quinta-feira, janeiro 28, 2016

O Camponês - show Poema Maldito.

“É....um dos livros que fiz chama-se Rato. Ele se passa numa
Cabeça de Porco. E os meus livros, eles são ... é... ficção, mas também não
são. E, quando eu morava nessa Cabeça de Porco, eu fiz muita música com Marcos
Sacramento, que era o letrista de minhas melodias. E nesse disco Poema Maldito,
eu coloquei uma delas. Chama-se O Camponês” – Luís Capucho na apresentação do
CD Poema Maldito, no Bar Semente, em 22 de janeiro de 2016:

terça-feira, janeiro 26, 2016

A gente passou a noite inteira de domingo pra segunda-feira gravando para o filme Peixe, de Rafael Saar, cenas relacionadas ao que, na minha obra literária e musical, tem a ver com o mundo maravilhoso do cinema pornô, quer dizer, das salas de cinema pornô. Isso foi no Cinema Íris e o mote de tudo foi, obviamente, a Cinema Íris, música irmã de meu livro Cinema Orly.
O leit@r pode imaginar o que essa noite significou pra mim, quer dizer, tudo o que voltou pra mim desse mundo, se liga. E foi lindo estar nele, dessa vez, com os amigos fazendo figuração, com Pedro de ator, com o Maurício - o meu Ernesto, do livro Rato – arrebentando tudo, e com as atrizes arrazando muito no streap-tease delas, cada uma no seu estilo, uma mais devassa e fria. A outra afetiva e romântica. Tudo orquestrado pelo Rafael, com as travestis lindas fazendo os closes, os rapazes fazendo a pegação deles, tudo muito sujo, tudo muito maldito, como dizem, o leit@r sabe, e com violência de machado.
Num momento, Pedro me fotografou no palco, naquela cadeira em que elas fazem o streap, todo senhor do lugar, desprezando tudo, assim, bem do mal, tipo, cuspindo no prato que come.

Era cansaço:

sexta-feira, janeiro 22, 2016

Já faz um ano do processo todo do crowndfunding. E, hoje, tem show comigo e Felipe Castro, no Bar Semente, na Lapa do Rio. O céu vai limpar, tranquilo e favorável, pra gente, mais tarde:
Gravado no estúdio Tomba Records, compositor divulga financiamento coletivo para lançar o álbum
OGLOBO.GLOBO.COM

quarta-feira, janeiro 20, 2016

Luís Capucho - Formigueiro (ensaio)

Agora, com o show no Bar Semente, depois de amanhã, 20 h, na
Lapa do Rio, faz um ano - foi em janeiro de 2015 - que estreamos as
apresentações do Poema Maldito, ao vivo. Estreamos esses shows, no festival de
música autoral BULHA, da revista Polivox.
O show de estreia tinha a direção de Rafael Saar, que riscou
nossos olhos e, aí, a gente foi vendo que a gente tinha esse viés na cara e
tudo.
Depois, com o Bruno Cosentino, foi aparecendo o Tótem de
minha Camisa de fazer shows, que vai sendo construído pra sempre e que se
desdobrou no Tótem- Poema Maldito com que o artista Alan Lanzé nos presenteou e
que no Bar, vai estar entre nós, concentrando, liquidificando tudo.
Então, leit@r,  a
gente vai comemorar esse um ano das apresentações com tudo modificado, porque o
tempo é cruel e a gente vai morrendo, você sabe. Contudo o entusiasmo é o mesmo
e vou dizer, eu adoro e morro de medo também disso que vem chegando pra gente e
que vai mudando tudo de lugar, quer dizer, a Formigueiro, como se pode ver
nesse ensaio do nosso primeiro show, filmado pelo Rafael no janeiro passado,
tinha o violão do Felipe com o meu. Agora, ela está da guitarra dele com meu
violão.
Pedro, para sempre, faz as honras da casa.


Vejam:

Ney desiste do projeto em que cantaria obras de Carlos Gomes e Villa-Lobos



♪ Ney Matogrosso desistiu de fazer o projeto em que cantaria músicas dos compositores Carlos Gomes (1836 - 1896) e Heitor Villa-Lobos (1887 - 1959). O recital seria dirigido pela cineasta Ana Carolina e entrelaçaria as obras dos dois compositores com versos do poeta romântico Gonçalves Dias (1823 - 1864), recitados na voz do ator Jesuíta Barbosa. Em contrapartida, o cantor mato-grossense - em foto de Marcelo Faustini - alimenta a ideia de gravar (em data incerta) álbum com músicas de compositores brasileiros carimbados como malditos - casos de Itamar Assumpção (1949 - 2003), Jards Macalé e Jorge Mautner e Luís Capucho. Ney fará 75 anos em 1º de agosto de 2016.



Postado por Mauro Ferreira às 15:02

terça-feira, janeiro 19, 2016

Quando estive em Salvador para o II Seminário Internacional Desfazendo Gênero e que, junto à Professora Denise Carrascosa, falamos de meus livros, então, ela disse que não sabia se eu tinha tido a intenção de que os meus livros fossem parte de um projeto único, leit@r, e que ela poderia estar enganada no que ela estava imaginando e, aí, contou uma coisa linda, e dizendo agora nas minhas palavras, ela viu algo como se eu estivesse construindo esferas de céus, como degraus, em que cada livro fosse um nível, desde o Paraíso do Cinema Orly e daí pra diante, pra os outros livros, cada um deles se elevando, subindo, e falou nas palavras dela, sobre o degrau de cada um deles, do Rato e do Mamãe me adora. E fiquei feliz demais com essa descoberta.
Estou lembrando isso de projeto, porque mesmo que a gente não esteja vendo, o que a gente constrói de arte, tem uma arquitetura, que depois de pronta, se consegue ver, ta ligado?
E faz um tempo, comecei a musicar umas poesias do Felipe Castro, que foi quem fez o registro das músicas que estão no meu disco Poema Maldito. São poesias de amor, que ele tem feito através das meninas que ele vê. Musiquei oito dessas poesias românticas, a que ele deu o nome de Vogal. Daí, que vi que essas oito músicas sob esse nome Vogal têm uma arquitetura, assim, tem um circo armado nelas, quer dizer, são um projeto.
E, agora, dia 22, no Bar Semente, 20 horas, abriremos o show Poema Maldito, apresentando três delas, leit@r.
Esse assunto, ele é cheio de voltas e sei que não aturamos postagens longas, tipo, ninguém merece, leit@r silencioso.
Então, é isso.
Pedi a Felipe que me retratasse no ensaio de ontem.
Estou tocando a música “Velha”:

quarta-feira, janeiro 13, 2016

Ontem, fizemos um ensaio aqui no apezinho para o show do dia 22, no Bar Semente. O show ta ficando bem diferente, porque tudo vai se movendo, o leit@r sabe, eu fico me repetindo. Mas de verdade, estamos subindo uma montanha, um penhasco, e pularemos dela a seus olhos, no bar, leit@r, dia 22.
Quando terminamos, me lembrei e disse:
- Esquecemos de fotografar o ensaio, pra eu divulgar amanhã, Felipe.
- Mas não tem mais ninguém aqui, hoje – ele falou. E, aí eu fotografei ele, que me fotografou.
Vejam:

terça-feira, janeiro 12, 2016

Perguntei ao Alan Lanzé sobre o tótem que ele nos deu e ele me disse que a ideia veio a partir de uns falos que fez pra uma peça em que participou, que eram assim falos divinos e que ao ver o Poema Maldito, veio-lhe essa ideia pra nós. A isso ele juntou fitas da tradição caipira das folias de reis, arenou uns panos no arame, e disse que o resto vai ser conosco.
No ensaio de ontem, Felipe tirou foto dele por dentro.

Vejam:

segunda-feira, janeiro 11, 2016

Assim como as músicas, ao vivo, vão se modificando, porque o tempo não pára, leit@r, por consequência o show Poema Maldito, que completa agora um ano de apresentações, também ficou diferente. Além de músicas novas, como Homens Machucados e Bolo, que já estão no show, aos poucos, vamos colocando outras.
A impressão é a de que me repito, a de que nos repetiremos pelos dias e que, portanto, nos repetiremos por 2016 inteiro, mas só que não, como dizem, agora. Por que estamos mais centrados, cada vez ganhamos mais espaço pra dentro dos shows, e objetivamente temos um centro, um mastro, um emblema, em torno do qual nos arenamos, que é o tótem Poema Maldito, presente do artista Alan Lanzé.
Eu não tinha me dado conta de que minha Camisa de Fazer Show é também a tentativa de construção de um tótem, onde vai aparecendo a minha heráldica inventada e não. E é muito lindo que o Alan tenha capturado essa ideia pra os shows, quer dizer leit@r, o tótem é a continuação dela, ta se ligando?
Então, para o dia 22 no Semente, iremos apresentar outras parcerias, minhas com Felipe Castro e outras músicas comigo mesmo.
Vai ser muito lindo ter os amigos com a gente. Vamos, é uma sexta:

domingo, janeiro 10, 2016

Imaginei - luís capucho e Marcos Sacramento

Também ante-ontem recuperamos “Imaginei” que, modestamente,
é maravilhosa leit@r.
Fizemos – eu e Sacramento - na década de 80, na cabeça de
porco ( Rato-2007. Ed Rocco). Trinta anos depois estamos emocionados e
totalmente senhores, à luz do tótem Poema Maldito e à luz do olhar de Pedro, na
grua do seu celular.


Vejam:

sábado, janeiro 09, 2016

A cara de jesus - Marcos Sacramento

Ante-ontem, fiz um comentário numa postagem do Felipe Castro,
sobre nossos shows, onde está nossa parceria “Bolo”. E digo que fiquei muito
feliz com aquele momento de nossa apresentação, quando o artista Alan
Lanzé
 presenteou ao Poema Maldito com o tótem, que pode ser visto
entre nós, no palco, no chão.
Eu disse que um tótem é um troço de tradição, assim, um
emblema de um lance que tem uma origem e tudo. E, bom leit@r, eu ainda disse
que a gente não tinha origem nem tradição nenhuma, então, que eu achava que a
ideia de que a gente tava inaugurando isso era muito linda!
Yahahhahahahah! 
Mas, ontem, o Marcos Sacramento, com quem comecei a fazer
música, esteve aqui em casa e pedi que ele registrasse – nós não tínhamos esse
registro - uma de nossas primeiras parcerias, que fizemos nos anos 80, ainda
quando eu morava na cabeça de porco descrita no Rato (2007 – Ed. Rocco).
Então, colocamos a cara de Jesus na parede, porque tenho
comigo ainda a mesma cara de Jesus embaixo da qual fizemos a música na Cabeça
de porco. E ele abraçou a origem inaugurada do tótem- Poema Maldito que Alan
nos deu e cantou pra gente.
Pedro registrou.


Eis a nossa tradição:

sexta-feira, dezembro 11, 2015

Leonardo Giordano
34 min
CÂMARA APROVA HOMENAGEM AO ESCRITOR E COMPOSITOR LUÍS CAPUCHO
Há quase 20 anos, Luís Capucho teve a carreira de músico interrompida numa tragédia que poderia ter encerrado uma brilhante carreira. Mas dela, surgiram romances que abordam temas que não se pode calar. A importância da vida literária de Capucho é relevante na luta por identidade e direitos da população LGBT. Emoticon heart Saiba mais:http://bit.ly/1NZUdq2

segunda-feira, dezembro 07, 2015

Meu Bem luís capucho Cine Jóia

Esse ano, a gente mostrou muitas vezes o Poema Maldito, ao
vivo.
Esse é o disco, talvez, por conta de sua simplicidade - voz
e violão – em que senti mais o seu movimento. Eu sei que os outros – o Lua
Singela, o Cinema íris, o Antigo – se movimentaram muito também, mas, não sei, embora
soubesse, não sentia o movimento deles.
Sei também que esse movimento de que falo e que sinto agora,
se deva ao que os outros, os disco anteriores, se movimentaram sem eu saber. Quer
dizer, boníssimo leit@r, não somente os discos anteriores, mas também os livros
Cinema Orly, Rato e  Mamãe me adora,
sinto que dão potência a esses shows. É como se os shows fossem a concentração
de todos esses trabalhos de arte que tenho feito e que a partir de agora têm
suas forças, suas energias - cada uma delas um capítulo - filtrando-se, decantando-se
no tótem Poema Maldito, com que o artista Alan Lanzé nos presenteou.
Isso sem falar no Felipe Castro, no Rafael Saar e no Pedro
Paz, também, capítulos à parte.


Fui.

sábado, dezembro 05, 2015

Cine Jóia Camponês

O Camponês é de quando eu morava com mamãe numa cabeça de
porco no centro de Niterói. Eu fiz um registro parcial desse tempo em meu livro
Rato, se não me engano publicado em 2007, pela Editora Rocco. Também tenho
engavetadas um registro grande de canções que fiz ali, grande parte delas em
parceria com Marcos Sacramento, como é o caso d’O Camponês. Mamãe, ao nosso
redor em sua lida, a que não dávamos importância, estava muito ligada na gente,
mas também não nos dava atenção, quer dizer, bom leit@r, ela tinha mais o que
fazer, se liga. Esse baixo que Felipe fez, que sombreia ao redor de meus
acordes, cama da melodia, me lembra a mim mesmo, de como fiquei ao redor do
corpo de mamae morta, no Mamãe me adora.


Fui.

sexta-feira, dezembro 04, 2015

Luís Capucho Cine Jóia Mais Uma Canção do Sábado

Essa música “Mais uma Canção do Sábado” é um presente de
letra que o Alexandre Magno me deu, a partir d’A Música do Sábado, minha música
com Kali C. e que gravei no disco Cinema Íris.
Tenho sorte, bom leit@r, de ser presenteado com letras que
têm a ver com o meu universo poético, desde Fonemas, letra que Marcos
Sacramento me deu para o Lua Singela até a letra da música-título do Poema
Maldito, presente do Tive, meu amigo espanhol.
O Sacramento é meu amigo de perto e é com naturalidade que a
gente faz as nossas parcerias, porque a gente pôde ou pode viver muita coisa
juntos e tudo. E é um orgulho pra mim, poder partilhar assim a emoção da gente
em algo que vai ainda ser partilhado depois, bom leit@r, pelos que por ventura
vierem a conhecer e curtir nosso trabalho. Mas também, partilhar minhas músicas
com esses amigos distantes é lindo demais  – o Alexandre Magno é de Franca e o Tive é de
Betxi - com universos tão diferentes, com outras estórias e tal... por exemplo,
o Tive atravessou o oceano da língua pra dar aqui, em mim, leit@r. Tudo foda!
Tudo do caralho! Da buceta!
Vejam]

quinta-feira, dezembro 03, 2015

Show Poema Maldito Cine Jóia Luís Capucho

A Máquina de Escrever, música que fiz com letra que Mathilda
me passou por telefone, está no meu disco Lua Singela e foi gravada por Pedro
Luís e a Parede, além de Patrícia Ahmaral, mineira de BH. A versão mais legal
dela, além da original, do meu disco Antigo, é a versão que Mathilda fez pro
disco dela – A Evolução de Minha Espécie. Mas eu gosto muito dessa versão que
consigo tocar agora, com o baixo do Felipe. Eu sinto que a música andou, que
ela foi encontrando um lugar mais no seu eixo, leit@r, e que a despeito de
alguns “erros” meus, ela continua na direção de seu próprio centro, como se à
medida que a gente fosse executando ela mais se voltasse pra dentro dela mesma,
como uma serpente que fosse acertando o seu caminho, na sinuosidade do próprio
corpo, ta se ligando, boníssimo leit@r?
Ficou muito legal essa junção Poema Maldito, comigo na voz e
violão, Felipe Castro no baixo, Rafael Saar nas projeções e Pedro Paz no
celular:
Vejam:


quarta-feira, dezembro 02, 2015

Bolo - Luís Capucho - Cine Jóia

O show Poema Maldito no Cine Jóia foi lindo desde quando saí
de casa, com aquela chuvinha peneirada, romântica, de hotelzinho barato em
beira de rodoviária. O Pedro filmou várias músicas e vou começar mostrando essa
música que nem é do disco, mas é do show. É a primeira parceria que tenho com
Felipe Castro, que tornou-se tão Poema Maldito como tudo o mais. Como o Rafael
Saar que fez as projeções e como Pedro Paz, que filmou a gente.
O show foi o último do ano e de presente o artista Alan
Lanzé, nos levou um tótem Poema Maldito, que achei lindo demais por juntar-se a
nós, o tótem e o Alan. Ele tem a mesma onda da minha camisa de fazer shows e a
gente vai poder ir modificando ele, à medida que os shows forem se passando. Entusiasmo!
O silencioso leit@r pode vê-lo entre eu e Felipe, no chão do
show!
Eu tinha sugerido ao Rafael que projetasse uma mulher nua,
quando tocássemos a Bolo. Mas ele, sem que soubéssemos, projetou esse homem
magro e lindo, de pauzão, dançando. E eu achei que ficou muito mais lindo.
O silencioso leit@r sabe, o Poema Maldito é nóis. E nóis é
assim, vejam:
Bolo
(luís capucho/Felipe Castro)
Eu tenho a alma nua
uma intuição de que eu sou um bolo
um bolo lindo que te aguarda esperando, acordado, inventado,
morto
pra morrer aqui, eu morri, agora
nas suas mãos de destino, nos movimentos delas quando
escrevem
pelo avesso, todo virado, todo errado, todo torto
escorreguei entre os dedos
eu sou um bolo quentinho
eu sou um bolo e vou te provocar
eu sou um bolo, tou te esperando


um bolo um bolo um bolo um bolo um bolo...

segunda-feira, novembro 30, 2015

POEMA MALDITO
luís capucho
+felipe castro
e projeções de
rafael saar.

30/11 SEGUNDA-FEIRA
CINE JOIA
$25,00 na hora
$20,00 lista amiga

///
O Poema Maldito, novo trabalho de Luís Capucho, imerge.
A estória viva percorrida perambulante por cinemas como o Íris e o Orly, num mergulho sublime, volta agora por estes caminhos.
Subindo ao palco, subindo à tela, o Cine Jóia é o novo lar nessa noite densa de segunda-feira.
Tocaremos eletrizados, e iluminados pelas tocantes imagens de Rafael Saar.

Imergindo: adentrando; afundando; banhando; introduzindo; mergulhando; metendo; penetrando; submergindo.
Imergir: v.t.d. v.i e v.pron. Afundar; mergulhar em um líquido: o nadador imergiu durante alguns minutos; depois de minutos o terreno imergiu; imergiu-se no oceano.
Lançar;-se; fazer continuar ou permanecer imerso.
v.t.i e v.pron. Adentrar; introduzir em algum local ou em alguma coisa.
v.pron. Figurado. Tornar-se invisível; desaparecer-se.



domingo, novembro 29, 2015

Amanhã, apresentaremos o Poema Maldito, ao vivo, no Cine Jóia, em Copacabana.
Será o mesmo show que viemos durante esse ano apresentando, eu e Felipe Castro. Silencioso leit@r, convidei o cineasta Rafael Saar e ele topou projetar, durante as músicas, imagens na tela.
Além disso, porque é um cinema, iremos tocar a Cinema Íris e a Cinema Orly, que é uma música que nunca apresentamos antes, a não ser sua letra, parte da narrativa do livro Cinema Orly.
Estão todos convidados.

Será o nosso prazer!

sábado, novembro 28, 2015

Cinema Íris - luís capucho

Foi uma doideira sair ontem do centro do Rio, de madrugada,
cheio de instrumentos, procurando o lugar onde estavam passando os ônibus pra
Niterói. A gente passou por muita gente doida, ali, nas imediações da Central,
grupos de gente doida e a população de rua dá muita dó, leit@r, esmagada no
chão das calçadas, procura ficar no movimento iluminado das estações, onde
tenha mais pessoas e onde se sinta mais protegida e tudo. À noite, o centro da
cidade é mais imponente, iluminado com a luz mais baixa das lâmpadas elétricas,
os prédios ganham grandeza e eu tava curtindo o caminho, depois de, com Felipe
e Pedro, apresentar o nosso Poema Maldito, ao vivo, e depois de ter visto o
show muito lindo do Bruno Cosentino com o Exército de Bebês, ladrilhados pela
luz muito especial da Cristina Amazonas.
Eu tinha visto esse show do Bruno, no Cine Jóia, em
Copacabana, onde também nos apresentaremos na segunda-feira, com o Poema
Maldito e projeções do cineasta Rafael Saar. Mas no Escritório, a luz da
Cristina ficou mais legal pra mim, pude ver melhor, sei lá, onde eu estava que
não me dei conta na primeira vez. Ou, sei lá, onde eu estava ontem que me dei
conta dos ladrilhos ladrilhando a cara do Bruno, a cara dos meninos do
Exército, coloridos, iluminados, cheios de fantasia.
Pedro filmou no celular um pouquinho da Cinema Íris.
Vejam:






sexta-feira, novembro 27, 2015

Então, a gente vai apresentar hoje o Poema Maldito, ao vivo, na Rua da Constituição, 64 - CENTRO/RJ, no Escritório, na Lapa do Rio, com Bruno Cosentino. Conto a estória aqui, de como ele deu um start na minha camisa de fazer show:
No Cine Jóia, onde nos apresentaremos na segunda-feira, eu e Felipe Castro com projeções de Rafael Saar, ele aparece com o Exército de Bebês tocando Homens Flores, que fizemos eu e Marcos Sacramento:
Então, silencioso leit@r, é nóis hoje.
Tamo tudo junto:


quarta-feira, novembro 25, 2015

Alguém publicou essa foto no instagran on line. Estava escrito: ele fez no cinema. #capucho.
É isso silencioso leit@r, ele fez no cinema.

terça-feira, novembro 24, 2015

Há exatamente um ano atrás, no dia 24 de novembro de 2015, o Felipe publicava essa imagem em seu perfil com o título de nascimento do Poema Maldito. A imagem ficou como um registro, uma certidão, um marco da existência do bichano. De lá pra cá, muita água tem rolado de baixo de nossa ponte e, hoje, a gente faz um ensaio aqui no apezinho, portas abertas, pra os shows de 27, no Escritório, na Lapa, e show de 30, no Cine Jóia, em Copacabana.

Fui.

domingo, novembro 22, 2015

Depois da escama saída do corpo de Tritão – Ney Matogrosso no filme Peixe, de Rafael Saar - e que costuramos sobre o breve que mamãe me deixou, coloquei, como patente, num dos ombros, a escama de pirarucu, que Rafael me deu, em nosso último show Poema Maldito. Essa nova patente, conversa com a patente do show mais anterior, uma patente que Ruth Castro me deu, e que foi retirada de uma das roupas de Prince.
Então, silencioso leit@r, isso é complicado de explicar, porque vai sendo contada uma estória, à medida que novas coisas vão sendo coladas a ela, à camisa, assim, como se fosse uma cruz que eu levasse, ou uma árvore de natal he he he.
Tenho pensado, se minha camisa não se tornará uma caricatura idiota de um espírito idiota que visto ou se conseguiremos mantê-la como objeto sagrado, de culto, respeito, poder, ta ligado? Como se as coisas colocadas nela, se imbricassem de tal forma, que ficasse centradas nela, força e beleza, luz, e ela fosse uma espécie de brasão meu, de minha bandeira, meu selo, meu tótem.
O fato é que para o próximo show no Escritório, com Bruno Cosentino, Exército de Bebês e Felipe Castro, colocamos dourado sobre o branco da escama de pirarucu, para que os olhos postos sobre ela, possam correr para as franjas douradas do breve que mamãe me deixou e para a escama dourada de Tritão, que colocamos em seu centro.

Pedro tirou fotos, vejam:


sábado, novembro 21, 2015

Não sou um compositor, um artista fértil, assim, bom leit@r, se a minha cabeça e coração fossem parte da composição de um útero, não seriam o útero de uma matrona, uma potranca, que tivesse tido ou que prometesse ter uma fileira de filhos e tudo. Então, nunca sei, quando é que uma ideia e a emoção dessa ideia vão se incubar pra ser depois um novo trabalho, ta ligado? Tudo é meio acaso sem querer...
Daí que sempre penso nos artistas que desaparecem, de repente, ainda vivos e que ninguém mais sabe deles, por terem se tornado, definitivamente, estéreis e não alimentarem mais a expectativa de qualquer novidade em sua obra. E são esquecidos e tudo. No meu caso, ser esquecido antes mesmo de ter chegado ao lugar de onde possa ser lembrado, se liga...
E me lembro bem que Generosidade surgiu na mesma safra de músicas que vieram próximas a “A vida é livre”, música que incluímos no Lua Singela. Depois, quando fizemos o Cinema Íris, tentei incluí-la no CD, mas não rolou.
Então, essa música ficou para o Poema Maldito e gostei demais pra solução que, junto ao Felipe, demos nela, um papo reto.
Vejam:

sexta-feira, novembro 20, 2015

O Lua Singela é o primeiro disco que fizemos.
Eu tinha experimentado antes, com o Cinema orly, com a gravação de Cassia Eller de minha Maluca, no seu disco “Com você meu mundo ficaria completo”, com Máquina de Escrever – com Pedro Luís e a Parede – tocando no rádio e tudo, eu tinha já experimentado, antes do disco Lua Singela, esse lance de ter um trabalho meu circulando, assim, majoritariamente, entende leit@r, então, já tinha experimentado isso, de saber que alguém de quem nunca eu fosse ouvir falar, alguém de muito longe, pudesse se envolver com uma produção minha de um jeito profundo, muito íntimo, bem de pertinho, porque esses meus lances, que eu sei cheios de pensamento, têm uma carga de emoção muito grande dentro e, aí, eu sabia que neguinho iria entrar naquilo e fazer a viagem dele ali e tal.
Depois vieram os outros trabalhos, o Antigo, o Cinema Íris, o Mamãe me adora, Rato, d’As Vizinhas de trás... e a experiência de se saber escutado, lido, visto, mesmo que por um leque pequeno de gente, veio aumentando e, agora, com o Poema Maldito, sei que tem mais uma galera se chegando sem eu saber, e mesmo que eu não saiba, sinto a alegria disso, tão se ligando?
Eu tou falando assim, isso aqui, porque aqui é mesmo o escoadouro por onde essas coisas precisam ser ditas e porque sempre vai haver a oportunidade de um, que não tenha a menor ideia do que eu esteja falando, venha se deparar com um lance meu e curtir, ali, pertinho, aqui.
Aí, vou terminar o post com um link de um texto do fantástico Rogério Skylab sobre minha produção:

quinta-feira, novembro 19, 2015

Depois que eu tive a uveíte, durante a filmagem do Peixe, e que fiquei com baixa visão no olho esquerdo – finalmente a médica me explicou que fiquei com uma cicatriz enorme dentro do olho, numa área que ela chama de nobre, e que devo torcer pra uveíte não voltar e comer mais um pedacinho ali. Ela me explicou isso com mais detalhes nem tão compreensíveis e simulou tanto amor na explicação, que eu tive o ímpeto de beijá-la e abraçá-la. Cheguei a me armar inteiro pra esse gesto, mas quando ía saltar sobre ela, saquei muito rápido que ela estava saindo da sala e me contive. Vim embora.
O que eu quero dizer é que esse lance do olho, me tirou um pouco do entusiasmo com As Vizinhas de Trás. Mas, ontem, encomendei uma tela maior, para fazer apenas um Vizinha nela. Tou curioso pra saber como ela vai aparecer pra mim.

Fui.

quarta-feira, novembro 18, 2015

Luís Capucho - Poema Maldito (2014)

A manhã passa num pulo.
Eu tava vendo um texto aqui, que achei muito interessante, do
cara dizendo que gostaria de ver um filme sem antes ouvir nada sobre ele, nem
ver o teaser e tal. E que isso era muito difícil hoje, porque tudo nos chega já
com uma idéia que conduz a leitura da gente, que a gente vai fazer, e tudo. No
fim, que ele queria ver um filme com a leitura dele, sem que ele fosse
sugestionado. E, aí, Michel Laub – como ele se chama - explica que sabe que
ninguém é ignorante, de não saber nada, antes de ver uma coisa, porque a gente
não nasceu ontem, nem nascemos nessa manhã, eu digo, silencioso leit@r. Quero
dizer, a gente sabe das coisas... e que, no fundo, ele dizia, seu desejo de ver
um filme de modo inaugural era uma utopia, embora ele desejasse.
Daí, desejei compartilhar o Poema Maldito, agora, pra os
ouvidos virgens que, segundo ele´, é o que há de mais moderno nessa relação de
amor.
Ouçam:


https://www.youtube.com/watch?v=7VayLXwS3eY

terça-feira, novembro 17, 2015

Bruno Cosentino - Homens Flores

O Cine Jóia é um cinema bem pequeno e de cadeiras coloridas
que fica no subsolo de uma galeria na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Eu e
Pedro estivemos lá uma vez para assistirmos ao show do Bruno Cosentino
acompanhado da Exército de Bebês. Foi quando eles tocaram a Homens Flores, que
tem uma letra sobre a qual, eu e Marcos Sacramento, quando escrevemos a bichana
naquele guardanapo de bar, bêbados, não nos demos conta do caráter messiânico
dela, que diz sobre o semeador de humanidade nos campos da terra, porque foi
isso que ouvi o Bruno cantando no Cine Jóia, tão ligados?
E, agora, depois de tocarmos no Escritório, dia 27, logo
depois, no dia 30, eu e Felipe Castro apresentaremos o Poema Maldito no seu
escurinho, com projeções do cineasta Rafael Saar.
Vai ser muito lindo tudo isso, depois do Cinema Orly e do
Cinema Íris.


Vejam:

segunda-feira, novembro 16, 2015

Luís Capucho - Eu quero ser sua mãe - Bipolar Show

Para quem não conseguiu assistir o Bipolar Show do Michel Melamed no Canal Brasil, uma semana atrás, pedi ao Pedro que filmou pra mim, em seu celular, minha apresentação de “Eu quero ser sua mãe”.

Vejam:
É meio cego falar de uma coisa na qual estamos dentro, mas leit@r silencioso, o Poema Maldito, ao vivo, é uma vibração forte pra gente que tem conduzido ele, eu e Felipe Castro, e pelo ensaio de ontem, estou sempre agradecido demais aos que se chegaram, aos letristas amados que vieram fazer parte desse show com a gente, ao Pedro Paz que é parte dele, aos amigos todos, à galera grande que contribuíu no crowndfunding pra que o disco físico existisse, aos grandes artistas que se chegaram, tudo, todos vibram com a gente e é o que a gente manda.
Eu sei que sou ingênuo em me deixar conduzir assim quase abatido pela força onde entramos, porque, afinal, dizem que a arte é fingimento e tal. Que é mentira, ta ligado? E fico mesmo, às vezes, foro dos trilhos, do prumo, dentro dessa ilusão, e noutras vezes domino, conduzo aprumado tudo, quase como se eu fosse de fora, como se as músicas não fôssemos nós, quer dizer, como se não fizéssemos parte, parte do show.
E nesse final de ano, a gente vai fazer três apresentações a que convidamos o boníssimo leit@r. Dia 27, no Escritório, com a maravilha do Bruno Cosentino e Exército de bebês. Dia 30, eu e Felipe, no Cine Jóia, em Copacabana, com projeções do maravilhoso Rafael Saar. E dia 3 de dezembro, a gente repete o Bar Semente.
Tudo lacrado no nível, como dizem os mineiros de BH!

domingo, novembro 15, 2015

O Poema Maldito é o disco de que mais fizemos apresentações.
E, silencioso leit@r, mesmo que a gente possa ficar tentando lembrar dos fatos e que possa fazer as ligações possíveis entre uma coisa e outra, não ficamos procurando as explicações disso, porque a gente vai falhar sempre pra dizer, então, a gente ta curtindo muito que esteja acontecendo assim, estamos mergulhados na corredeira e ainda temos fôlego e tudo. E o que a gente faz, é ficar se dando conta das possibilidades que temos nas músicas, e, aí, ficamos pensando, construindo, aprendendo como mostrar as bichanas, vendo como elas se movem de um lugar pro outro, sem fazer casca, assim, elas continuam cruas e imperfeitas, como são as feridas e como são no registro do disco e tudo.
Então, ter pensado nisso agora, nas feridas, me faz lembrar de que muita gente tem chorado com o disco, por causa do seu jeito de crueza de ferida exposta, quer dizer, eu não entendo muito bem onde os que ouvem são atingidos, porque isso sempre vai depender do lugar onde a pessoa esteja, ta se ligando... e eu estou aqui, desse lado, onde estamos.
Também penso que nos shows, com o mover das músicas, com o jeito como elas têm se encaminhado na minha voz e violão e na guitarra e baixo do Felipe, que as músicas não ficam, assim, de chorar, leit@r, embora cruas e expostas, são músicas de ouvir com deleite e tudo.
A gente tem conversado, meio doidos, sobre o modo como nos sentimos apresentando as músicas do disco, tem conversado sobre como queremos nos sentir, sobre onde estamos e tal e isso, essas conversas, esses nossos encontros de ensaios, vão fazendo outras coisas chegarem, irem entrando e coisas vão indo embora, vão saindo.
De modo que, por último, nos shows, estamos tocando uma parceria nossa:

Bolo
(luís capucho/Felipe Castro)

Tararara tarararara tararara...
Tararara tarararara tararara...
Eu tenho a alma nua
Uma intuição de que eu sou um bolo
Um bolo lindo que te aguarda esperando acordado, inventado, morto
Pra morrer aqui, eu morri agora
Nas suas mãos de destino
Nos movimentos delas quando escrevem
Pelo avesso, todo virado, todo errado, todo torto
Escorreguei entre os dedos
Eu sou um bolo quentinho
Eu sou um bolo e vou te provocar
Eu sou um bolo, tou te esperando...
Um bolo, um bolo, um bolo, um bolo, um bolo, um bolo, um bolo, um bolo...
Tararara tarararara tararara...
Tararara tarararara tararara...
Tararara tarararara tararara...


sexta-feira, novembro 13, 2015

Luís Capucho - Recorte Cultural - Michel Melamed

Eu continuo meio doido.
Sinto que sou irremediavelmente meio doido.
Hoje acordei pensando que a menina linda deva me perdoar,
por minha alma ter aquele movimento de cachorro, quando desencharca o pêlo
depois do banho, quando passou por mim na Amaral Peixoto.
Quando fico menos doido, eu morro de vergonha de mim mesmo.
E devo me perdoar também. Ou continuar meio doido, ta ligado, boníssimo leit@r?
Não é a primeira vez que participo de um programa do Michel
Melamed. O Rafael postou um vídeo de minha participação num outro programa
dele. E disse que ficou como se o Bipolar Show do Canal Brasil fosse uma
continuação do outro, onde também termino cantando “Eu quero ser sua mãe”.
Vejam:


https://www.youtube.com/watch?v=CkljmaLpjlQ&feature=youtu.be

quinta-feira, novembro 12, 2015

Me sinto meio doido, assim, bem triste.
As meninas lindas que vejo na rua, quando saio, me causam tremor na alma.
Ontem, quando passava ao lado de umas outras meninas bagaceiras que ficam ali na Amaral Peixoto, uma delas passou por mim. Meu coração, minha alma se sacudiu, expulsando a imagem. Eu sei que eu tou meio louco. E, aí, quando eu olhei pras meninas bagaceiras encostada ali na parede do edifício da Caixa Econômica, na Amaral Peixoto, elas estavam feiosas e muito sérias conversando, enquanto não vinha um cliente qualquer.
E meu coração ficou mais quieto, sem abalo.
É muito louco tudo, não apenas eu, silencioso leit@r, e a gente não consegue onisciência de nada. É tudo um ir no fluxo. E o meu era na direção da loja de comprar as cordas pro meu violão, pro show do Escritório. Eu estava todo aprumado, assim, eu me sentia um lorde, um Dom Quixote solitário e honrado e triste e tal, me sentindo doido. Aí, quando entrei na loja, fui direto no balcão e comecei a ordenar tudo, a dizer o que eu queria, a fazer perguntas sobre as cordas e tudo. E eu senti que o vendedor não sabia de nada. E eu continuei ordenando, dando a direção de tudo. No final, o balconista correspondeu ao Dom Quixote que eu era, parecia que ele iria se curvar a mim, num cumprimento, quando me despedia.
Que maluquice!
Ainda não troquei as cordas, vou trocar, agora...
27
NOV
Sex 8 PM· Escritório

terça-feira, novembro 10, 2015

Conheço o Bruno desde que participei de um show dele no Café Pequeno, um teatrinho no Leblon. Eu expliquei sobre isso num show do Bar Semente, mas o silenciosíssimo leit@r sabe, quando a gente conta as estórias, o leit@r sabe, no percurso em que as lembranças vão se abrindo pra gente dizê-las, quando abrem-se mais de uma lembrança ou ideia, a gente escolhe por uma delas e a outra some na escuridão e tudo. Então, as estórias nunca são bem contadas, por causa disso, daquela ideia que se apagou em prol daquela que a gente escolheu pra dizer. Por muito tempo, eu escolhi não dizer nada, isso de poder escolher, sempre me deixou confuso. Eu fico muito bem no silêncio, mas depois de eu ter cantado Formigueiro, com Felipe, eu contei.
Aqui está a estória:

Agora é a vez de mais uma beleza, com Bruno:


sábado, novembro 07, 2015

Essa semana bombou pra mim.
A comemoração de aniversário da Astronauta Discos do Leo Rivera, no Teatro Popular, o programa na rádio universidade do Maranhão, com a locução do Gilberto Mineiro que me encheu a bola, o Bipolar Show com o Michel Melamed, cheio de bolinhas no Canal Brasil, e também a gente começando a entrar na onda do Poema Maldito pro show do Escritório, que faremos com o Bruno, no dia 27 desse mês.
Eu e Felipe, ainda faremos no dia 30, o Poema Maldito no Cine Jóia, em Copacabana, com projeção de Rafael Saar.
Podia ser sempre assim, bom leit@r!

Fui.

quinta-feira, novembro 05, 2015

Eu tinha saído da casa do Sacramento, em Santa Teresa, e descia a rua, quando, mais ou menos em frente àquele convento de muros enormes, meio enterrado e meio pra fora do chão, num cantinho de trilho do bonde, tinha umas contas, um cordão. Imediatamente, pensei na minha camisa de fazer shows. Depois, quando olhei direito, vi que era um pedacinho de terço, com 11 contas. E para a apresentação de ontem, costuramos ele na manga da camisa de culto, de shows.
Tocamos na entrada do teatro, protegidos pelo pavimento superior, não sei muito bem explicar isso, e foi muito lindo ver o temporal caindo no pátio e as trovoadas interferindo no som e tudo. Eu e Felipe dividimos o show com Ju Martins e Carlos Poubel, com o som cheio de pensamento e emoção que eles fazem.
Nossa próxima apresentação será dividida com o inspirador Bruno Cosentino, dia 27, na Lapa. E gostaríamos muito que o boníssimo leit@r fosse nos ver. Será de grátis!
Felipe tirou retrato, vejam: