Mamãe dizia que a manhã passava muito rápido.
Pedro, ontem, disse que seu domingo voou.
E eu vou fazer 50 anos, bom leit@r, na sexta-feira!
Que coisa!

Depois do café, fiz os exercícios fonoudiológicos indicados para a manhã, quando acordo. Tenho a esperança de que tais exercícios ajudem para que o encaixe de minha mandíbula na cara, não se estrague de vez.
Fora isso, ouçam que bonito a canção que Valfredo mandou:
Voltando da Fiocruz, onde fui para um atendimento fonoaudiológico.
Adorei o atendimento. Voltei pra casa com uns exercícios a serem feitos por quinze dias ao acordar e na hora de dormir. A fonoaudióloga me fez esclarecimentos importantes a respeito de minhha sequela vocal. Acredito que com as suas sessões, eu vá entendendo sempre mais. Vamos ver...
O garoto pediu licença para sentar na janela e entrou. Se esparramou a meu lado de tal maneira que tive de me espremer no meu canto. No ímpeto, empurrei sua perna, desencostando-a da minha. Teimosamente e sem noção, sua perna pendulou pra lá e voltou a ficar esquentando-se colada em mim. Fiquei chateado, olhei pro resto do ônibus e só havia lugar vago ao lado de uma mulher gorda e de outro rapaz que se esparramava a duas poltronas a nossa frente. Fiquei um tempo fermentando minha raiva ao lado do garoto idiota, porque não queria ir pra o outro banco e continuar incomodado com pouco espaço. Aí, pensei que eu poderia ter dinheiro para comprar um carro e pensei em como eu venceria o medo do trânsito e como eu aprenderia a dirigir e tal. A perna do garoto se encostando em mim tornou-se insuportável e escolhi a mulher gorda para me sentar ao lado. Mulher é superior a homem. Quando me sentei, ela se encostou ao máximo pro outro lado e me deixou livre!
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Ontem, Rafael Saar e o Luciano foram no Pedro filmar um vídeo para “Eu quero ser sua mãe”, uma das músicas que incluí no CD “Cinema Íris”. A idéia foi brincar com as autobiografias e o Pedro foi nosso ator principal. Sua casa e Neno foram coadjuvantes. Rafael mandou duas fotos, veja que lindas, bom leit@r:
Acordei duas horas da manhã com o burburinho do pessoal de trás e ajeitei minha cama na sala, onde os barulhos ficam amortecidos. Depois, ao acordar com a claridade do domingo, voltei para o quarto, porque de manhã, o pessoal de trás, ressaqueado, ressona e faz um silencio delicioso, de morte, e a gente só escuta, atravessando os vidros da janela, os gritos dos passarinhos engaiolados do vizinho de baixo, quer dizer, bom leit@r, o passaredo engaiolado e gritando é melhor que burburinho de gente no silêncio da madrugada.
Fui.
Alvíssaras! Estamos cada dia mais perto de ter na praça o meu “Cinema Íris” e o “Mamãe me adora”. E isso me deixa muito satisfeito! Ontem, tive a notícia de que o “Cinema Íris”, a ser lançado pelo selo da Multifoco, está previsto para o início de maio de 2012, e que o “Mamãe me adora”, inaugurará o selo editorial “Edições da madrugada”, um selo da editora Vermelho Marinho. Tudo isso será conciliado numa mesma data e local, quer dizer, bom leit@r, estamos nos colocando a postos!
O CD “Cinema Íris” tem sua produção, desde o nome, situado nos arredores da Lapa. O escritúdio onde foi gravado fica no charmoso prédio do Odeon, na Cinelândia. Sua capa foi confeccionada pelo Ateliê Indumentária, que fica atrás dos Arcos. A Multifoco fica na Mem de Sá e o cinema fica por ali também...quer dizer, silencioso leit@r, início de maio desse ano!
Além disso, ta pintando um showzinho pra fazer.
Vou avisar...
Tenho desenvolvido a teoria de que as frutas de origem não brasileira, mas cultivadas e desenvolvidas aqui, adaptadas ao nosso clima e solo, por uma questão, assim, silencioso leit@r, digamos, ecológica, são mais aprazíveis ao meu paladar. Daí que pensei gostar mesmo e mais da maçã gala, cultivada no sul e ainda penso, por conta dessa minha mesma teoria, que gosto mais do vinho feito aqui e que são vinhos e maçãs mais em conta nas prateleiras dos supermercados, quer dizer, sou mesmo um homem romântico...
Então, além de ter diminuído a quantidade de café pela manhã, decidi não tomá-lo mais em jejum, porque, aí, tem também o tomar remédios e, o meu bom leit@r sabe, comecei a forrar o estômago com uma maçã, pela manhã. 
E, agora, descobri as maçãs fuji...hummmm... são japonesas, mas têm aqui!
Conheci Nelmar Rocha, quando me apresentei com Paulo Baiano, na 3ª Semana da Canção de São Luis do Paraitinga, SP. Então, ela tinha ficado de fazer uma matéria comigo para o seu boletim musical, que de semana a semana é jogado na sua mala direta informando aos seus leit@res sobre as notícias musicais da vez.
Mas, aí, só agora, que voltei a Sampa para o Festival Catarse, Nelmar, aderindo à campanha “Grava Ney!”surgiu, de verdade, a oportunidade de me noticiar no seu semanário.
Veja, bom leit@r:
“Prestes a completar 50 anos no próximo dia 23, o compositor e escritor capixaba de
Cachoeiro do Itapemirim, Luis Capucho, esteve em Sampa dia desses para participar do
projeto Catarse (aquele que reuniu em 3 dias dezenas de artistas numa grande festa na Casa das Caldeiras). Capucho (que mora em Niterói/RJ) causou surpresa ao apresentar-se ao violão, acompanhado pela guitarrista Lucinha Turnbull. Num evento onde as atrações musicais eram todas “barulhentas” – no bom sentido, é claro -, Capucho chegou de mansinho, um pouco tímido, confessando que inicialmente se apresentaria sozinho, mas que encontrara Lucinha nos camarins e não perderia a oportunidade de tocar com a guitarrista.
Também surpreendeu o público ao comentar que pela primeira vez estava
“vendo” a cidade das oportunidades de outra forma, pois o namorado estava lhe mostrando uma outra São Paulo, com lugares cheio de histórias - mais tarde ele me confessaria que agora conseguia olhar os prédios da cidade com beleza e não como um elemento opressor.
Capucho esteve poucas vezes em Sampa. Uma delas foi para fazer uma participação
especial no show da cantora e compositora carioca Suely Mesquita. Esteve também em
São Luiz do Paraitiniga em 2009 durante a Semana da Canção, quando participou do festival de música e onde o ouvi pela primeira vez.
Numa outra ocasião, veio à cidade para lançar seu primeiro livro, Cinema Orly, considerado um clássico da literatura LGBT pela militância gay. Com ele, Luis ganhou o prêmio Arco-Íris dos Direitos Humanos. “No futuro, ele será um clássico da literatura brasileira porque o ponto de vista dos meus livros, do Cinema Orly, é um ponto de vista homossexual; mas a sociedade que eu espelho é a sociedade brasileira. Então, é literatura brasileira!”, declara o quase cinquentão (rs). Em breve, ele deve retornar a SP para lançar seu terceiro livro, Mamãe me adora – o 2.º é Rato, lançado pela Ed.Rocco. Antes,entretanto, ele vem lançar (esperamos) seu 2.º CD, Cinema Iris.
Grava, Ney!
Luis Capucho tem um CD lançado, Lua Singela, e composições gravadas por Cássia Eler, Marcos Sacramento, PedroLuis, Arícia Mess, Daúde, entre outros. E, quem sabe, Ney Matogrosso poderá, em breve, fazer parte dessa seleta lista. Seria uma honra para Capucho, afinal, ter uma composição gravada por um dos mais renomados intérpretes do Brasil não é pra qualquer um. E se depender dos amigos, isso pode acontecer. Atualmente, na internet, a campanha Grava, Ney! vem ganhando força. Eu explico: há alguns meses, Ney Matogrosso disse no programa Metrópolis, da TV Cultura, que ia fazer um disco com “os malditos” da MPB. E citou, entre outros, Luis
Capucho – muito embora ele, Ney, não goste desse termo, mas era (é) um “gancho” para o disco. Ney estava ouvindo a canção Cinema Iris, de Capucho, mas apesar de gostar da música, tem uma palavra na letra que Ney tem receio de gravar e ser censurada: masturbando-se.
Os amigos de Capucho, então, começaram a campanha Grava, Ney!
Agora, cá entre nós: será que todos não sabemos que os tempos mudaram???”
Nelmar Rocha.
Acordei cedinho pra levar minha urina na Fiocruz.
Também tinha uma consulta com o otorrino e fiz isso. A Dra examinou meu nariz e fundo da garganta e disse que o remédio que ela havia receitado, deu resultado. Estou melhor.
Então, ela me deu um encaminhamento para fonoaudiologia.
Tenho a impressão, que, depois de meu coma, há mais de 10 anos, com sequelas vocais, foi a primeira vez que recebo um encaminhamento para fonoaudiologia! A fonoaudiologia que fiz ou faço, sempre foi iniciativa própria.
Então, a Dra me deu o encaminhamento para a fono, com uma série de informações erradas e voltei à sua sala, para que ela as corrigisse, porque, silencioso leit@r, os doutores, quando a gente chega para a consulta, anotam o que dissemos no seu computador, e, aí, todos os computadores médicos da Fiocruz, recebem aquela mesma informação.
É claro que os doutores escrevem o que a gente disse, do jeito como eles ouviram. E, aí, a verdade, para eles, torna-se não o que a gente disse, mas o que eles escreveram no sistema, ta entendendo, bom leit@r?
Então, eu disse:
- Dra, entrei em coma em 1996 e não em 1976... – e ela corrigiu a minha folha de encaminhamento, mas não corrigiu no computador. Tive o ímpeto de pedir-lhe que corrigisse a informação no sistema e que aproveitasse também para corrigir outras informações erradas do encaminhamento. Tudo no computer dela e que fica como sendo a verdade do centro de pesquisas médicas da Fiocruz.
Mas ela já tava gritando outro paciente e vim embora...
Em casa para coleta de urina 24 horas (clearance de creatinina).
Ontem, à noite, enquanto o pessoal da frente fazia a algazarra da cerveja, fiquei folheando o livro Insônia, de Graciliano Ramos, que Valfredo me deu. È um livro de contos e li o conto chamado Minsk.
Graciliano, do que já li, tem um jeito de escrever seco, de homem solitário e sem muitas palavras. Sei que é contraditório dizer assim de um escritor, que tenha poucas palavras. Mas é a impressão que me fica de seus livros. São livros sem umidade, porque umidade é coisa de escritora...rs.
Mas esse conto, Minsk, é cheio de ternura e dó, silencioso leit@r.
Que coisa!
Uma descrição do encontro na FNAC e fotos estão aqui:
Fora isso, quando estivemos em Sampa, no prédio em frente ao apartamento em que nos hospedamos tinha uma festa de Tracker Music. Quando chegamos tarde da noite do Catarse tava rolando a festa e tal. Aí, no dia seguinte, quando a gente acordou e tomou café e olhou pela janela, os jovens festantes ainda dançavam na sacada ao sol.
A gente se colocou, de nossa vez, em nossa sacada e ficamos olhando. Eles nos deram adeusinho, fizeram sinais para que fôssemos dançar também. Descemos o prédio e fomos. Quando entramos, tocavam as últimas músicas. Já iria dar 11 horas da manhã e o pessoal de olhos arregalados deixava o salão.
Pedro deu minha música Ponto Máximo pro DJ tocar. Depois me fotografou com Júlio.
O resto é indescritível agora. Preciso de mais tempo... Vejam eu e Julio, no interior do prédio:
Deu o melhor, bom leit@r! Encontrei Lucinha Turnbull no meio do salão do Catarse e intimei-a para me ajudar com sua guitarra de rock and roll. Ela topou! Uhuuuuuuu! Vejam:
Vou dizer ao bom e generoso leit@r que ontem acordei estranhíssimo.
Primeiro quis continuar na cama, porque, de olhos fechados, as imagens apareciam independentes de meu pensamento, e queria continuar assistindo ao seu suntuoso e colorido desfile. Fiquei.
E elas tiveram uma voz, mas não lembro o que disse.
Eu estava no Pedro.
Então, vim pra casa e, no caminho, continuei estranho. As imagens tinham desaparecido com sua única voz, mas no corpo eu tinha uma sensação do primeiro dia de Estocrin: aquela dormência estranha, aquele torpor ardido. Quero parar, pensei...e fui melhorando.
Cruz credo!
O Neno estava dormitando sobre o tapete à porta da cozinha, enquanto Pedro procurava um disco na sala. A cabeça de Neno, que dormitava à porta da cozinha sobre o tapete, estava voltada para dentro de casa, e ouvimos um barulho lá fora.
Neno virou-se, postou-se sobre o tapete, alerta, os olhos apontando, ora pra um lado, ora pra o outro, porque, qual predador surgiria do barulho que se ouviu no quintal?
Depois, veio Pedro e deu leite.
Pronto. A vida é boa!
Céu de nuvens brancas e manhã fresca de verão, na comunidade.
Acenei pra minha Vizinha de Janela. Ela estava muito concentrada a mexer nas suas tintas. O pessoal de baixo tem assunto a não acabar mais com o pessoal de trás. Cheguei na janela e puxei assunto:
- Oi, pessoal, tudo bom? E os raaaaaaatos? – e isso foi o suficiente.
Céu lindo de verão, com uma gaza de nuvens por toda parte, esbranquiçando o azul e refrescando a manhã. Onde estou, no quarto do computer, de quando em quando, entra uma brisa deliciosa e fresca. Estou também no século XXI e um cachorro late esganiçado e insistente, ao longe, e, mais ao longe, outro, comedido responde, e mais outro e outro. Todos roucos ou suaves, grandes ou fortes, fêmeas ou machos, mais perto ou longe, só um é esganiçado, como se puísse a malha que, como os galos daquele outro famoso poeta, tecem na manhã do meu vale.
Dito isso, eu começaria a contar a meu silencioso leit@r a estória, quer dizer, eu começaria a dizer ao que vim, e me concentraria no cachorro esganiçado, que latiu primeiro e perto. Mas não quero estória com posts longos.
Fui.
Chegou a divulgação do Festival Catarse, na Casa das Caldeiras, em Sampa.
Será dias 24, 25 e 26 de fevereiro e vou tocar três de minhas músicas em voz e violão, no sábado, dia 25.
O Festival reúne o pessoal da Música e das Artes Cênicas, que se apresentarão simultâneas ou encadeadas, revezando-se por dois palcos. Das pessoas que já conheço, estão Arícia Mess, que é de Nikity, mas que mora em Sampa, e João Pinheiro que é do Rio. Eles se apresentarão dia 24.
Eu curti muito a idéia do Festival, onde não há a premiação para um artista que será, dentre os outros artistas, selecionado, ao final. De antemão, todos estão selecionados, não há um vencedor, é uma mostra, simplesmente.
Veja, a programação do dia 25:

Helizete me mandou a foto do jornal “Hoje em Dia”, de BH, onde Miguel Anunciação fez uma matéria comigo e saiu hoje. O Miguel ficou de me mandar o arquivo.
Quando mandar, mostro.
Eis um link: http://hj.digitalpages.com.br/
Realmente, nunca mais fui na elegante quitanda de evangélicos que abriu em frente à minha casa. Não gosto do clima “glória a Jesus!”.
Meus vizinhos de trás me estimulam a sair de meu vale.
Essa noite, duas da manhã, me acordaram com as visitas que vou chamar de escrotas: falando alto e gargalhando.
Cruz credo!
Não falo mais, não brigo mais, que se fodam...
Fui.
Me deu muita alegria ver o que Sacramento, Netinho, Luiz Flavio Alcofra e Pedro Aune fizeram com as minhas “Cérebro Independente” e “Sua Mãe”, ontem, no Rival.
Além disso, sempre fico emocionado com a música da sereia que, ao final do desfile, se desmancha na avenida.
Tudo isso, e mesmo o show, é muito cheio de lembrança minha e fico alegre por fazer parte desse “Um Carnaval” de Marcos Sacramento.
Eu adorei demais!
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Veja "Sua mãe", bom leit@r:
http://www.youtube.com/watch?v=MuBIn_Bomvg
Levantei ainda com a lua no céu escuro e fui pro CPN.
Aí, o médico que madruga, hoje se atrasou. Quando chegou já eram 9 horas...he he he!
Eu fiquei meio deslocado, porque eu não tinha o perfil das primeiras pessoas da fila, que eram pessoas muito, muito pobres. Mas, depois, foram chegando outras pessoas que pareciam pobres feito eu, bom leit@r, quer dizer, não eram mais pobres que os pobres, como as primeiras da fila. Aí, chegou um negro, que era muito pobre, mas quando ele falou, parecia um desses caras que na hierarquia social são superiores. Então a atendente ficou muito solícita com ele, porque, na minha cabeça, rolava sexo na cabeça dela. E quando o negro começou a desfiar o rosário de sua história fiquei com dó, porque ele disse que que queria atendimento não para si, mas para seu filho especial.
E a atendente disse:
- Não pode, não tem anestesista. Não posso fazer nada!
- Ta bom – ele disse e foi embora.
A atendente ficou triste e cheia de sexo, mas disfarçou tudo isso, porque fazia parte de seu trabalho.
E quando fui atendido, o Dr. disse que a rede pública não me atende. Quer dizer... vazei.
Obs: É, hoje, o show de Sacramento no Rival!
Marcos Sacramento se apresentará amanhã no teatro Rival com um repertório novo. Chama-se “Um Carnaval”, seu show. E de carnaval, é a pessoa que conheço, que mais entende. Velhos e novos carnavais...
Achei na net uma foto de divulgação do show que tem a ver com seu disco anterior, o “Na Cabeça” e com minha “Cérebro independente”, que ele me dará a honra de ser interpretada no show de amanhã. Depois, vou contar.
Além disso, quando lhe telefonei, ontem, diss
e-me que abrirá o show com a minha “Sua mãe”, que fiz pra mãe dele.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Manhã de verãozão em Nikity City!
Novamente, vindo do Pedro, onde passei a noite.
Os passarinhos engaiolados do vizinho de baixo foram postos dentro de casa, então, não ficam gritando embaixo de minha janela. A algazarra de gritos brotam abafadas de meu chão. No meio dos gritos descubro um passarinho novo, tem os gritos de um pequeno pterodátilo. É amedrontador, cruz credo!
Ontem, eu estava no corredor de entrada do prédio, conversando com minha vizinha de janela, que pinta flores gigantes. E, por causa do calor, vieram todos os vizinhos. Veio a vizinha de cima de shortinho e bustiê. Ela estava bem gostosa. E contou a história das taruíras que levou para comer as aranhas da casa de sua avó.
Ela contou com gosto que levou três tipos de taruíras: da pretinha, da braquinha e da amarelinha. Levou numa caixa de sapatos toda furadinha, na viagem de ônibus, e soltou na casa da avó.
- Vocês precisam ver as taruíras da casa de minha vó! São a coisa mais linda! Todas manchadinhas de preto, branco e amarelo!
Depois, veio o vizinho de baixo com o neto de colo e ficaram os dois implicando com o Bob.
Aí, como dizem, vazei...
Catarse 2012
Sexta 24/02
Recepção CONCERTO DE RUA
Abertura MAKUMBACYBER
CINE CAMALEÃO – CIA PESSOAL DO FAROESTE
STÊNIO MENDES
ARÍCIA MESS
JOÃO PINHEIRO
ALINE REIS
SONS E FURYAS
PABX
GEORGETTE FADEL
MINUETO DE SPRAY PARA BAIXO
LINHAS AÉREAS
GUILHERME KASTRUP
After :DJ K7
Sábado 25/02
SERGIO MOLINA E MÍRIAM MARIA /SEM PENSAR NEM PENSAR
EL CARTEL CUMBIA
BANDOLIM ELÉTRICO
SINAMANTES
VISCO
BANDA DONA JOANA
LUIS CAPUCHO
PASCOAL DA CONCEIÇÃO
CIA NOVADANÇA 4
FEPA
JULIANO JUBA
SOLAS DE VENTO
After: DJ EVELYN CRISTINA
Domingo 26/02
GERO CAMILO
PAULA COHEN
BANDA MIRIM
CÉREBRO ELETRÔNICO
MENO DEL PICCHIA
SHUP UP AND DANCE
ORQUÍDEAS DO BRASIL
PIG SOUL
MARIANDORO
FALOU BICHO ( ZIMBHER E PAULO CÉSAR DE CARVALHO)
VIDANÇA
ALZIRA E
Recado final : LUIZ GAYOTTO
Encerramento : Bloco Ilu Obá de Min
Vamos juntos!
Até breve!
Estive no CPN outra vez, mas o Dr já tinha ído embora, meu azar.
Ontem, banho de banheira chorando, com água quente, no Pedro, para relaxar o maxilar.
Depois, sono bom, por lá mesmo.
Cheguei em casa há pouco, fiz meu café puro, diminuído à metade, porque o pote que tomava antigamente era enorme, e comi minha maçã.
Tomei café na área, olhando o céu azul sem nuvens e ouvindo a conversa da vizinha de trás com uma de suas amigas que veio do morro.
No morro, tá sem água, porque a bomba da amiga da vizinha de trás ta estragada e não tem homem que conserte.
Eu pensei “esse café está pouco pra mim e bem que eu podia saber consertar bomba de água pra me oferecer ao serviço”. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas vieram enfileiradas. Sabe deus o que haverá entre elas.
Alguns leit@res, aqui do Blog Azul pensam que eu conto tudo e sem segredos, por isso acham que sabem de tudo a meu respeito e gostam de visitar essa página. Mas, por exemplo, a manhã de hoje, você sabe, está cheia de bilhões de detalhes meus que não registro e que partem para o esquecimento eterno. Entre a área e o quarto do computer, onde estou postando, não contei, mas muitas coisas, quer dizer, o generoso leit@r sabe, evaporam no nada da eternidade.
Fui.
Manhã de domingo linda de verão e brisa no sol de Nikity City!
Sempre que posto imagens de Marapé, fico fascinado, as fotos me misturam ao sonho e à fantasia. A pequena cidade fica feita de imaginação, apesar da realidade dos retratos.
E, ainda tem o rio, que não achei na internet. E a casa da Mãe Preta, da Mulata, do Pinguim, do Mescuia, da Lili, Bebete, Lolóia, Tovim...
Eis, a casa de Medisse, mãe de Tovim...
