Tava vendo outros vídeos do Filipe Catto no youtube e num deles, fãs que estiveram no show de Brasília, disseram ele ter falado que iria fazer uma exceção, mas que não tocaria mais violão em show.
Depois de ter visto ele cantar aqui no Rio e de ter chegado em casa e de ter tomado os meus remédios, aqueles delirantes, o meu piedoso leit@r sabe, e que arrumei meu colchão no chão para dormir, deitado, comecei a rememorar pensando o Filipe. E fiquei imaginando as pessoas que têm prumo e que por isso são muito leves e aquelas pessoas que não têm prumo, e que por isso são presas e pesadas.
E me veio à lembrança que o Filipe é esse primeiro tipo, quer dizer, o tipo dos que têm prumo e no palco ficam leves, porque não têm tranca nos gestos desamarrados e fluidos, e, aí, os seus gestos e o jeito de corpo enchiam o show de perspectiva que a gente da platéia ficava imaginando.
Mas silencioso leit@r, eu estava curtindo mais os momentos em que ele conduzia a direção das músicas amarrado de pé, aprumado na sua guitarrinha, assim, meio um São Sebastião.
E, aí, quando no fim, ele fez a “Maluca” cavalgando só com ela, as moças tiveram que vir jogar os pétalas...rs.
Pedro, a meu lado, viu e se emocionou comigo.
Veja:













