uma retrospectiva homeopática e ainda sem ordem da viagem com Pedro, digitalizei aqui a divulgação do Estado de Minas pra o show no Centro Cultural da UFMG, produzido pelo querido João Santos.

Além desse registro do show, trouxemos outros e outras coisas e lembranças. Assim que conseguir assentar a poeira da chegada, tudo e todos eles aparecerão pra mim que os mostrarei pra o leit@r, silencioso e bom.

Durante a viagem de trem de BH para Vitória, rolou o assunto e concluímos que não sou um artista maldito, quer dizer, leit@r, que sou do bem, de boa, do belo e do bom. E isso ficou como que assim no ar do vagão seguindo pelo vale do rio Doce lindo. Mas, aí, quando o Raul Corrêa e eu começamos o show de Vitória, no maravilhoso Wunderbar Kafee, que o Fabrício Fernandes produziu, o maldito veio surgindo, assim, não que não fosse do bem e do belo, mas porque foi muito estranho. Me assustei de início, inseguro, mas quando assumi o esquisito no meu violão e na guitarra crua e tímida do Raul, rolou.

No final, veio um casal se despedir e a moça disse:

- Nossa, você mexe com um outro lugar do cérebro da gente!

Veja:


quarta-feira, setembro 18, 2013

Então, cheguei de viagem.

Muito confuso ainda em voltar pra casa e ter de me encaixar, de novo, no lugar de onde saí.

Devo levar uns dias pra me situar, bom leit@r.

Aos poucos, quero contar o passeio das férias do Pedro.

Pra começar, ele tirando fotos do show de Vitória, veja:


sexta-feira, setembro 06, 2013

Luís Capucho apresenta o show 'Poema maldito' em BH

Apresentação terá neste domingo no Centro Cultural UFMG


Divirta-se - Estado de Minas Publicação:06/09/2013 06:00Atualização:06/09/2013 09:29
 (Rafael Saar/divulgação)
  O cantor, compositor e escritor Luís Capucho (foto) escolheu BH para a estreia do show 'Poema maldito'. Além de antigas canções – entre elas estão 'Maluca' (gravada por Cássia Eller) e 'Máquina de escrever' (por Pedro Luís e A Parede e a mineira Patrícia Ahmaral) –, Luís promete revelar novidades de seu repertório. Talento do underground carioca – ganhou o apelido de Lou Reed dos trópicos –, o artista lançou os livros 'Cinema Orly', 'Rato' e 'Mamãe me adora', além de três discos.

O novo show conta com dois integrantes da banda Pedra Bruta: o músico Raul Corrêa e o ator Gabriel da Luz. Depois do espetáculo, Capucho vai bater papo com a plateia. Domingo, às 18h, no Centro Cultural UFMG (Avenida Santos Dumont, 174, Centro). Entrada franca.

quarta-feira, setembro 04, 2013

Conversa com Autor

Conversa com Autor
Sáb, 07/09 - 12h05

Luís Capucho e Adilson Xavier no Conversa com Autor

Ouça o programa neste sábado, às 12h05min


Publicado em 04/09/2013 - 15h22 • Atualizado em 04/09/2013 - 15h23



Adilson Xavier, Wagner Corrêa e Luís Capucho (Foto: Sandra Ney)
Os escritores Luís Capucho e Adilson Xavier são os convidados deste sábado, dia 7 de setembro, do programa Conversa com Autor.
Escritor e compositor, Capucho foi incluído nos anos 90 pela imprensa paulista no chamado Retropicalismo e possui três álbuns já lançados: Lua Singela, Cinema Íris e Antigo. Como compositor tem músicas gravadas por Cássia Eller, Ney Matogrosso, Clara Sandroni e outros nomes da MPB. É autor de Cinema Orly,  Rato e Mamãe me adora.
Adilson Xavier é escritor e publicitário, lançou em 2007, o livro de não ficção O Deus da Criação. Como romancista, publicou E. O atirador de ideias, em 2010, e no ano passado lançou Sobrevoando Babel. Recebeu vários prêmios, dentre eles o de melhor profissional de Criação, em 2002, e publicitário do ano em 2004.
A mediação do programa desta semana é do jornalista Wagner Corrêa, da Casa de Leitura.
No próxima edição do programa, os  convidados serão os escritores Alexandre Brito e Luis Pimentel.
Conversa com Autor vai ao ar todo sábado, na MEC AM RIO DE JANEIRO 800 kHz , às 12h05.


Dia 06

Os Vizinhos de Trás

Doc - 16 min Cinemusica Conservatoria - RJ




Dia 07

CONVERSA COM O AUTOR, gravado por Luis Capucho na Casa da Leitura junto com o escritor Adilson Xavier, irá ao ar neste sábado, dia 07 de setembro, às 12h05min na rádio MEC AM 800. Depois entrará em outras rádios do sistema EBC e a partir do dia 15 deve estar em link no portal da EBC na internet.



Dia 08 – 18 h

Show Poema Maldito

Local: Centro Cultural UFMG

End: Av. Santos Dumont, 174 - centro – BH

Entrada Gratuita

Part. Especiais: Raul Corrêa e Gabriel Luz(Gabo)

Dia 10
Participação no show da Banda Pedra Bruta, em BH.



Dia 12  - 20h30m

Show Poema Maldito Local: Wunderbar Kaffee Endereço: Rua Rio Branco, 1305, Praia do Canto, Vitória Couver: R$ 10
Part. Especial: Markus Konka


Minha obra completa para Bacabal, no Maranhão:

terça-feira, setembro 03, 2013

OS VIZINHOS DE TRÁS

OS VIZINHOS DE TRÁS

"Rafael Saar editou as imagens que com Arthur Leite colheu aqui em casa.
Pintei um pouco e toquei, cantando quatro músicas.
Tudo é verdade, mas é estranho que eu possa me olhar da posição de Rafael e Arthur. Porque sabendo como estou funcionando dentro, ao tentar achar correspondência com o que estou vendo do lugar deles, parece não haver relação. Visto por fora, sou outra pessoa, bom leitor.
E preciso reorganizar muito rápido tudo o que sei sobre mim mesmo, pra que eu possa me olhar reconhecidamente, tá se ligando?
Outra coisa: toquei “Os gatinhos do Pedro”, “Generosidade”, “Mais uma canção do sábado” música que fiz com letra do Alexandre e “Soneto”, com Marcelo Diniz". Luís Capucho.

Doc - 16 min - Dia 06 de setembro no Cinemusica Conservatoria - RJ
— com Rafael Saar e Luís Capucho em Niterói.

A programação do festival: http://pt.scribd.com/doc/164905379/Programacao-do-7%C2%BA-Festival-CineMusica-2013

segunda-feira, setembro 02, 2013

Preparando as malas para Belo Horizonte, com Pedro.
Lá farei um pocket show acompanhado do guitarrista Raul Corrêa e com a participação do ator Gabo – Gabriel da Luz - , que falará um trecho do Cinema Orly.
Isso vai ser no auditório da UFMG, no domingo, dia, 08 de setembro, às 18 horas. Depois do show, participarei de um bate-papo sobre meus livros.
Na quarta-feira, dia 10, vou fazer uma participação no show da banda do Raul, Pedra Bruta, e na quarta iremos pegar o trem pra Vitória.
O Raul vai e no dia 12, nos apresentaremos no Wundebar, onde, no show, o ator Markus Konka apresentará um trecho do Cinema Orly.
Antes disso, no dia 05 de setembro, vou com Rafael Saar para Conservatória, onde “Os Vizinhos de Trás”, filme dele com Arthur Leite, comigo tocando aqui em casa, se apresenta no CineMúsica.
Fui.

Show "Poema Maldito"

08/09 - Belo Horizonte-MG

12/09 - Vitória-ES





domingo, setembro 01, 2013

A Alek e os amigos estiveram aqui em casa há algum tempo atrás para conversar comigo sobre o Cinema Orly, livro que estavam roteirizando como monografia de final de curso numa universidade de Sampa.
Então, antes que fossem de volta pra Sampa, tiramos essa foto em frente a minha escada.
E somente agora, ela compartilhou a foto no facebook.
Veja, bom leit@r, que bonitos que ficamos: